Questões de Concursos Públicos - UFG
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IV - UFG - 2015 - UFG - Técnico em Assuntos Educacionais
O projeto didático é muito utilizado no trabalho pedagógico.
De forma geral, ele prevê o dimensionamento do tempo
e o planejamento preciso dos objetivos a serem alcançados
com os estudantes. Uma característica fundamental,
nesta forma de organização didática, é
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No caso das sequências didáticas, utilizadas pelos profissionais
da educação para o desenvolvimento de uma ou
mais áreas de conhecimento, o principal objetivo é
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IV - UFG - 2015 - UFG - Técnico em Assuntos Educacionais
As instituições de ensino superior caminham cada vez mais
para além da função de graduar alunos. Faz parte da missão
da maioria das universidades, centros universitários e
faculdades ser uma instituição socialmente responsável e
ter agregado à sua imagem o compromisso com uma formação
profissional e cidadã de qualidade. Esses pressupostos
referem-se, sobretudo, à articulação entre
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Leia o texto a seguir.
A estrutura social geradora das desigualdades, as diferenças,
preexistem à escola e esta nem sequer dá conta
por si só de promover mudanças. É preciso, sim, resistir
a imposições culturais, inclusive as disciplinares, mas a
luta pela autodeterminação e reafirmação das identidades
culturais supõe o saber sistematizado, o desenvolvimento
dos processos mentais, o espaço de apropriação
das contradições sociais. É paradoxal, mas a crítica à
escola supõe passar pela escola.
LIBÂNEO, J.C., 2002. In: VIANA, N. (Org). Educação, cultura e sociedade.
Abordagens críticas da escola. Goiânia; Ed. Germinal, 2002.
Na afirmação de Libâneo, evidencia-se que a escola
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Articular igualdade e diferença é uma prerrogativa dos processos
educativos. Numa tentativa de elucidar essa questão,
Boaventura de Sousa Santos (2001) escreveu: “As
pessoas e os grupos sociais têm o direito a ser iguais
quando a diferença os inferioriza, e o direito a ser diferentes
quando a igualdade os descaracteriza”. De acordo com
essa afirmação
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Leia o poema a seguir.
A Dignidade exige que sejamos nós mesmos.
Mas a Dignidade não é somente que sejamos nós mesmos.
Para que haja Dignidade é necessário o outro.
E o outro só é outro na relação conosco.
A Dignidade é então um olhar.
Um olhar a nós mesmos que também se dirige ao outro
olhando-se e olhando-nos.
A Dignidade é então reconhecimento e respeito.
Reconhecimento do que somos e respeito a isto que somos,
sim, mas também reconhecimento do que é o outro e
respeito ao que ele é.
A Dignidade então é ponte e olhar e reconhecimento e respeito.
Então a Dignidade é o amanhã.
Mas o amanhã não pode ser se não é para todos, para os
que somos nós e para os que são outros.
A Dignidade é então uma casa que nos inclui e inclui o outro.
A Dignidade é então uma casa de um só andar, onde nós
e o outro temos nosso próprio lugar, isto e não outra coisa
é a vida, e a própria casa.
Então a Dignidade deveria ser o mundo, um mundo que
tenha lugar para muitos mundos.
A Dignidade então ainda não é.
Então a Dignidade está por ser.
A Dignidade então é lutar para que a Dignidade seja finalmente
o mundo.
Um mundo onde haja lugar para todos os mundos.
Então a Dignidade é e está por construir.
É um caminho a percorrer.
A Dignidade é o amanhã.
MARCOS, Subcomandante. Exército Zapatista de Libertação Nacional.
México: Rizoma, 2001.
O poema trata da perspectiva
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Leia o excerto a seguir.
O nosso grande desafio como nação, portanto, é o de não
cair numa paralisia a um só tempo relativista e fatalista, ou
seja, que não aceitemos como um traço definidor da nação
o que criticamos. Não podemos continuar a dispensar um
tratamento igual aos que, de fato, são tratados estamentalmente.
[...] Temos um compromisso com o ideal de tratarmos
todos como iguais. Por isso e só por isso, é preciso
em certos momentos, em algumas esferas sociais privilegiadas,
que aceitemos tratar como privilegiados os desprivilegiados.
GUIMARÃES, A. S. A. Racismo e antiracismo no Brasil. São Paulo: Editora
34, 1996. p. 261.
No trecho em destaque, o autor discute políticas inclusivas
de educação. Da leitura, infere-se que ele se refere
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É comum as escolas tratarem gênero e sexualidade como
sendo sinônimos, padronizando um modo único e adequado
do que é masculino e feminino e possibilitando, de uma
única maneira apenas, a forma de viver a sexualidade.
Tece-se, assim, uma complexa trama normativa que estabelece
uma linha de continuidade entre sexo e gênero.
Sabe-se, contudo, que
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Leia o artigo a seguir.
O que faz uma escola ser bem-sucedida? Como uma escola
estadual do interior de Santa Catarina conseguiu dobrar
de um ano para o outro a jornada de todos os alunos
de 2ª, 3ª e 4ª séries com sucesso? Qual a receita de uma
escola particular criada há 40 anos na capital de São Paulo
para permanecer atual a ponto de ser considerada um
centro de referência? Embora atuando em regiões diferentes
e seguindo modelos educacionais distintos, ambas atribuem
os bons resultados à mesma razão: a proposta pedagógica,
construída coletivamente e concretizada num
bom planejamento. A proposta pedagógica é a identidade
da escola: estabelece as diretrizes básicas e a linha de ensino
e de atuação na comunidade. Ela formaliza um compromisso
assumido por professores, funcionários, representantes
de pais e alunos e líderes comunitários em torno
do mesmo projeto educacional. O planejamento é o plano
de ação que, em um determinado período, vai levar a escola
a atingir suas metas. Do planejamento, depois, sairão
os planos de aula, adaptados ao cotidiano em classe.
REVISTA NOVA ESCOLA. Proposta pedagógica e planejamento: as bases
do sucesso escolar. S. Paulo, abril, 2005.
A proposta pedagógica, a qual se refere a matéria, é concretizada
nas escolas por meio
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O planejamento é ferramenta fundamental do trabalho docente.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996) prevê dimensões
de planejamento para a área educacional que se
apresentam, conforme sua abrangência, em: