Questões de Concursos Públicos - Prefeitura de Cabedelo - PB
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Q151481
EDUCA - 2020 - Prefeitura de Cabedelo - PB - Professor de Educação Básica II - História
Ano: 2020
Órgão:
Prefeitura de Cabedelo - PB
Banca:
EDUCA
Matéria:
Pedagogia
Assunto: Legislação da Educação
Segundo o artigo 60 do Ato das Disposições
Constitucionais Transitórias da Constituição
Federal, até o 14º (décimo quarto) ano a partir da
promulgação da Emenda Constitucional nº 53 de
2006, os Estados, o Distrito Federal e os
Municípios destinarão parte dos recursos a que se
refere o caput do art. 212 da Constituição Federal à
manutenção e ao desenvolvimento da educação
básica e à remuneração condigna dos trabalhadores
da educação. Referida distribuição se dá a partir do
FUNDEB – Fundo de Manutenção e
Desenvolvimento da Educação Básica e de
Valorização dos Profissionais da Educação,
regulamentado pela Lei n° 11.494/2007.
Sobre o FUNDEB, cuja validade foi até o ano de
2020, é CORRETO afirmar que:
1. O FUNDEB, em sua natureza contábil, é pensado
como sendo dos Estados e do Distrito Federal,
pelo fato da arrecadação e distribuição dos
recursos que o formam serem realizadas pela
União e pelos Estados, com a participação dos
agentes financeiros do Fundo e, em decorrência
dos créditos dos seus recursos serem realizados
automaticamente em favor dos Estados de forma
igualitária, com base no nº de alunos.
2. Os Fundos, no âmbito de cada Estado e do
Distrito Federal, são compostos por 40%
(quarenta por cento) do imposto sobre a
propriedade de veículos automotores previsto no
inciso III do caput do art. 155 combinado com o
inciso III do caput do art. 158 da Constituição
Federal e 20% a partir de 2008 Imposto sobre
Produtos Industrializados, proporcional às
exportações – IPIexp de contribuição do Distrito
Federal.
3. É vedada a utilização dos recursos oriundos da
arrecadação da contribuição social do salário-educação a que se refere o § 5º do art. 212 da
Constituição Federal na complementação da
União aos Fundos e dos programas
suplementares de alimentação e assistência à
saúde previstos no art. 208, VII, serão
financiados com recursos provenientes de
contribuições sociais e outros recursos
orçamentários a que se refere o § 4º do art. 212
da Constituição Federal.
4. A partir de 1º de março de 2007, a distribuição
dos recursos do FUNDEB foi realizada com
base nos coeficientes de participação definidos
para o novo Fundo, na forma prevista na MP nº
339/06, convertida na Lei 11.494, de 20 de junho
de 2007. No mês de abril de 2007 foi realizado
o ajuste da distribuição dos recursos referentes
aos meses de janeiro e fevereiro de 2007,
acertando os valores repassados com base na
sistemática do FUNDEB.
5. Os recursos do FUNDEB destinam-se ao
financiamento de ações de manutenção e
desenvolvimento da educação básica pública,
independentemente da modalidade em que o
ensino é oferecido, da sua duração, da idade dos
alunos, do turno de atendimento e da localização
da escola, levando-se em consideração os
respectivos âmbitos de atuação prioritária (art.
211 da Constituição Federal).
Estão CORRETAS:
Q151480
EDUCA - 2020 - Prefeitura de Cabedelo - PB - Professor de Educação Básica II - História
Ano: 2020
Órgão:
Prefeitura de Cabedelo - PB
Banca:
EDUCA
Matéria:
Pedagogia
Assunto: Temas Educacionais Pedagógicos
Considere as charges e a afirmação sobre o ensino
de História e os PCNs abaixo e responda:
Na intenção de compreender o ensino de História
na proposta dos PCNs, o desafio se configura por
entender as características do saber histórico
escolar presente no cotidiano e o seu processo de
criação, levando em consideração os diversos
aspectos presentes na sociedade, os saberes
presentes na escola e também as suas
representações nos(as) alunos (as).
