Questões de Concursos Públicos - FCC
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Q213215
FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento
Ano: 2024
Órgão:
SEAD-PI
Banca:
FCC
Matéria:
Contabilidade Pública
Assunto: Normas e Legislações de Contabilidade Pública
De acordo com a NBC TSP 03 e o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público,
Q213214
FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento
Ano: 2024
Órgão:
SEAD-PI
Banca:
FCC
Matéria:
Contabilidade Pública
Assunto: Normas e Legislações de Contabilidade Pública
Contas contábeis da classe 6 do Plano de Contas Aplicado ao Setor Publico, de acordo com o Manual de Contabilidade Aplicada
ao Setor Público, são utilizadas para o registro contábil
Q213213
FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento
Ano: 2024
Órgão:
SEAD-PI
Banca:
FCC
Matéria:
Administração Pública
Assunto: Gestão de Politicas Públicas
Nas ultimas décadas, inúmeras politicas sociais de combate à pobreza e distribuição de renda foram implementadas no Brasil,
observando-se diferentes resultados quanto aos objetivos alcançados. Sobre as caracteristicas dessas politicas no periodo mais
recente:
Q213212
FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento
Em seus inúmeros e instigantes ensaios sobre a natureza do subdesenvolvimento, Celso Furtado alerta para os riscos de que
dinâmicas de modernização, embaladas pelo ritmo vertiginoso da diversificação do consumo, prevaleçam sobre trajetórias de
mudança estrutural, estas capazes de romper efetivamente com nossa condição periférica e seus corolários. |...] É ainda
Furtado quem nos recorda que nas economias desenvolvidas, notadamente nas europeias, o grande diferencial da expansão do
capitalismo do pós-guerra foi ter promovido um processo de equalização das oportunidades, o que levou sociedades a se
tornarem mais iguais, mais homogeneas. [...] A politica social dos anos 2000 apostou no aprofundamento e diversificação do
consumo de massa e na intervenção do Estado, visando lastrear a acumulação financeira também na esfera da reprodução
social. Essa dinâmica se acelera e se consolida, inibindo trajetórias de mudança estrutural, na contramão do recomendado por
pensadores latino-americanos que, como Celso Furtado, idealizaram a superação do subdesenvolvimento. O binômio
fortalecimento do mercado interno e industrialização foi substituido por reprimarização e financeinzação, com a preservação da
nossa arraigada heterogeneidade estrutural.
(Adaplado de: LAVINAS, Lena; GENTIL, Denise L. Brasil anos 2000: a politica social sob regência da financeirização. Novos Estudos, v.37,n.2, p. 191-211, 2018)
A contradição fundamental da trajetória do desenvolvimento econômico brasileiro mais recente de que trata o texto acima é:
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FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento
[.--] a despeito das visíveis lacunas existentes na política regional, nesta década de 2000, a trajetória da desconcentração
assumiu novos contornos mais benignos, e mesmo o crescimento econômico - que tão bem conviveu ao longo da história brasileira com níveis elevados de desemprego -, passou a se dar em cenário de pleno emprego nos mercados de trabalhos regionais. Avançou-se qualitativamente em relação ao comportamento predominante para a questão regional na década de 1990
marcado pelo baixo crescimento econômico, elevado desemprego e fraca atuação governamental. [...] Do ponto de vista do tratamento da questão territorial, o governo federal construiu uma agenda de fortalecimento das economias regionais que possibilitou uma atuação mais ativa do gasto em investimento federal em prol da desconcentração produtiva. O perfil regional do
crescimento continuou sendo mais positivo para as economias ‘periféricas’ nessa fase de recomposição de recursos e instrumentos do desenvolvimento regional. Com isso, estas dltimas apresentaram taxas superiores à média nacional: o Nordeste, com
1,0% acima da média brasileira; o Norte, com 3,5% acima; e a regido Centro-Oeste, 1,7% superior.
(Adaptado de: MONTEIRO NETO, Asistides. Desigualdades regionais no Brasil: caracteristicas e tendéncias recentes. Boletim regional, urbano e ambiental, n.9, Ipea, jan.-jun. 2014, pp. 67-81)
A respeito das desigualdades regionais do Brasil na década de 2000:
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FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento
No que diz respeito às relações entre as realidades rural e urbana no Brasil:
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FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento
Assim como no total da população brasileira, as pessoas de cor ou raça preta ou parda constituem, também, a maior parte da
força de trabalho no país. Em 2018, tal contingente correspondeu a 57,7 milhões de pessoas, ou seja, 25,2% a mais do que a
população de cor ou raça branca na força de trabalho, que totalizava 46,1 milhões. Entretanto, em relação à população
desocupada e à população subutilizada, que inclui, além dos desocupados. os subocupados e a força de trabalho potencial, as
pessoas pretas ou pardas são substancialmente mais representadas - apesar de serem pouco mais da metade da força de
trabalho (54.9%). elas formavam cerca de % dos desocupados (64,2%) e dos subutilizados (66,1%) na força de trabalho em
2018.
(Adaptado de: IBGE. Desigualdades Sociais por cor ou raca no Brasil. Estudos e Pesquisas - Informação Demografica e Socioecondmica, n. 41, 2019)
De acordo com as informações contidas no trecho acima, conclui-se:
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FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento
[...] A existência de um regime democrático é condição suficiente para a redução das desigualdades sociais? Sem surpresa, a
ciência politica apresenta [...] respostas divergentes para essa pergunta. [...] para esse debate, com base no exame da trajetória
brasileira no período democrático contemporâneo [...], uma questão controversa precisa ser enfrentada: a desigualidade no
Brasil caiu vertiginosamente ou permaneceu estável nos últimos trinta anos? [...] Fato é que há muitas maneiras de observar a
desigualdade. Essas divergências entre os econometristas sdo explicadas pelo conceito e pela métrica adotados. A desigualdade de renda é estável se incluimos a renda proveniente de ativos financeiros e da propriedade no conceito de renda total
e se empregamos os registros tributários como fonte de informação. A desigualdade de renda caiu se observamos apenas dados dos surveys domiciliares. A depender dessas escolhas, nossas inferências podem apontar em direções opostas.
Adaptado de: ARRETCHE, Marta. Democracia e redução da desigualdade econdémica no Brasil: a inclusdo dos outsiders. Revista
Brasileira de Ciéncias Sociais, v. 33, n. 96, 2018)
O tema das desigualdades sociais no Brasil permanece controverso, tendo em vista a variedade de conclusões a que chegam estudiosos das politicas públicas. A argumentação acima sobre este fato dispõe que
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FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento
As receitas públicas podem ser classificadas sob diferentes perspectivas, uma delas a que diferencia receitas originárias de
receitas derivadas, sendo