Questões de Concursos Públicos - Pedagogia

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Q33224 IV - UFG - 2015 - UFG - Técnico em Assuntos Educacionais
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Pedagogia
Assunto: Aspectos Psicológicos da Educação

Leia o excerto a seguir. Com a adoção do método de ensino intuitivo, pretende-se educar a criança a partir de novos padrões intelectuais, que têm sua origem numa nova concepção sobre o conhecimento, que postula a origem das ideias nos sentidos humanos e que, aplicada ao ensino, pretende formar indivíduos que usem menos a memória e mais a razão e que valorizem a observação e o julgamento próprios como meios de construção do conhecimento. VALDEMARIN, V. T. O conhecimento do mundo: um estudo sobre concepções epistemológicas e sua aplicação escolar. Revista Perspectiva. Florianópolis, v. 16, n. 29., jan-jun., 1998. p. 75-98 Estas diretrizes para o ato de ensinar remetem à teoria
Q33223 IV - UFG - 2015 - UFG - Técnico em Assuntos Educacionais
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Pedagogia
Assunto: Temas Educacionais Pedagógicos

Sabe-se que a obra de Piaget é imprescindível à discussão sobre a concepção construtivista do conhecimento. De acordo com a perspectiva deste autor, o construtivismo
Q33222 IV - UFG - 2015 - UFG - Técnico em Assuntos Educacionais
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Pedagogia
Assunto: Temas Educacionais Pedagógicos

O projeto didático é muito utilizado no trabalho pedagógico. De forma geral, ele prevê o dimensionamento do tempo e o planejamento preciso dos objetivos a serem alcançados com os estudantes. Uma característica fundamental, nesta forma de organização didática, é
Q33221 IV - UFG - 2015 - UFG - Técnico em Assuntos Educacionais
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Pedagogia
Assunto: Temas Educacionais Pedagógicos

No caso das sequências didáticas, utilizadas pelos profissionais da educação para o desenvolvimento de uma ou mais áreas de conhecimento, o principal objetivo é
Q33220 IV - UFG - 2015 - UFG - Técnico em Assuntos Educacionais
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Pedagogia
Assunto: Políticas Educacionais

As instituições de ensino superior caminham cada vez mais para além da função de graduar alunos. Faz parte da missão da maioria das universidades, centros universitários e faculdades ser uma instituição socialmente responsável e ter agregado à sua imagem o compromisso com uma formação profissional e cidadã de qualidade. Esses pressupostos referem-se, sobretudo, à articulação entre
Q33219 IV - UFG - 2015 - UFG - Técnico em Assuntos Educacionais
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Pedagogia
Assunto: Principais Autores

Leia o texto a seguir. A estrutura social geradora das desigualdades, as diferenças, preexistem à escola e esta nem sequer dá conta por si só de promover mudanças. É preciso, sim, resistir a imposições culturais, inclusive as disciplinares, mas a luta pela autodeterminação e reafirmação das identidades culturais supõe o saber sistematizado, o desenvolvimento dos processos mentais, o espaço de apropriação das contradições sociais. É paradoxal, mas a crítica à escola supõe passar pela escola. LIBÂNEO, J.C., 2002. In: VIANA, N. (Org). Educação, cultura e sociedade. Abordagens críticas da escola. Goiânia; Ed. Germinal, 2002. Na afirmação de Libâneo, evidencia-se que a escola
Q33218 IV - UFG - 2015 - UFG - Técnico em Assuntos Educacionais
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Pedagogia
Assunto: Temas Educacionais Pedagógicos

Articular igualdade e diferença é uma prerrogativa dos processos educativos. Numa tentativa de elucidar essa questão, Boaventura de Sousa Santos (2001) escreveu: “As pessoas e os grupos sociais têm o direito a ser iguais quando a diferença os inferioriza, e o direito a ser diferentes quando a igualdade os descaracteriza”. De acordo com essa afirmação
Q33217 IV - UFG - 2015 - UFG - Técnico em Assuntos Educacionais
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Pedagogia
Assunto: Temas Educacionais Pedagógicos

Leia o poema a seguir. A Dignidade exige que sejamos nós mesmos. Mas a Dignidade não é somente que sejamos nós mesmos. Para que haja Dignidade é necessário o outro. E o outro só é outro na relação conosco. A Dignidade é então um olhar. Um olhar a nós mesmos que também se dirige ao outro olhando-se e olhando-nos. A Dignidade é então reconhecimento e respeito. Reconhecimento do que somos e respeito a isto que somos, sim, mas também reconhecimento do que é o outro e respeito ao que ele é. A Dignidade então é ponte e olhar e reconhecimento e respeito. Então a Dignidade é o amanhã. Mas o amanhã não pode ser se não é para todos, para os que somos nós e para os que são outros. A Dignidade é então uma casa que nos inclui e inclui o outro. A Dignidade é então uma casa de um só andar, onde nós e o outro temos nosso próprio lugar, isto e não outra coisa é a vida, e a própria casa. Então a Dignidade deveria ser o mundo, um mundo que tenha lugar para muitos mundos. A Dignidade então ainda não é. Então a Dignidade está por ser. A Dignidade então é lutar para que a Dignidade seja finalmente o mundo. Um mundo onde haja lugar para todos os mundos. Então a Dignidade é e está por construir. É um caminho a percorrer. A Dignidade é o amanhã. MARCOS, Subcomandante. Exército Zapatista de Libertação Nacional. México: Rizoma, 2001. O poema trata da perspectiva
Q33216 IV - UFG - 2015 - UFG - Técnico em Assuntos Educacionais
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Pedagogia
Assunto: Temas Educacionais Pedagógicos

Leia o excerto a seguir. O nosso grande desafio como nação, portanto, é o de não cair numa paralisia a um só tempo relativista e fatalista, ou seja, que não aceitemos como um traço definidor da nação o que criticamos. Não podemos continuar a dispensar um tratamento igual aos que, de fato, são tratados estamentalmente. [...] Temos um compromisso com o ideal de tratarmos todos como iguais. Por isso e só por isso, é preciso em certos momentos, em algumas esferas sociais privilegiadas, que aceitemos tratar como privilegiados os desprivilegiados. GUIMARÃES, A. S. A. Racismo e antiracismo no Brasil. São Paulo: Editora 34, 1996. p. 261. No trecho em destaque, o autor discute políticas inclusivas de educação. Da leitura, infere-se que ele se refere
Q33215 IV - UFG - 2015 - UFG - Técnico em Assuntos Educacionais
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Pedagogia
Assunto: Temas Educacionais Pedagógicos

É comum as escolas tratarem gênero e sexualidade como sendo sinônimos, padronizando um modo único e adequado do que é masculino e feminino e possibilitando, de uma única maneira apenas, a forma de viver a sexualidade. Tece-se, assim, uma complexa trama normativa que estabelece uma linha de continuidade entre sexo e gênero. Sabe-se, contudo, que