Questões de Concursos Públicos - VUNESP - 2025 - SES - SP - Residência Médica - Pré-Requisito em Cardiologia
Resolva questões gratuitas da VUNESP - 2025 - SES - SP - Residência Médica - Pré-Requisito em Cardiologia. Banco com 50 perguntas de concursos. Prepare-se com simulados e estatísticas de acerto.
Q239298
VUNESP - 2025 - SES - SP - Residência Médica - Pré-Requisito em Cardiologia
Mulher de 59 anos, hipertensa e com antecedente de
Covid há 1 ano, apresenta palpitações, dor torácica atípica e fadiga persistente há 4 meses. Exames realizados:
ECG = ritmo sinusal, alterações inespecíficas da repolarização. Ecocardiograma = ventrículos com função normal, sem hipertrofia, sem alterações segmentares, AE
discretamente aumentado; holter 24 horas = extrassístoles ventriculares isoladas e 1 episódio curto de TVNS
(5 batimentos); troponina basal = negativa; angioTC
coronária = sem doença aterosclerótica significativa.
O cardiologista suspeita de miocardite crônica ou cicatriz
miocárdica como potencial substrato arrítmico.
Qual é o melhor próximo exame para confirmar diagnóstico e definir risco?
Q239297
VUNESP - 2025 - SES - SP - Residência Médica - Pré-Requisito em Cardiologia
Mulher, 67 anos, hipertensa e diabética, apresenta-se ao
pronto-socorro com dor torácica em aperto, iniciada em
repouso há 1h 30min, com duração de 20 minutos, associada a sudorese fria. Ela relata episódios semelhantes
nos últimos 3 dias, sempre em repouso, mas de menor
intensidade.
No atendimento:
• PA: 148 × 82 mmHg.
• FC 92: bpm.
• SaO2 : 96%.
• Não há estertores, perfusão periférica normal.
• ECG inicial: ritmo sinusal, sem supra de ST, com inversão de T em V4–V6.
• Troponina ultrassensível (0h): normal.
• Cálculo de risco GRACE inicial: 118 (risco intermediário).
• História de DAC prévia: negativa. Nesse caso, qual é a conduta diagnóstica mais apropriada?
• PA: 148 × 82 mmHg.
• FC 92: bpm.
• SaO2 : 96%.
• Não há estertores, perfusão periférica normal.
• ECG inicial: ritmo sinusal, sem supra de ST, com inversão de T em V4–V6.
• Troponina ultrassensível (0h): normal.
• Cálculo de risco GRACE inicial: 118 (risco intermediário).
• História de DAC prévia: negativa. Nesse caso, qual é a conduta diagnóstica mais apropriada?
Q239296
VUNESP - 2025 - SES - SP - Residência Médica - Pré-Requisito em Cardiologia
Uma mulher de 45 anos, com histórico de hipertensão
e diabetes tipo 2, chega ao pronto-socorro com 3 horas
de dor torácica intensa e persistente. Seus sinais vitais
iniciais são: pressão arterial 85 × 60 mmHg; frequência
cardíaca 110 bpm; frequência respiratória 25 irpm; e
saturação de O2 de 95% em 4 L de O2 suplementar. Ao
exame físico, ela está pálida e diaforética. À ausculta,
apresenta ritmo taquicárdico regular, galope de S3 e
estertores bibasais. A pressão venosa jugular está em
14 cm H2O. As extremidades estão frias e pegajosas.
Um cateter urinário é inserido e, após 1 hora, não há
diurese. O eletrocardiograma mostra depressões do
segmento ST nas precordiais, sem elevação do ST.
Qual é a classificação de Killip desta paciente?
Q239295
VUNESP - 2025 - SES - SP - Residência Médica - Pré-Requisito em Cardiologia
Para qual dos seguintes pacientes a cintilografia miocárdica de perfusão com estresse farmacológico com
vasodilatador, realizada antes da alta hospitalar, é mais
apropriada?
Q239294
VUNESP - 2025 - SES - SP - Residência Médica - Pré-Requisito em Cardiologia
Um homem de 55 anos, com hipertensão, tabagismo e histórico de ataque isquêmico transitório (AIT), apresenta-se a um
pronto-socorro rural com 3 horas de dor torácica intermitente. Na chegada, sua frequência cardíaca é de 92 bpm e a pressão arterial é de 170 × 90 mmHg. Peso: 76 kg. Ao exame físico, ele está diaforético e ansioso. Os pulmões estão limpos,
o coração tem ritmo regular com um suave galope de S3, e o abdome é flácido e não doloroso. As extremidades estão
quentes e sem edema. Um eletrocardiograma é obtido (figura a seguir). Ele recebe um bolo intravenoso de tenecteplase
40 mg. Após a administração da terapia fibrinolítica, os sintomas do paciente desaparecem e a elevação do segmento ST
melhora.
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta no manejo desse paciente?
