Q51870
INEP - 2016 - INEP - Exame Nacional de Revalidação 2016/1
Uma mulher com 45 anos de idade, sem comorbidades,
foi submetida à colecistectomia videolaparoscópica
eletiva para colelitíase. Porém, devido a aderências
intra-abdominais de uma cirurgia anterior, o procedimento
foi convertido para um acesso laparotômico, que
transcorreu sem incidentes. Dado que a cirurgia é
considerada potencialmente contaminada, não foi
realizada colangiografia intraoperatória, procedendo-se a
antibioticoprofilaxia, com uma dose na indução anestésica.
No terceiro dia de pós-operatório, a paciente recebeu
alta hospitalar. Uma semana após a alta, retornou ao
ambulatório de cirurgia, apresentando-se com bom estado
geral, disposta, porém com quadro de dor, abaulamento
e hiperemia da ferida operatória. O cirurgião assistente
examinou a ferida e, após a retirada de um ponto da sutura
da pele da paciente, observou-se saída de moderada
quantidade de material purulento.
Com relação a esse caso, o médico, além de retirar os
demais pontos da sutura, drenar e lavar a ferida operatória,
deve
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