Questões de Concursos Públicos - INEP - 2024 - INEP - Exame Nacional de Revalidação 2024/1
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Q211995
INEP - 2024 - INEP - Exame Nacional de Revalidação 2024/1
Uma criança com 5 anos é levada pela avó à unidade básica de
saúde (UBS) com queixa de muito prurido em área periungueal
do hálux direito e na planta do pé direito, além de discreta dor.
A avó do paciente refere visitas frequentes da criança ao sítio,
onde anda descalça.
Ao exame físico, detectam-se quatro lesões puntiformes nos
locais das queixas, sendo pápulas ceratóticas com elevação
central enegrecida, eritematosa, e duas lesões já pustulosas.
Com base nessas informações, assinale a opção que apresenta,
respectivamente, o provável diagnóstico e o manejo adequado
para esse caso.
Q211994
INEP - 2024 - INEP - Exame Nacional de Revalidação 2024/1
Uma paciente com 32 anos refere mal-estar geral, febrícula e
coriza há 10 dias. Refere também hábito frequente de lavar e
assoar o nariz com soro fisiológico. Há dois dias, após uma
sessão prolongada de natação, relata sentir o ouvido direito
obstruído, dor localizada e piora da sensação de febre.
A paciente trata de lúpus eritematoso sistêmico há dois anos.
Ao exame físico geral, apresenta dor em joelhos
bilateralmente. Realizam-se os exames de: rinoscopia, em que
se verifica hiperemia leve de epitélio nasal; e otoscopia, em
que se observa leve hiperemia de membrana timpânica
bilateral, demostrando membrana timpânica imóvel
bilateralmente à otoscopia pneumática.
Nesse caso, o diagnóstico e o tratamento indicados são,
respectivamente:
Q211993
INEP - 2024 - INEP - Exame Nacional de Revalidação 2024/1
Um neonato, com idade gestacional (IG) de 36 semanas,
adequado para IG, com pré-natal regular, nascido de parto
normal, APGAR 8/9, apresentou desconforto respiratório com
30 minutos de vida.
Ao exame físico, nota-se atividade regular, frequência
respiratória de 82 irpm, retrações intercostais e subcostais de
moderada intensidade e ausculta pulmonar sem ruídos. Sua
saturação de O2 é de 95% em ar ambiente, sua frequência
cardíaca é de 148 bpm e apresenta ritmo cardíaco regular em
dois tempos, com bulhas normofonéticas, sem sopros. Além
disso, o tempo de enchimento capilar é < 2 segundos; os pulsos
estão palpáveis, cheios e simétricos; sua pressão arterial é
de 60 x 40 mmHg; e seu fígado está a 2 cm do rebordo
costal direito.
Com base nessas informações, a conduta médica imediata e
adequada para o caso é
Q211992
INEP - 2024 - INEP - Exame Nacional de Revalidação 2024/1
Uma paciente com 30 anos, primigesta, comparece ao hospital
com gestação de 40 semanas e 4 dias, conforme data da última
menstruação (refere ciclos regulares), e de 41 semanas,
conforme resultado de ultrassonografia que realizou quando
estava com 27 semanas.
Ela refere boa movimentação fetal e não apresenta
intercorrências clínicas ou obstétricas. Os resultados dos
exames de pré-natal são normais. Relata que, apesar de um
pouco ansiosa, sente-se tranquila para esperar "a hora do
bebê". O médico plantonista realiza um exame de
cardiotocografia que evidencia uma frequência cardíaca fetal
basal de 150 bpm com variabilidade entre 10 e 20 batimentos,
duas acelerações transitórias com aproximadamente
15 segundos de duração e que, em seu ápice, chegam a
165 batimentos. Não há desacelerações. É realizado um exame
de ultrassonografia, cujo resultado mostra que o feto está
cefálico, com líquido amniótico normal.
Diante do quadro clínico descrito, assinale a opção correta.
Q211991
INEP - 2024 - INEP - Exame Nacional de Revalidação 2024/1
Uma criança com 2 anos é levada por sua mãe à unidade básica
de saúde a fim de verificar se a criança está com peso e altura
adequados para a idade.
Ao realizar o exame clínico da criança, o médico observa os
seguintes dados. A partir dos dados observados, a conduta médica correta para
dar prosseguimento ao cuidado com a criança é
Q211990
INEP - 2024 - INEP - Exame Nacional de Revalidação 2024/1
Um homem com 38 anos relata, em consulta, exantema,
prurido, febre e artralgia que se resolveu em 72 horas com o
uso de sintomáticos. O paciente conta que, após 10 dias,
passou a apresentar parestesia em membros inferiores, que
evoluiu para membros superiores em 24 horas. Ele conta que
não buscou ajuda médica por julgar tratar-se de câimbras
devido à falta de atividade física regular. Narra, ainda, que,
após 3 dias, o quadro evoluiu com fraqueza nos membros
inferiores, impedindo a deambulação, queixando-se também
de cefaleia holocraniana e obstipação intestinal.
Ao exame neurológico, apresenta-se vigil, orientado em tempo
e espaço, com pupilas isocóricas e fotorreagentes, mobilidade
ocular extrínseca preservada e demais pares cranianos sem
alteração. Verificam-se, ainda: força muscular grau V/V em
membros superiores e grau III/V em membros inferiores;
reflexos bicipital, tricipital e estilorradial grau II/IV; reflexos
patelar e aquileu abolidos; hipoestesia tátil e dolorosa nos
quatro membros, com padrão de bota e luva; hipopalestesia
em membros inferiores, até o tornozelo. O resultado do exame
de líquido cefalorraquidiano (LCR) mostrou: Diante desse quadro clínico, qual é a principal suspeita diagnóstica?
Q211989
INEP - 2024 - INEP - Exame Nacional de Revalidação 2024/1
Um paciente com 30 anos, portador de diabetes mellitus tipo1 há
15 anos, retorna para uma consulta com queixa de ulceração em
região plantar esquerda, em extremidade distal, posterior, do
4º metatarso esquerdo, com início há cerca de 20 dias.
Ao exame físico, verificam-se: pulso de 80 bpm, pressão arterial de
120 x 70 mmHg, temperatura de 36,5 °C; todos os pulsos presentes,
cheios e simétricos. Observa-se, ainda, a presença de lesão ulcerada de
3 cm com discreta secreção serosa, sem hiperemia ou calor, com
hiperqueratose local e com tecido de granulação central em região
plantar esquerda.
Nesse caso, além do controle glicêmico, qual é o tratamento adequado?
Q211988
INEP - 2024 - INEP - Exame Nacional de Revalidação 2024/1
Um lactente com 1 mês e 15 dias é trazido pela mãe ao pronto
atendimento, a qual relata que seu filho vem apresentando
vômitos intensos, em jato e de conteúdo leitoso. Ela nega
haver febre associada ao quadro e alega que a criança sempre
teve muito refluxo e que os sintomas se intensificaram há
2 semanas. A mãe tem ministrado sintomáticos nos últimos
10 dias, sem melhora, notando que o bebê tem perdido peso.
Ao exame, o paciente encontra-se desidratado e sonolento,
com abdome escavado, com redução de tecido subcutâneo e
com presença de pequena massa móvel palpável em
epigástrio.
Seus exames laboratoriais revelam gasometria venosa com
pH de 7,58 (valor de referência - VR: 7,35 a 7,45); PCO2 de
41 mmHg (VR: 35 a 45 mmHg); pO2 de 48,4 mmHg (VR: 80 a
100 mmHg); HCO3 de 36 mEq/L (VR: 22 a 28 mEq/L); BE de
+13,5 (VR: -3 a +3); sódio de 138 mEq/L (VR: 135 a 145 mEq/L);
potássio de 3,0 mEq/L (VR: 3,5 a 5 mEq/L); e cloro de 80 mEq/L
(VR: 95 a 105 mEq/L).
Acerca do caso apresentado e das condutas a serem adotadas,
assinale a opção correta.
Q211987
INEP - 2024 - INEP - Exame Nacional de Revalidação 2024/1
Uma paciente secundigesta com 28 anos, idade gestacional de
35 semanas, obesa, não apresenta outras comorbidades prévias.
No acompanhamento de pré-natal que realizou na unidade básica
de saúde, não houve intercorrências até o momento. Os resultados
dos exames de rotina de pré-natal apresentam-se normais, assim
como as medidas de pressão arterial anteriores, e a altura uterina é
compatível com a idade gestacional.
Ela comparece a uma consulta no serviço de pronto atendimento
encaminhada pela unidade básica de saúde por aumento da
pressão arterial. Nega queixas. Refere estar se alimentando bem e
relata que engordou 3 quilos nas últimas duas semanas. A pressão
arterial é de 140 x 95 mmHg, confirmada após quinze minutos de
repouso. A paciente apresenta edema importante em membros
inferiores. A movimentação fetal está presente, os batimentos
cardíacos fetais são de 144 bpm, e altura uterina é compatível com
idade gestacional.
Considerando-se o quadro clínico descrito, quais são,
respectivamente, o provável diagnóstico e a conduta adequada?
Q211986
INEP - 2024 - INEP - Exame Nacional de Revalidação 2024/1
Um profissional de saúde observou à sua frente, durante uma
caminhada, que uma senhora subitamente parou de andar,
agachou-se, bastante pálida e sudorética, e desfaleceu. Em
posse de sua máscara para ventilação boca-máscara, ele iniciou
o primeiro atendimento à paciente. Ela estava inconsciente, não
apresentava movimentos torácicos nem pulso carotídeo
palpável. Solicita, então, que alguém de passagem chame o
Serviço de atendimento médico de urgência (SAMU) e que outra
pessoa providencie um desfibrilador externo automático (DEA).
Considerando a situação apresentada, a conduta desse
profissional deve ser iniciar imediatamente