Sobre o ensino de história e sua relação com a
aprendizagem dos alunos, é CORRETO afirmar
que:
1. O professor deve identificar a apreensão de
conteúdos, noções, conceitos, procedimentos e
atitudes como conquistas dos estudantes,
comparando o antes, o durante e o depois. A avaliação não deve mensurar simplesmente
fatos ou conceitos assimilados. Deve ter um
caráter diagnóstico e possibilitar ao educador
avaliar o seu próprio desempenho como
docente, refletindo sobre as intervenções
didáticas e outras possibilidades de como atuar
no processo de aprendizagem dos alunos.
2. Nas charges fica enunciado que o ensino de
História deve também pautar a defesa de uma
educação como meio de formar e preparar o (a)
aluno (a) para o exercício crítico e consciente da
cidadania, relacionada sobretudo, com as
questões da participação política no Estado e dos
direitos sociais, para enfrentar a questão em uma
espécie de agenda da cidadania para o século
XXI e de fomentação da consciência histórica.
3. Os Parâmetros Curriculares Nacionais de
História destacam que os currículos escolares
apontam para a importância social do ensino de
História de modo a postular os posicionamento
individuais dos educandos como construção da
identidade, sendo esta entendida como a
formação do cidadão patriótico, do homem
civilizado ou da pessoa ajustada ao seu meio.
Isto é, caberia à História desenvolver no aluno a
sua identidade com a pátria, com o mundo
civilizado ou com o país do trabalho e do
desenvolvimento.
4. O ensino de História procura desenvolver uma
educação e um ensino voltados para uma
formação pautada pela cidadania, o PCN de
História destaca que o ensino da disciplina deve
fazer escolhas pedagógicas capazes de
possibilitar ao aluno refletir sobre seus valores e
suas práticas cotidianas e relacioná-los com
problemáticas históricas inerentes ao seu grupo
de convívio, à sua localidade, à sua região e à
sociedade nacional e mundial.
5. As charges reforçam o que formula os PCNs de
História, quando da formação dos alunos (as),
ou seja, a formação e constituição do (a) cidadão
(ã) considerado crítico e consciente da realidade
vivenciada, para que os estudante possa
conhecer as problemáticas e os anseios
individuais, de classes e de grupos - local,
regional, nacional e internacional – a partir da
suas conjunturas individuais para que projetem
a cidadania como prática e ideal, conhecendo as
conceituações históricas delineadas por
estudiosos do tema em diferentes épocas.
Estão CORRETAS:
Q151479
EDUCA - 2020 - Prefeitura de Cabedelo - PB - Professor de Educação Básica II - História
Ano: 2020
Órgão:
Prefeitura de Cabedelo - PB
Banca:
EDUCA
Matéria:
Conhecimentos Gerais
Assunto: Questões Sociais
Leia a tirinha abaixo:
Sobre o racismo e o preconceito na história do
Brasil é CORRETO afirmar que:
1. As teorias racistas largamente difundidas na
sociedade brasileira e o projeto de
branqueamento vigoraram até os anos 30 do
século XX, quando foram substituídos pela
chamada ideologia da democracia racial,
entretanto, nesse novo contexto, a valorização
da miscigenação e do mulato continuaram
propiciando a disseminação de um ideal de
branqueamento como projeto pessoal e social.
2. Em um contexto de grande força do pensamento
autoritário, o processo de construção social do
Brasil ganhou expressão máxima na obra de
Francisco Campos, de Oliveira Vianna e da
geração de intelectuais autoritários dos anos 20,
e o diagnóstico de um país marcado pela
desorganização social reforçou a busca de uma
concepção de nação que afirmasse a unidade do
povo em torno de um conjunto integrado e harmonioso, no qual a questão racial foi
sistematicamente negada.
3. A elite colonial brasileira organizou um sistema
de discriminação legal e uma ideologia racista
que justificasse as diferentes posições sociais
dos grupos raciais, ela compartilhava do
conjunto de estereótipos de preconceitos
negativos em relação ao negro em que amparava
sua visão hierárquica de sociedade, por sua vez,
o elemento branco era dotado de uma
positividade que se acentuava quanto mais
próximo estivesse da cultura europeia.
