Questões de Concursos Públicos - Direito Urbanístico
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Q115935
FUNDATEC - 2019 - Prefeitura de Cordilheira Alta - SC - Fiscal de Tributos - Obras e Vigilância
Segundo o Art. 367 do Código Sanitário do Município de Cordilheira Alta, são procedimentos administrativos comuns à fiscalização sanitária, entre outros, os seguintes:
I. Orientação aos contribuintes.
II. Guia de Recolhimento Tributário.
III. Termo de Intimação.
IV. Termo de Avaliação.
Quais estão corretas?
Q112645
CETREDE - 2019 - Prefeitura de Juazeiro do Norte - CE - Fiscal de Serviços Públicos
Leia a afirmativa a seguir.
“Atividade técnica que consiste em um conjunto de medidas jurídicas, urbanísticas, ambientais e sociais que visam à regularização de assentamentos irregulares e à titulação de seus ocupantes, de modo a garantir o direito social à moradia, o pleno desenvolvimento das funções sociais da propriedade urbana e o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado”.
Essa definição diz respeito à
Q112409
IF-SC - 2019 - IF-SC - Docente - Agrimensura
Ano: 2019
Órgão:
IF-SC
Banca:
IF-SC
Matéria:
Direito Urbanístico
Assunto: Parcelamento do solo urbano - Lei 6.766, de 19 de dezembro de 1979
Segundo a Lei 6766/79, antes da elaboração do Projeto de Loteamento, é INCORRETO afirmar
que são exigidos no requerimento e planta:
Q111854
UPENET/IAUPE - 2019 - Prefeitura de Petrolina - PE - Analista em Arquitetura
Ano: 2019
Órgão:
Prefeitura de Petrolina - PE
Banca:
UPENET/IAUPE
Matéria:
Direito Urbanístico
Assunto: Estatuto da Cidade - Lei 10.257/2001
O Estatuto da Cidade, Lei Nº 10.257, de 10 de julho de 2001 tem por objetivo estabelecer normas de ordem pública
e também de interesse social, a fim de regular o uso da propriedade urbana, visando ao bem coletivo, à segurança e
ao bem-estar da população, assim como o equilíbrio ambiental. Nesse contexto, analise as afirmativas abaixo:
I. As áreas urbanas com mais de 250 m², sendo utilizadas por população de baixa renda, por 5 anos ininterruptos e
sem oposição, podem ser usucapidas coletivamente, se não for possível a identificação dos terrenos ocupados.
II. O direito de preempção pode ser exercido, sempre que o Poder Público necessitar de áreas para implementar
programas e projetos habitacionais de interesse social, ordenamento e direcionamento da expansão urbana,
implantação de equipamentos urbanos e comunitários, criação de espaços públicos de lazer e áreas verdes, criação
de unidades de conservação ou proteção de outras áreas de interesses ambiental, histórico, cultural ou paisagístico,
entre outros.
III. Áreas vazias ou subutilizadas, situadas em áreas dotadas de infraestrutura, ficam isentas (são sujeitas) ao
pagamento de IPTU progressivo no tempo e à edificação e parcelamento compulsórios.
IV. O plano diretor poderá fixar áreas onde o direito de construir poderá ser exercido acima do coeficiente de
aproveitamento básico adotado mediante contrapartida a ser prestada pelo beneficiário. V. O plano diretor é definido como instrumento básico da política de desenvolvimento e expansão urbana, sendo
obrigatório em municípios com mais de vinte mil habitantes e que sejam integrantes de regiões metropolitanas e
aglomerações urbanas, dentre outros requisitos.
Estão CORRETAS
Q111847
UPENET/IAUPE - 2019 - Prefeitura de Petrolina - PE - Analista em Arquitetura
Ano: 2019
Órgão:
Prefeitura de Petrolina - PE
Banca:
UPENET/IAUPE
Matéria:
Direito Urbanístico
Assunto: Parcelamento do solo urbano - Lei 6.766, de 19 de dezembro de 1979
Considerando as exigências da Lei Federal nº 6766/1979 – Lei do Parcelamento do Solo Urbano, assinale a
alternativa INCORRETA.
Q111846
UPENET/IAUPE - 2019 - Prefeitura de Petrolina - PE - Analista em Arquitetura
Ano: 2019
Órgão:
Prefeitura de Petrolina - PE
Banca:
UPENET/IAUPE
Matéria:
Direito Urbanístico
Assunto: Estatuto da Cidade - Lei 10.257/2001
De acordo com a Lei nº 10.257, de 10 de julho de 2001 – Estatuto das Cidades, sobre o Estudo de Impacto de
Vizinhança (EIV), analise as afirmativas abaixo:
I. A elaboração do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) pode substituir o licenciamento ambiental requerido nos
termos da legislação ambiental.
II. O Poder Executivo, baseado no Estudo de Impacto de Vizinhança, poderá condicionar a aprovação do
empreendimento à execução de medidas, às expensas do município, para eliminar ou minimizar impactos
negativos a serem gerados pelo empreendimento.
