Q217961
IMPARH - 2024 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Professor - Artes
Ano: 2024
Órgão:
Prefeitura de Fortaleza - CE
Banca:
IMPARH
Matéria:
Educação Artística
Assunto: Práticas e Mediações Educacionais em Artes
As investigações e estudos sobre a educação em arte – o
que se pensa e o que se faz – sinalizam para dois argumentos: a)
a arte não é uma coisa complicada, embora muitas vezes nos
façam acreditar que assim o é; b) nunca é cedo nem tarde
demais para dispor um acervo de imagens desde a Educação
Infantil até o Ensino Médio. Ao contrário, alunos e educadores
podem não só se familiarizar com esse imaginário, como
também começar a partilhá-lo.
[...]
De fato, o acesso a um conjunto de imagens –
reproduções de pinturas, gravuras, esculturas e
também de gravuras de calendários, de gibis, de livros
de história ilustrados, em quantidade e qualidade
suficiente para que possam ser apreciadas – é
insubstituível. Só de olhar imagens de pinturas,
esculturas e gravuras, todos nós podemos aprender
muita coisa. Mas há uma ressalva a fazer: o
insubstituível mesmo é a visita aos espaços
museológicos e o contato ao vivo e em cores com a
produção artística e cultural local, nacional ou
internacional. Enfim, o contato com um acervo
imagético já proporciona às crianças e aos jovens – e
por que não dizer aos educadores – uma experiência
única.
SCHLITA, Consuelo Alcioni. Reflexões sobre a educação em arte: o que se pensa e o que faz?
In: SCHLICHTA, Consuelo Alcioni.; FONSECA, Josilene de Oliveira. (Org.) Didática aplicada ao
ensino da arte. Guarapuava: Unicentro, 2013. p. 25-47.
Diante dos trechos citados sobre o ensino de Arte da professora
Schlichta, podemos afirmar que:
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