Q231004
UFMT - 2024 - Prefeitura de Campos de Júlio - MT - Procurador Jurídico
Considere a seguinte situação hipotética:
O Município de Campos de Júlio/MT propôs ação de execução fiscal em face de pessoa jurídica, em
situação inabilitada nos cadastros tributários, bem como arrolou o empresário individual, identificado no
documento de constituição da empresa, como corresponsável na Certidão de Dívida Ativa. Após o cumprimento do mandado de citação, o executado apresentou exceção de pré-executividade
arguindo sua ilegitimidade passiva, em virtude de ter sido vítima de fraude na constituição da pessoa
jurídica, decorrente da utilização indevida de seus documentos pessoais por estelionatários. Apresentou
documentação comprobatória da falsidade da assinatura aposta no requerimento de abertura da empresa.
Pugnou pela extinção do feito e pela condenação da Fazenda Municipal ao pagamento de honorários
advocatícios. Diante disso, a Procuradoria Municipal promoveu o cancelamento de ofício da Certidão de Dívida Ativa,
bem como requereu a extinção do processo de execução fiscal, sem qualquer ônus para as partes, com
fundamento na legislação que disciplina o rito da execução fiscal. Analisando a situação retratada, sob a ótica da legislação processual civil (Lei n.º 13.105/2015 e alterações)
aplicável à fixação da verba sucumbencial, é correto afirmar:
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