4. O conceito de democracia racial forneceu uma
nova chave interpretativa para a realidade
brasileira, com o progressivo desaparecimento
do discurso racista e preconceituoso, dando
lugar a ideia de cultura como projeto nacional de
valorização do povo brasileiro pela formação da
nação que ultrapassou e fundiu os grupos raciais
presentes em sua formação pelo nascimento de
uma nação integrada, mesmo que heterogênea.
5. O desafio de construir de uma sociedade com
políticas públicas beneficiem, de forma geral e
abrangente, o conjunto da população está
diretamente associado ao enfrentamento da
questão racial, que perpassa o tecido social e as
relações sociais que, de modo geral, estruturam
o cotidiano, reafirmando patamares
surpreendentes de desigualdade, pois a negação
da existência de um problema racial parece ser o
sustentáculo do processo de reprodução das
desigualdades sociais no país.
Estão CORRETAS:
Q151478
EDUCA - 2020 - Prefeitura de Cabedelo - PB - Professor de Educação Básica II - História
Ano: 2020
Órgão:
Prefeitura de Cabedelo - PB
Banca:
EDUCA
Matéria:
Pedagogia
Assunto: Legislação da Educação
Considere a afirmação abaixo:
A partir do marco temporal de 2003, momento de
conquista social decorrente das lutas dos
movimentos negros em nosso país, instauraram-se
novas políticas públicas que atingiram diretamente
a pesquisa, o ensino e a extensão no campo da
História e do Ensino de História. Estamos citando
a Lei 10.639/03 que criou o artigo 26A da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDBEN), responsável por trazer ao debate
público, via educação escolar, as práticas do
racismo, do preconceito e da discriminação; o
parecer do Conselho Nacional de Educação
CNE/CP n. 003/2004 de 10 de março de 2004 que
instituiu as Diretrizes curriculares nacionais para a
educação das relações étnico-raciais e para o ensino
de História e Cultura Afrobrasileira e Africana e a
Lei n. 11.645 de 10 de Março de 2008.
Sobre o que diz a Lei 11.645/2008 é CORRETO
afirmar que:
Q151477
EDUCA - 2020 - Prefeitura de Cabedelo - PB - Professor de Educação Básica II - História
Ano: 2020
Órgão:
Prefeitura de Cabedelo - PB
Banca:
EDUCA
Matéria:
Pedagogia
Assunto: Temas Educacionais Pedagógicos
Sobre os Parâmetros Curriculares Nacionais
Terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental:
História, é CORRETO afirmar que:
Q151476
EDUCA - 2020 - Prefeitura de Cabedelo - PB - Professor de Educação Básica II - História
Ano: 2020
Órgão:
Prefeitura de Cabedelo - PB
Banca:
EDUCA
Matéria:
História
Assunto: História do Brasil
Leia o texto abaixo e responda:
Comenta Celso Furtado que “a ocupação
econômica das terras americanas constitui um
episódio da expansão comercial da Europa” (1971,
p. 5). Pode-se dizer que algo de similar aconteceu
por ocasião do processo de independência das
antigas colônias ibéricas no Novo Mundo, ocorrido
nas primeiras décadas do Séc. XIX. Este processo
foi decorrente do surgimento e do rápido
desenvolvimento do capitalismo industrial na
Europa – mormente na Inglaterra – a partir de
meados do Séc. XVIII. Em apenas algumas décadas, a proliferação das novas relações de
produção, impulsionadas pelo surgimento do
sistema fabril e do trabalho assalariado, tornou
inteiramente obsoleto o sistema colonial que reinou
entre os Sécs. XVI e XVIII, fundado no trabalho
escravo e no monopólio comercial das metrópoles
sobre as colônias.
Os Impérios coloniais ibéricos fundados puramente
no monopólio, achavam-se por isso condenados, a
independência e a formação dos Estados nacionais
na América Portuguesa e na América Espanhola,
embora ocorridas na mesma época e produto da
mesma situação estrutural, seguiram cursos
extremamente diferenciados. No Brasil, a unidade
política e territorial foi mantida após a
independência, Marcos Kaplan observou:
“Somente o Brasil conserva a unidade herdada da
colônia e mantida pelo Império independente”
(Kaplan, 1974, p. 115).
