Questões de Concursos Públicos - SEEDUC-RJ
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Q34110
CEPERJ - 2015 - SEEDUC-RJ - Professor Docente I - Artes
Com relação às mudanças ocorridas no ensino da Arte,
pode-se afirmar que, até o início do ano 1980, o compromisso que
sustentava o referido ensino era apenas com o desenvolvimento
da expressão pessoal do aluno (livre expressão), ideia claramente
influenciada pelo movimento Modernista. Para os adeptos do
referido movimento, entre os fatores envolvidos na criatividade, o
de máximo valor era a:
Q34109
CEPERJ - 2015 - SEEDUC-RJ - Professor Docente I - Artes
Nas afirmativas:
“O que importa é o processo criador da criança e não o produto que realiza”, “Aprender a fazer, fazendo” e “A arte adulta deve ser mantida fora dos muros da escola, pelo perigo da influência que pode macular a genuína e espontânea expressão infantil”, a concepção de ensino da Arte evidenciada refere-se à tendência:
Q34108
CEPERJ - 2015 - SEEDUC-RJ - Professor Docente I - Artes
No livro “Arte na Educação Escolar”, as autoras propõem algumas
orientações metodológicas para um planejamento da atuação
profissional docente preocupado com a experiência e o crescimento
cultural/artístico do estudante. “Conhecer a prática social e cultural
vivida pelos alunos com relação aos aspectos artísticos, estéticos
e históricos abordados nas unidades do programa; identificar ao
mesmo tempo o que lhes falta saber sobre o assunto” são diretrizes
ou objetivos considerados pelas autoras como:
Q34107
CEPERJ - 2015 - SEEDUC-RJ - Professor Docente I - Artes
“Se a Arte é tratada somente como um ‘grito da alma’, não estamos oferecendo uma educação nem no sentido cognitivo, nem no sentido emocional.”
(Ana Mae Barbosa)
Uma prática pedagógica que articule a criação, a análise e o conhecimento da produção artística e estética da humanidade, compreendendo-a histórica e culturalmente, pressupõe uma concepção da Arte, sobretudo, como:
Q34106
CEPERJ - 2015 - SEEDUC-RJ - Professor Docente I - Artes
Os Parâmetros Curriculares Nacionais – Arte para o ensino
fundamental definem objetivos gerais para o ensino da Arte. Um
dos objetivos gerais definidos pelo referido documento, é:
Q34105
CEPERJ - 2015 - SEEDUC-RJ - Professor Docente I - Artes
Na primeira metade do século XX, o ensino da Arte nas escolas
primárias e secundárias brasileiras, utilizava práticas pedagógicas
diretivas, que valorizavam principalmente as habilidades manuais,
os dons artísticos, os hábitos de organização e precisão. Essa perspectiva
evidencia, ao mesmo tempo, uma visão do ensino da arte:
Q34104
CEPERJ - 2015 - SEEDUC-RJ - Professor Docente I - Artes
Para que a produção artística do aluno ganhe sentido e possa
se enriquecer também pela reflexão sobre a arte como objeto
de conhecimento, os Parâmetros Curriculares Nacionais – Arte
propõem que: “Além do conhecimento artístico como experiência
estética direta da obra de arte, o universo da arte contém também
um outro tipo de conhecimento, gerado pela necessidade de investigar
o campo artístico como atividade humana.” Para tanto,
o referido documento delimita o fenômeno artístico não só como
estrutura formal mas, também, como:
Q34103
CEPERJ - 2015 - SEEDUC-RJ - Professor Docente I - Artes
Segundo Martins, Picosque e Guerra (1998), o trabalho com projetos possibilita sintonizar os conteúdos que queremos ensinar com aqueles trazidos pelos aprendizes (...) ampliando e aprofundando o conhecimento em arte, alimentando o questionamento, a dúvida as possíveis soluções e o prazer de estar vivo no processo de aprender e ensinar.
Com isto, as autoras propõem um processo de ensino-aprendizagem em Arte sob a ótica de projetos em ação e, como tal trabalho caracteriza-se como um “vir-a-ser”, ele permite o desenvolvimento, entre outras, das seguintes habilidades:
Q34102
CEPERJ - 2015 - SEEDUC-RJ - Professor Docente I - Artes
De acordo com Martins etalii (1998), uma avaliação é uma bússola de excelente qualidade para o professor se orientar. Ela é um diagnóstico dos alunos, do professor e do assunto tratado. É ponto de chegada e de partida; é meio, começo, fim e reinício.
As autoras relacionam, na avaliação em Arte, uma série de “pontos de chegada”, dentro de cada linguagem específica, a partir de três campos conceituais que subsidiam o trabalho em arte. Esses campos conceituais foram denominados como:
Q34101
CEPERJ - 2015 - SEEDUC-RJ - Professor Docente I - Artes
Segundo Vygotsky (apud Martins et alii, 1998), a imaginação
criativa não é um dom ou talento especial. Portanto, valorizar a criatividade
nas aulas de Arte seria proporcionar aos alunos uma variedade
de experiências sensíveis, desenvolvendo a capacidade presente na
espécie humana de organizar novas combinações a partir de: