Questões de Concursos Públicos - SESAU-AL
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Q154214
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
No que se refere à paralisia facial periférica, julgue o item que se segue. A síndrome de Ramsay Hunt é uma das causas de paralisia
facial periférica e está relacionada a infecção pelo bacilo da
tuberculose.
Q154213
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
No que se refere à paralisia facial periférica, julgue o item que se segue. Considerando-se o aparecimento de paralisia facial periférica
grau I na Escala de House-Brackmann após mais de 48 horas
de um acidente traumático, com fratura do osso temporal, o
tratamento cirúrgico é mandatório e urgente, já que esse
quadro indica agressão direta do nervo ao trauma e a cirurgia
pode impedir a degeneração progressiva das fibras,
melhorando o prognóstico de recuperação.
Q154212
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
No que se refere à paralisia facial periférica, julgue o item que se segue. A causa mais frequente de paralisia facial periférica é a
paralisia de Bell, cuja etiopatogenia pode estar relacionada a
doenças virais, autoimunes, metabólicas ou vasculares; a
maioria dos quadros retorna à normalidade e alguns casos
podem apresentar recidiva.
Q154211
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
No que se refere à paralisia facial periférica, julgue o item que se segue. Em relação ao topodiagnóstico da lesão do nervo facial, a
presença de alteração no teste de Schimmer, ausência de
reflexo do músculo estapédio e alteração de gustação
indicam acometimento em porção extracraniana.
Q154210
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
Um homem de 45 anos de idade, compareceu ao
atendimento médico queixando-se de tontura rotatória ao acordar,
de início súbito, havia 4 dias, com duração de cerca de poucos
segundos, com melhora completa espontânea depois desse curto
período. No dia do atendimento, as crises agravaram-se,
tornando-se mais intensas e frequentes desde a hora em que
acordara. Ele informou que o episódio se repetira ao pegar uma
roupa na prateleira de cima do armário. Pela indisposição, voltara
a deitar-se, e a tontura voltara a acontecer algumas vezes, sempre
desencadeada pelo movimento, com remissão após alguns
segundos. Permanecera com sensação de “cabeça oca e
flutuando” e náuseas, quando então procurara o atendimento
especializado. O paciente negou plenitude aural, perda auditiva
ou zumbido.
Havia cerca de 6 meses, vinha apresentando episódios
frequentes e fugazes de desequilíbrio, com frequência semanal,
aparentemente sem fatores desencadeantes. Eventualmente, tinha
crises de cefaleia, mas que não o incomodavam. Relatou
lembrar-se de que a mãe se queixava muito de dor de cabeça.
Relatou, ainda, desconhecer comorbidades ou alergias e negou
uso de medicamentos. Tinha sobrepeso e informou ser tabagista
(20 maços-ano) até 10 meses antes do atendimento.
Considerando o quadro clínico descrito e os múltiplos aspectos a
ele relacionados, julgue o item seguinte. A neuronite vestibular é a principal hipótese diagnóstica para
o caso descrito, já que se trata de um episódio agudo de
tontura associada a náuseas, estando o exame de tomografia
computadorizada de mastoide sem contraste indicado para
elucidar o diagnóstico.
Q154209
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
Um homem de 45 anos de idade, compareceu ao atendimento médico queixando-se de tontura rotatória ao acordar, de início súbito, havia 4 dias, com duração de cerca de poucos segundos, com melhora completa espontânea depois desse curto período. No dia do atendimento, as crises agravaram-se, tornando-se mais intensas e frequentes desde a hora em que acordara. Ele informou que o episódio se repetira ao pegar uma roupa na prateleira de cima do armário. Pela indisposição, voltara a deitar-se, e a tontura voltara a acontecer algumas vezes, sempre desencadeada pelo movimento, com remissão após alguns segundos. Permanecera com sensação de “cabeça oca e flutuando” e náuseas, quando então procurara o atendimento especializado. O paciente negou plenitude aural, perda auditiva ou zumbido.
Havia cerca de 6 meses, vinha apresentando episódios frequentes e fugazes de desequilíbrio, com frequência semanal, aparentemente sem fatores desencadeantes. Eventualmente, tinha crises de cefaleia, mas que não o incomodavam. Relatou lembrar-se de que a mãe se queixava muito de dor de cabeça. Relatou, ainda, desconhecer comorbidades ou alergias e negou uso de medicamentos. Tinha sobrepeso e informou ser tabagista (20 maços-ano) até 10 meses antes do atendimento.
Considerando o quadro clínico descrito e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item seguinte.
A ausência de perda auditiva, zumbido e plenitude aural no
caso apresentado exclui o diagnóstico de doença de Ménière,
que se apresenta como crises de vertigem que regridem
espontaneamente.
Q154208
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
Um homem de 45 anos de idade, compareceu ao atendimento médico queixando-se de tontura rotatória ao acordar, de início súbito, havia 4 dias, com duração de cerca de poucos segundos, com melhora completa espontânea depois desse curto período. No dia do atendimento, as crises agravaram-se, tornando-se mais intensas e frequentes desde a hora em que acordara. Ele informou que o episódio se repetira ao pegar uma roupa na prateleira de cima do armário. Pela indisposição, voltara a deitar-se, e a tontura voltara a acontecer algumas vezes, sempre desencadeada pelo movimento, com remissão após alguns segundos. Permanecera com sensação de “cabeça oca e flutuando” e náuseas, quando então procurara o atendimento especializado. O paciente negou plenitude aural, perda auditiva ou zumbido.
Havia cerca de 6 meses, vinha apresentando episódios frequentes e fugazes de desequilíbrio, com frequência semanal, aparentemente sem fatores desencadeantes. Eventualmente, tinha crises de cefaleia, mas que não o incomodavam. Relatou lembrar-se de que a mãe se queixava muito de dor de cabeça. Relatou, ainda, desconhecer comorbidades ou alergias e negou uso de medicamentos. Tinha sobrepeso e informou ser tabagista (20 maços-ano) até 10 meses antes do atendimento.
Considerando o quadro clínico descrito e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item seguinte.
Os estudos histopatológicos em pacientes com doença de
Ménière revelam que o sáculo é acometido pela hidropsia
antes do utrículo, o que explica porque o potencial evocado
miogênico vestibular cervical (cVEMP), que tem origem no
sáculo, pode estar alterado em estágio inicial da doença sem
que haja alteração no potencial evocado miogênico
vestibular ocular (oVEMP), que representa primordialmente
a função do utrículo.
Q154207
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
Um homem de 45 anos de idade, compareceu ao atendimento médico queixando-se de tontura rotatória ao acordar, de início súbito, havia 4 dias, com duração de cerca de poucos segundos, com melhora completa espontânea depois desse curto período. No dia do atendimento, as crises agravaram-se, tornando-se mais intensas e frequentes desde a hora em que acordara. Ele informou que o episódio se repetira ao pegar uma roupa na prateleira de cima do armário. Pela indisposição, voltara a deitar-se, e a tontura voltara a acontecer algumas vezes, sempre desencadeada pelo movimento, com remissão após alguns segundos. Permanecera com sensação de “cabeça oca e flutuando” e náuseas, quando então procurara o atendimento especializado. O paciente negou plenitude aural, perda auditiva ou zumbido.
Havia cerca de 6 meses, vinha apresentando episódios frequentes e fugazes de desequilíbrio, com frequência semanal, aparentemente sem fatores desencadeantes. Eventualmente, tinha crises de cefaleia, mas que não o incomodavam. Relatou lembrar-se de que a mãe se queixava muito de dor de cabeça. Relatou, ainda, desconhecer comorbidades ou alergias e negou uso de medicamentos. Tinha sobrepeso e informou ser tabagista (20 maços-ano) até 10 meses antes do atendimento.
Considerando o quadro clínico descrito e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item seguinte.
A vertigem paroxística postural benigna (VPPB) é uma das
hipóteses diagnósticas para o quadro relatado anteriormente
— a forma mais comum entre as VPPBs é a canalitíase do
canal semicircular posterior.
Q154206
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
Um homem de 45 anos de idade, compareceu ao atendimento médico queixando-se de tontura rotatória ao acordar, de início súbito, havia 4 dias, com duração de cerca de poucos segundos, com melhora completa espontânea depois desse curto período. No dia do atendimento, as crises agravaram-se, tornando-se mais intensas e frequentes desde a hora em que acordara. Ele informou que o episódio se repetira ao pegar uma roupa na prateleira de cima do armário. Pela indisposição, voltara a deitar-se, e a tontura voltara a acontecer algumas vezes, sempre desencadeada pelo movimento, com remissão após alguns segundos. Permanecera com sensação de “cabeça oca e flutuando” e náuseas, quando então procurara o atendimento especializado. O paciente negou plenitude aural, perda auditiva ou zumbido.
Havia cerca de 6 meses, vinha apresentando episódios frequentes e fugazes de desequilíbrio, com frequência semanal, aparentemente sem fatores desencadeantes. Eventualmente, tinha crises de cefaleia, mas que não o incomodavam. Relatou lembrar-se de que a mãe se queixava muito de dor de cabeça. Relatou, ainda, desconhecer comorbidades ou alergias e negou uso de medicamentos. Tinha sobrepeso e informou ser tabagista (20 maços-ano) até 10 meses antes do atendimento.
Considerando o quadro clínico descrito e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item seguinte.
Apesar de não estarem entre as principais hipóteses
diagnósticas para o caso descrito anteriormente, algumas
vestibulopatias centrais podem acontecer de forma
concomitante, de modo que se devem investigar as causas
centrais nos casos refratários à terapia e na presença de
nistagmo atípico.
Q154205
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
Um homem de 45 anos de idade, compareceu ao atendimento médico queixando-se de tontura rotatória ao acordar, de início súbito, havia 4 dias, com duração de cerca de poucos segundos, com melhora completa espontânea depois desse curto período. No dia do atendimento, as crises agravaram-se, tornando-se mais intensas e frequentes desde a hora em que acordara. Ele informou que o episódio se repetira ao pegar uma roupa na prateleira de cima do armário. Pela indisposição, voltara a deitar-se, e a tontura voltara a acontecer algumas vezes, sempre desencadeada pelo movimento, com remissão após alguns segundos. Permanecera com sensação de “cabeça oca e flutuando” e náuseas, quando então procurara o atendimento especializado. O paciente negou plenitude aural, perda auditiva ou zumbido.
Havia cerca de 6 meses, vinha apresentando episódios frequentes e fugazes de desequilíbrio, com frequência semanal, aparentemente sem fatores desencadeantes. Eventualmente, tinha crises de cefaleia, mas que não o incomodavam. Relatou lembrar-se de que a mãe se queixava muito de dor de cabeça. Relatou, ainda, desconhecer comorbidades ou alergias e negou uso de medicamentos. Tinha sobrepeso e informou ser tabagista (20 maços-ano) até 10 meses antes do atendimento.
Considerando o quadro clínico descrito e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item seguinte.
A migrânea vestibular é uma hipótese diagnóstica para o
quadro e pode estar associada a quadros de vertigem
paroxística postural benigna (VPPB).