Q151826
INEP - 2021 - INEP - Exame Nacional de Revalidação 2021/1
Uma mulher de 48 anos de idade é trazida por familiares à
unidade de emergência de hospital de alta complexidade
com quadro de confusão mental, cefaleia e amaurose
bilateral. Segundo familiares, a paciente é portadora de
hipertensão arterial sistêmica há 2 anos, vindo em
investigação diagnóstica por ser classificada como
hipertensão arterial resistente. Nas últimas 2 semanas,
a paciente passou a não tomar seus fármacos
anti-hipertensivos, em razão de acreditar que o
tratamento não estava mais funcionando. Na véspera, a
paciente começou a se queixar de cefaleia holocraniana,
pouco responsiva a fármacos, além de turvação visual. No
dia de hoje, a paciente tornou-se um pouco confusa e
começou a se queixar de que não estava conseguindo
enxergar nada, razão porque foi trazida, às pressas, à
unidade de emergência. Ao exame físico, a paciente
mostra-se confusa, sonolenta, atendendo com dificuldade
a algumas solicitações verbais. Sua pressão arterial (PA)
encontra-se em 240 x 160 mmHg em ambos os membros
superiores, enquanto a frequência cardíaca é de 96 bpm.
Um sopro é auscultado no flanco direito de seu abdome.
Iniciado tratamento anti-hipertensivo intravenoso, a
paciente é submetida a uma tomografia computadorizada
de crânio em que foram detectadas áreas hipodensas em
regiões occipitais. A paciente é, então, encaminhada para
realização de uma ressonância magnética de encéfalo que,
na imagem pesada em T2, revela a presença de
hiperintensidade de sinal nos lobos occipitais, sem limites
muito bem definidos. Instituído o tratamento indicado, a
paciente evolui com regressão completa dos déficits
neurológicos previamente descritos.
Acerca do tratamento da paciente em questão, pode-se
afirmar que
Estatísticas
Seja o primeiro a enviar uma resposta para esta pergunta.
Questoes: INEP - 2021 - INEP - Exame Nacional de Revalidação 2021/1