III. Os empreendimentos e atividades, privados ou públicos, situados em área urbana, que dependem de elaboração de
estudo prévio de impacto de vizinhança (EIV) para obter as licenças ou autorizações de construção, ampliação ou
funcionamento a cargo do Poder Público municipal, devem ser definidos por lei municipal.
IV. O EIV deve ser executado de forma a contemplar os efeitos positivos e negativos do empreendimento ou atividade
quanto à qualidade de vida da população residente na área e suas proximidades, incluindo a análise de questões
como o adensamento populacional e a geração de tráfego e demanda por transporte público.
V. A elaboração do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) pode substituir o Certificado de Aprovação de
Instalações - CAI após a realização de inspeção prévia da obra.
Estão CORRETAS, apenas,
Q111546
AMAUC - 2018 - Prefeitura de Seara - SC - Arquiteto
Ano: 2018
Órgão:
Prefeitura de Seara - SC
Banca:
AMAUC
Matéria:
Direito Urbanístico
Assunto: Parcelamento do solo urbano - Lei 6.766, de 19 de dezembro de 1979
Somente será admitido o parcelamento do solo para fins urbanos em zonas urbanas definidas em
Lei Municipal de Perímetro Urbano e nas Macrozonas de Expansão Urbana Mista, Macrozonas de
Expansão Urbana Industrial, Macrozonas de Expansão Urbana Residencial e Macrozonas de
Qualificação Urbana.
Na Zona Rural, só será admitido o parcelamento com a prévia anuência do Município e aprovação do
INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) ou dos órgãos Estadual e Federal de
controle do meio ambiente, conforme Legislação Federal vigente.
Considerando as alternativas abaixo descritas é correto afirmar que se permite o parcelamento do
solo onde sejam cumpridos os itens:
I - Em terrenos alagadiços e sujeitos a inundações, antes de tomadas as medidas saneadoras e
assegurado o escoamento das águas.
II - Em terrenos que tenham sido aterrados com material nocivo à saúde pública, sem que tenham
sido previamente saneados.
III - Nas partes do terreno com declividade acima de 35% (trinta e cinco por cento), salvo nas
condições onde o terreno for superior a 600,00 m² (seiscentos metros quadrados), devendo ser
respeitada a legislação vigente referente à matéria.
IV - Em faixa de 20,00m (vinte metros) para cada lado das redes de alta tensão, rodovias, ferrovias
e dutos, salvo maiores exigências dos órgãos competentes.
V - Em imóveis dos quais resultem terrenos encravados ou lotes em desacordo com os padrões
estabelecidos em lei.
VI - Em distância mínima de 50,00m (cinquenta metros) das estações de tratamento de esgoto.
Q108606
VUNESP - 2018 - Câmara de Ilha Solteira - SP - Advogado
Ano: 2018
Órgão:
Câmara de Ilha Solteira - SP
Banca:
VUNESP
Matéria:
Direito Urbanístico
Assunto: Parcelamento do solo urbano - Lei 6.766, de 19 de dezembro de 1979
Quanto a parcelamento do solo urbano, é correto afirmar que
Q108558
VUNESP - 2018 - Câmara de Tanabi - SP - Advogado
Ano: 2018
Órgão:
Câmara de Tanabi - SP
Banca:
VUNESP
Matéria:
Direito Urbanístico
Assunto: Parcelamento do solo urbano - Lei 6.766, de 19 de dezembro de 1979
Patrícia adquiriu um terreno, em área rural, que havia
sido objeto de aterro de mercúrio e amianto, mas realizou
o devido saneamento; Camila adquiriu um terreno, para
fins rurais em uma área de expansão urbana, atualmente
sujeito a inundação, com declividade igual a 15% (quinze
por cento); Michele adquiriu um terreno para fins urbanos, em zona urbana, sujeito a inundação, mas tomou as
providências para assegurar o escoamento das águas; e
Paula adquiriu um terreno em área de urbanização específica não definida no plano diretor, mas aprovada por lei
municipal, em terreno cujas condições geológicas aconselham a edificação.
Diante das situações hipotéticas apresentadas, o parcelamento do solo poderá ser admitido nos terrenos de
Q108546
VUNESP - 2018 - Câmara de Tanabi - SP - Advogado
Ano: 2018
Órgão:
Câmara de Tanabi - SP
Banca:
VUNESP
Matéria:
Direito Urbanístico
Assunto: Estatuto da Cidade - Lei 10.257/2001
Com alteração recente da Lei nº 10.257/01, os núcleos
urbanos informais existentes, sem oposição, há mais
de cinco anos e cuja área total dividida pelo número de
possuidores seja inferior a duzentos e cinquenta metros
quadrados são suscetíveis de serem usucapidos coletivamente, desde que tais possuidores não sejam proprietários de outro imóvel urbano ou rural. Sobre esse tema,
é certo afirmar que