Q239293
VUNESP - 2025 - SES - SP - Residência Médica - Pré-Requisito em Cardiologia
Homem de 58 anos, previamente saudável, apresenta dispneia progressiva, edema de membros inferiores e ascite há
4 meses. Não há história de cirurgia cardíaca, tuberculose ou radioterapia. Ao exame físico: pressão jugular elevada com
sinal de Kussmaul positivo; bulhas normofonéticas; edema importante de membros inferiores; sem sopros significativos.
Demais exames:
• ECG: baixo voltagem difusa.
• Rx tórax: coração de tamanho normal.
• Ecocardiograma: Pericárdio discretamente espessado. Septo interventricular com movimento paradoxal (“septal bounce”). Veia cava inferior dilatada. Função sistólica preservada. Velocidade de fluxo mitral E’ medial > E’ lateral. Pressões pulmonares normais.
• Cateterismo cardíaco (hemodinâmica): Pressões diastólicas iguais entre VE e VD (“equalização”). Curva de enchimento em “raiz quadrada” (dip-and-plateau). Pressão de artéria pulmonar normal. Qual é o diagnóstico mais provável?
• ECG: baixo voltagem difusa.
• Rx tórax: coração de tamanho normal.
• Ecocardiograma: Pericárdio discretamente espessado. Septo interventricular com movimento paradoxal (“septal bounce”). Veia cava inferior dilatada. Função sistólica preservada. Velocidade de fluxo mitral E’ medial > E’ lateral. Pressões pulmonares normais.
• Cateterismo cardíaco (hemodinâmica): Pressões diastólicas iguais entre VE e VD (“equalização”). Curva de enchimento em “raiz quadrada” (dip-and-plateau). Pressão de artéria pulmonar normal. Qual é o diagnóstico mais provável?
Q239292
VUNESP - 2025 - SES - SP - Residência Médica - Pré-Requisito em Cardiologia
Mulher de 64 anos, hipertensa e com síndrome metabólica, apresenta dor torácica típica aos esforços.
Exames realizados:
• ECG repouso: normal.
• Teste ergométrico: infradesnivelamento de ST em esforço moderado.
• Cintilografia de perfusão: defeito reversível leve em parede anterior.
• AngioTC coronária: coronárias sem placas obstrutivas.
• Cateterismo cardíaco subsequente: ausência de estenoses epicárdicas significativas. Apesar disso, mantém dor torácica limitante durante atividades habituais. Qual é o melhor próximo passo diagnóstico segundo as diretrizes mais atuais?
• ECG repouso: normal.
• Teste ergométrico: infradesnivelamento de ST em esforço moderado.
• Cintilografia de perfusão: defeito reversível leve em parede anterior.
• AngioTC coronária: coronárias sem placas obstrutivas.
• Cateterismo cardíaco subsequente: ausência de estenoses epicárdicas significativas. Apesar disso, mantém dor torácica limitante durante atividades habituais. Qual é o melhor próximo passo diagnóstico segundo as diretrizes mais atuais?
Q239291
VUNESP - 2025 - SES - SP - Residência Médica - Pré-Requisito em Cardiologia
Um homem de 57 anos chega a um hospital de uma
pequena cidade sem capacidade de angioplastia com
um infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento
do segmento ST anterior. Por causa de uma tempestade, o transporte aéreo não é possível, e o hospital com
hemodinâmica mais próximo fica a 250 quilômetros.
Ele recebe um agente trombolítico com reperfusão bem-sucedida, com resolução da dor torácica e normalização
dos segmentos ST. Dois dias depois, ele relata dor torácica ao caminhar até o banheiro.
Qual das seguintes estratégias é mais apropriada para
esse paciente?
Q239290
VUNESP - 2025 - SES - SP - Residência Médica - Pré-Requisito em Cardiologia
Qual das seguintes alterações é fortemente associada
ao uso de cocaína?
Q239289
VUNESP - 2025 - SES - SP - Residência Médica - Pré-Requisito em Cardiologia
Um homem de 69 anos, com diabetes mellitus tipo 2, hipertensão e doença arterial coronariana, comparece para
avaliação pré-operatória antes de uma colecistectomia
laparoscópica.
Ele realizou intervenção coronária percutânea na artéria
descendente anterior proximal há 3 anos, devido a um
infarto sem supradesnivelamento do segmento ST. Consegue subir dois lances de escada sem sintomas e nada
todo final de semana. Nega angina ou sintomas de insuficiência cardíaca, mas apresenta limitação por dor crônica
no joelho. A pressão arterial é 118 × 70 mmHg, frequência
cardíaca 72 bpm, mede 1,70 m e pesa 82 kg. O exame
físico é normal. Usa diariamente insulina glargina 20 U,
losartana 50 mg, metoprolol succinato 50 mg, aspirina
81 mg, atorvastatina 40 mg, clortalidona 25 mg e potássio. Os exames laboratoriais mostram HbA1c 8,1,
creatinina 1,8 mg/dL e hemograma normal. O eletrocardiograma mostra ritmo sinusal a 70 bpm, sem evidência
de isquemia ou infarto.
Assinale a alternativa que apresenta a melhora conduta
para esse caso.
« Anterior
Próximo »