Considerando a construção do Estado Nacional
Brasileiro, é CORRETO afirmar que:
Q151475
EDUCA - 2020 - Prefeitura de Cabedelo - PB - Professor de Educação Básica II - História
Ano: 2020
Órgão:
Prefeitura de Cabedelo - PB
Banca:
EDUCA
Matéria:
História
Assunto: História do Brasil
Leia o texto abaixo:
“A Escravidão é de fato a Desigualdade Radical por
excelência. Com a Escravidão — principalmente se
o escravo estiver sujeito a todos os rigores que a
Escravidão potencialmente lhe impõe, ao passo em
que neste caso o Senhor estará em pleno exercício
de todos os seus poderes e privilégios relacionados à posse do escravo — podemos dizer que este
escravo estará privado de tudo, de todos os seus
direitos sobre si. No início da Idade Moderna,
difunde‐se muito uma releitura de certas passagens
bíblicas como o notório episódio da “maldição de
Cam”. Trata‐se de associar à Desigualdade
Escrava, relida como Diferença Escrava, uma
Diferença Negra que será reconstruída desde os
tempos da expansão europeia em direção ao Novo
Mundo.”
Com base na conceituação de Escravidão descrita
acima, para a antiguidade e para os tempos
modernos, podemos afirmar que:
1. Os hilotas correspondiam, na Grécia Antiga, a
populações ou grupos de populações submetidas
pelos espartanos e obrigadas, a partir daí, a uma
forma específica de trabalho compulsório. Uma
de suas características essenciais é que eles eram
dependentes coletivos, em contraste, por
exemplo, com o escravo ateniense do período
clássico, que via de regra estava preso a um
destino individual de dependência. Enquanto o
hilota insere‐se em um grupo “escravizado” por
uma comunidade de senhores, já o “escravo”
propriamente dito passa a pertencer a um
indivíduo: ele é propriedade de alguém.
2. A estratificação social no Brasil Colonial
fundou‐se precisamente no deslocamento
imaginário da noção desigualadora de
“Escravo” para a coordenada de contrários
fundada sob a perspectiva da diferença entre
homens livres e escravos. Nesta perspectiva, um
indivíduo não está escravo, ele é escravo, e toda
a violência maior do modelo de estratificação
social típico do Brasil Colonial esteve alicerçada
neste deslocamento, nesta estratégia social
imobilizadora que transmudava uma
circunstância em essência. É digno de nota que
os abolicionistas tenham se empenhado
precisamente em reconduzir o discurso sobre a
Escravidão para o plano das desigualdades.
3. A racialização da escravidão na ótica moderna,
implica em que a escravidão possa ser vista
como uma diferença coletiva. Não seriam certos
indivíduos de natureza humana deficiente, como
propunha Aristóteles, que deveriam estar
destinados à escravidão, mas sim um grupo humano específico, que traria na cor da pele os
sinais de uma inferioridade da alma, mas que
podem adquirir sua liberdade pela comprovada
natureza humanística da raça, nestes termos, a
superação da inferioridade da cor da pele dá
lugar a concepção de cidadania ampliada com o
discurso republicano e positivista no Brasil.
4. O discurso de uma diferença negra
inextricavelmente acompanhada de sua segunda
natureza, que seria a diferença escrava, desponta
desde o início da modernidade europeia, como o
aparato ideológico que sustenta todo um
comércio de escravos. Ainda que tenha
enfrentado críticas, mesmo no período de
vigência do tráfico negreiro, isto não impedirá
que a prática escravista da exploração da mão‐
de‐obra africana encontre a mais ampla difusão.
Justificada apenas pela concepção de que
espanhóis e portugueses não eram os primeiros
a se utilizarem da mão-de-obra escrava africana.
5. A Desigualdade Escrava, relida como Diferença
Negra, foi reconstruída desde os tempos da
expansão europeia em direção ao Novo Mundo.
No cadinho de formação do Escravismo
Colonial, interessou a traficantes e senhores
coloniais a desconstrução de uma série de
diferenças étnicas africanas, com vistas à
construção de uma Diferença Negra no interior
da qual todas as etnias pré‐existentes no
continente africano se misturam. Portanto,
associar Escravidão e Diferença Negra será uma
pedra de toque para o Escravismo Colonial, e
para o concurso desta construção discursiva não
faltaram contribuições que se mostravam
indiferentes à escravização de povos africanos.
