Questões de Concursos Públicos - IF-PA - 2016 - IF-PA - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
Resolva questões gratuitas da IF-PA - 2016 - IF-PA - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais. Banco com 31 perguntas de concursos. Prepare-se com simulados e estatísticas de acerto.
Q53248
IF-PA - 2016 - IF-PA - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
Ano: 2016
Órgão:
IF-PA
Banca:
IF-PA
Matéria:
Raciocínio Lógico
Assunto: Diagramas de Venn (Conjuntos)
O Pará é conhecido por sua culinária peculiar e seus temperos inigualáveis que atraem muitos turistas. Dentre essas iguarias, destacam-se o Tacacá, a Maniçoba e o Pato no Tucupi. Em uma pesquisa para saber qual prato regional é considerado o mais saboroso, foram consultados 420 turistas. A tabela a seguir mostra a resposta dos entrevistados.
Pratos regionais
Número de Pessoas
Tacacá
266
Maniçoba
232
Pato no Tucupi
242
Tacacá e Maniçoba
128
Maniçoba e Pato no Tucupi
115
Tacacá e Pato no Tucupi
60
Tacacá, Maniçoba e Pato no Tucupi
83
Considerando que todos os turistas entrevistados gostaram de pelo menos um prato, a alternativa CORRETA que indica quantas pessoas gostaram APENAS de Maniçoba é:
Q53247
IF-PA - 2016 - IF-PA - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
A Lei nº 12.319, de 1º de setembro de 2010, regulamenta a profissão do tradutor e interprete da língua brasileira de sinais-libras e, em seu artigo 6o ,garante quais são as atribuições do tradutor e intérprete, no exercício de suas competências:
I - efetuar comunicação entre surdos e ouvintes, surdos e surdos, surdos e surdos-cegos, surdos-cegos e ouvintes, por meio da Libras para a língua oral e vice-versa;
II - interpretar, em Língua Brasileira de Sinais apenas o que lhe interessar na área de ensino nos níveis fundamental, médio e superior;
III - atuar nos processos seletivos para cursos na instituição de ensino e nos concursos públicos;
IV - atuar no apoio à acessibilidade aos serviços e às atividades-fim das instituições de ensino e repartições públicas; e
V - prestar seus serviços em depoimentos em juízo, em órgãos administrativos ou policiais.
Q53246
IF-PA - 2016 - IF-PA - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
Várias pessoas acreditam em coisas que não necessariamente sejam verdadeiras. Observamos nos discursos das pessoas que não conhecem os surdos e as línguas de sinais que há uma série de crenças que não correspondem à realidade. As pessoas pensam essas coisas sobre as línguas de sinais, porque por muitos anos houve ideias a respeito que foram disseminadas por questões filosóficas, religiosas, políticas e econômicas. Talvez você mesmo pense que essas coisas sejam verdadeiras. Não se sinta culpado, pois isso é fruto do desconhecimento. Apesar do impacto dessas concepções, as pesquisas avançaram muito e nos mostraram que tais concepções são equivocadas. Um Mito: “Haveria uma única e universal língua de sinais usada por todas as pessoas surdas”.
Com base neste Mito, assinale a assertiva que corresponde a evidências que contribuem para desmistificar ideias equivocadas acerca do surdo e da língua de sinais, segundo Quadros e Karnopp (2004:31-37):
Q53245
IF-PA - 2016 - IF-PA - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
Segundo Ferreira (2010), fazendo referência aos trabalhos de Klima e Bellugi (1979), assim “como as línguas orais, as línguas de sinais exibem a dupla articulação, isto é, unidades significativas ou morfemas, constituídas a partir de unidades arbitrárias e sem significados ou fonemas”. Segundo essa autora, a estrutura fonológica das línguas de sinais se organiza a partir de parâmetros visuais. Esses são alguns aspectos próprios da fonologia das línguas que podemos identificar nas línguas de sinais.
É CORRETO afirmar que compõem um conjunto de unidades menores:
Q53244
IF-PA - 2016 - IF-PA - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
O código de ética é um instrumento que orienta o profissional intérprete na sua atuação. A sua existência justifica-se a partir do tipo de relação que o intérprete estabelece com as partes envolvidas na interação. O intérprete está para intermediar um processo interativo que envolve determinadas intenções conversacionais e discursivas. Nessas interações, o intérprete tem a responsabilidade pela veracidade e fidelidade das informações. Assim, ética deve estar na essência desse profissional.
No Código de ética, capítulo 1 acerca dos princípios fundamentais, em seu Artigo 1 trata como deveres fundamentais do intérprete:
I - O intérprete deve ser uma pessoa de alto caráter moral, honesto, consciente, confidente e de equilíbrio emocional. Ele guardará: informações confidenciais e não poderá trair confidências, as quais foram confiadas a ele.
II - O intérprete deve manter uma atitude imparcial durante o transcurso da interpretação, evitando interferências e opiniões próprias, a menos que seja requerido pelo grupo a fazê-lo;
III - O intérprete deve interpretar fielmente e com o melhor da sua habilidade, sempre transmitindo o pensamento, a intenção e o espírito do palestrante. Ele deve lembrar dos limites de sua função e não ir além da responsabilidade;
IV - O intérprete deve reconhecer seu próprio nível de competência e ser prudente em aceitar tarefas, procurando assistência de outros intérpretes e/ou profissionais, quando necessário, especialmente em palestras técnicas;
V - O intérprete deve adotar uma conduta adequada de se vestir, sem adereços, mantendo a dignidade da profissão e não chamando atenção indevida sobre si mesmo, durante o exercício da função.
Q53243
IF-PA - 2016 - IF-PA - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
Ano: 2016
Órgão:
IF-PA
Banca:
IF-PA
Matéria:
Legislação Federal
Assunto: Lei nº 10.436 de 2002 e Decreto nº 5.626 de 2005 - Língua Brasileira de Sinais - Libras
A oficialização da Libras garante o seu reconhecimento como meio legal de comunicação e expressão; no entanto, antes de ser oficializada, a libras já era a língua das comunidades surdas. Com a oficialização, a libras, na verdade, tornou-se a língua de todos os brasileiros que não pretendem reproduzir as velhas práticas de imposição da língua portuguesa às pessoas surdas. Apesar de a libras ser, no Brasil, a língua natural da pessoa surda, e instituída oficialmente em Lei, ainda existe a ideia de que os surdos devam ser submetidos à utilização da língua majoritária dos ouvintes, no caso, a LP, para sua inclusão na sociedade.
É CORRETO afirmar que:
Q53240
IF-PA - 2016 - IF-PA - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
Em 1880, foi realizado o II Congresso Internacional, em Milão, que trouxe uma completa mudança nos rumos da educação de surdos e, justamente por isso, ele é considerado um marco histórico. O congresso foi preparado por uma maioria oralista com o firme propósito de dar força de lei às suas proposições no que dizia respeito à surdez e à educação de surdos. O método alemão vinha ganhando cada vez mais adeptos e estendendo-se progressivamente para a maioria dos países europeus, acompanhando o destaque político da Alemanha no quadro internacional da época. As discussões do congresso foram feitas em debates acaloradíssimos. Apresentaram-se muitos surdos que falavam bem, para mostrar a eficiência do método oral. Com exceção da delegação americana (cinco membros) e de um professor britânico, todos os participantes, em sua maioria europeus e ouvintes, votaram por aclamação a aprovação do uso exclusivo e absoluto da metodologia oralista e a proscrição da linguagem de sinais. Acreditava-se que o uso de gestos e sinais desviasse o surdo da aprendizagem da língua oral, que era a mais importante do ponto de vista social. As resoluções do congresso (que era uma instância de prestígio e merecia ser seguida) foram determinantes no mundo todo, especialmente na Europa e na América Latina.
É CORRETO afirmar que:
Q53238
IF-PA - 2016 - IF-PA - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
As línguas de sinais foram se tornando cada vez mais estruturadas e, com o uso frequente pelos surdos dessa língua, foram surgindo alternativas educacionais orientadas para uma educação bilíngue. Essa proposta defende a ideia de que a língua de sinais é a língua natural dos surdos, que, mesmo sem ouvir, podem desenvolver plenamente uma língua viso-gestual. Assim, tem-se que o modelo de educação 22 bilíngue que se contrapõe ao modelo oralista porque considera o canal viso-gestual de fundamental importância para a aquisição de linguagem da pessoa surda. E contrapõe-se à comunicação total porque defende um espaço efetivo para a língua de sinais no trabalho educacional.
Marque aassertiva CORRETA:
Q53234
IF-PA - 2016 - IF-PA - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
No Brasil, A LIBRAS adquiriu status linguístico em 24 de abril de 2002 com a sanção da lei nº 10.436, regulamentada pelo decreto 5.626 de 05 de dezembro, que a reconhece como meio legal de comunicação e expressão das comunidades surdas brasileiras. Esta mesma lei prevê ainda que o poder público e as concessionárias de serviços públicos devem garantir formas institucionalizadas de apoiar o uso e difusão da LIBRAS como meio de comunicação objetiva. A partir da publicação do Decreto n° 5.626 de 2005, as instituições de ensino médio que oferecem cursos de formação para o magistério na modalidade normal e as instituições de educação superior que oferecem cursos de fonoaudiologia ou de formação de professores devem incluir LIBRAS como disciplina curricular. Sobre o processo desta Língua como disciplina, o Art. 3° determina que:
Q53226
IF-PA - 2016 - IF-PA - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
As pesquisas de Stokoe em American SignLanguage, ASL, constituíram-seno estatuto das línguas de sinais, consideradas línguas naturais desde então. Segundo Quadros e Karnop (2004), o pesquisador Stokoe apresentou um esquema linguístico estrutural para analisar a formação dos sinais e propôs a decomposição dos sinais na ASL em três principais aspectos, ou parâmetros, que não carregam significado isoladamente, a saber:
« Anterior
Próximo »