Estão CORRETAS:
Q151474
EDUCA - 2020 - Prefeitura de Cabedelo - PB - Professor de Educação Básica II - História
Ano: 2020
Órgão:
Prefeitura de Cabedelo - PB
Banca:
EDUCA
Matéria:
Geografia
Assunto: Geografia Econômica
Leia o texto abaixo:
“A partir da industrialização no século XIX com o
movimento da urbanização, êxodo do campo na
criação das cidades, quando as fábricas foram o
refúgio e o espaço de trabalho do homem, um novo
tipo de sociedade surgiu, industrial e capitalista.
Mudanças no modo de viver e de trabalhar
caracterizadas por novos referenciais: políticas, a
ensejar relações sociais em padrões de classes;
técnico, a definir uma configuração no modo de
produzir. Isto é, a hegemonia da indústria sobre o
agrário-rural, da cidade sobre o campo.
A expansão capitalista, definida por meio da
produtividade e competitividade com suas forças
vitais e inerentes para acumulação, provoca
alterações substantivas na economia, nas relações
de empregos e na estrutura ocupacional no interior
das organizações trazendo definições para a
formação e a qualificação do trabalhador, além de
incitar contínuas reestruturações produtivas com
consequência para mudanças societárias.”
Ao colocarmos como base o trabalho no sistema
capitalista é CORRETO afirmar que:
1. No capitalismo ao consagrar a dialética trabalho
e capital, a perda da autonomia do trabalhador,
dos seus meios de produção, do planejamento e
do processo de trabalho, o subjuga aos domínios
do capitalista com o seu tipo de estruturação
laboral. Exemplo típico das novas condições de
trabalho e de vida foi definido pelo fordismo,
que fez do trabalhador um consumidor e regulou
seus hábitos e procedimentos sociais no espaço
externo da fábrica.
2. No capitalismo as relações de trabalho podem ser
compreendidas na trajetória dos modelos de
organização com o desenvolvimento
tecnológico. A evolução histórica do
capitalismo se faz em curtos ciclos,
identificados a partir das tecnologias da máquina
a vapor, de fabricação artesanal, passando pela
eletro-mecânica, pelo uso dos motores elétricos
à combustão até nos dias atuais, pelas máquinas
com aparelhagem eletrônica e informatizadas.
3. No capitalismo o controle do trabalho é essencial
para a produção de lucros e se torna uma questão
mais ampla do ponto de vista do modo de
regulamentação, a inovação organizacional e
tecnológica no sistema regulatório, como o
aparelho do Estado, os sistemas políticos de incorporação e representação; se torna crucial
para a perpetuação do capitalismo uma não
modificação da dinâmica da luta de classes cujos
lados em estejam em confronto.
4. No capitalismo devido às contradições inerentes
à sua própria ideologia, o capitalismo impõe,
através de contínuas reestruturações, um
mercado de trabalho com diminuição do
emprego regular, crescente trabalho em tempo
parcial, temporário, ou subcontratado. Nesta
fase da acumulação flexível, as relações de
trabalho enfraquecem na forma do capital menos
industrial e mais financeiro.
5. No capitalismo as políticas liberais impõe ao
trabalhador nova concepção de
empregabilidade, isto é, a responsabilidade de
trabalhador pela descoberta e permanência do
seu emprego ou ocupação no mercado de
trabalho. Quer garantir o mínimo da força de
trabalho essencial a produção, cada vez mais
tecnológica, informatizada e robotizada, e se
quer dispor de um confortável exército de
reserva, para manutenção da regularidade da
produção.
Estão CORRETAS:
Q151473
EDUCA - 2020 - Prefeitura de Cabedelo - PB - Professor de Educação Básica II - História
Ano: 2020
Órgão:
Prefeitura de Cabedelo - PB
Banca:
EDUCA
Matéria:
Conhecimentos Gerais
Assunto: Questões Sociais
Sobre a História do Movimento Feminista no
Brasil é CORRETO afirmar que:
Q151472
EDUCA - 2020 - Prefeitura de Cabedelo - PB - Professor de Educação Básica II - História
Sobre o conceito de Cultura Histórica é
CORRETO afirmar que: