Questões de Concursos Públicos - SEE-MG
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Q105236
FUMARC - 2018 - SEE-MG - Professor de Educação Básica - Filosofia
Leia o texto a seguir:
“Porque enquanto cada homem detiver seu direito de fazer tudo quanto queira, todos os homens se
encontrarão numa condição de guerra.” (HOBBES, T. Leviatã. SP: Nova Cultural, 2004. p. 114. Adaptado)
O pensador inglês Thomas Hobbes acredita que, para evitar a guerra, os homens devem se associar
e determinar a autoridade de um poder central (o Estado), capaz de assegurar a paz entre seus membros. Essa autoridade precisa
Q105235
FUMARC - 2018 - SEE-MG - Professor de Educação Básica - Filosofia
Leia o texto a seguir:
“O homem primeiramente existe, se descobre, surge no mundo; e só depois se define. O homem, tal
como o concebe o existencialista, se não é definível, é porque primeiramente não é nada. Só depois
será alguma coisa e tal como a si próprio se fizer. O homem é como ele se concebe depois da existência, como ele se deseja após este impulso para a existência; o homem não é mais que o que ele
faz.” (SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo. Lisboa: Presença, 1970, p.216. Adaptado).
No texto acima, Sartre se refere ao primeiro princípio do existencialismo: a existência precede a essência.
Segundo esse princípio, somente os seres humanos possuem liberdade, porque são os únicos seres
que agem de acordo com um projeto
Q105234
FUMARC - 2018 - SEE-MG - Professor de Educação Básica - Filosofia
Leia o texto a seguir:
“Os Sofistas surgem na Grécia antiga, século V a. C. na passagem da oligarquia para a democracia.
São os mestres de retórica e oratória, muitas vezes mestres itinerantes, que percorrem as cidadesestados fornecendo seus ensinamentos, sua técnica, suas habilidades aos cidadãos em geral. Eram
relativistas. Sócrates também ensinava nas praças públicas através de perguntas e respostas que
despertavam a verdade que está no interior de cada um. Sócrates afirmava que a opinião (doxa) é
uma expressão individual, já o conhecimento (episteme) é universal. Desta forma, os sofistas ensinavam a retórica para convencer aos outros que sua opinião é a melhor e Sócrates ensinava a dialética,
que através de questionamentos (só sei que nada sei) levava ao conhecimento verdadeiro” (MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004, p. 42-48. Adaptado).
De acordo com o texto acima, Sócrates não era um sofista, pois ele
Q105233
FUMARC - 2018 - SEE-MG - Professor de Educação Básica - Filosofia
Leia o texto a seguir:
“Platão distingue o mundo sensível, o dos fenômenos, do mundo inteligível, o das idéias. O mundo
sensível, percebido pelos sentidos, é o local da multiplicidade, do movimento; é ilusório, pura sombra
do verdadeiro mundo. O mundo inteligível é alcançado pela dialética ascendente, que fará a alma
elevar-se das coisas múltiplas e mutáveis às idéias unas e imutáveis” (ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofando. São Paulo: Moderna, 2013, p. 119. Adaptado).
Interpretando o texto acima, a relação da verdade com o mundo sensível e com o mundo inteligível é:
Q105232
FUMARC - 2018 - SEE-MG - Professor de Educação Básica - Filosofia
Ano: 2018
Órgão:
SEE-MG
Banca:
FUMARC
Matéria:
Raciocínio Lógico
Assunto: Lógica de Argumentação - Diagramas e Operadores Lógicos
Leia o argumento abaixo:
“Nenhum vegetariano come linguiça de porco. Moby não come linguiça de porco. Portanto, Moby é
vegetariano”.
Embora todas as proposições do argumento sejam verdadeiras, o argumento em seu conjunto é inválido, pois a estrutura formal do argumento comete o erro de ter duas premissas negativas e de duas
premissas negativas nada se concluí. Além disso, é lógico que Moby pode não comer linguiça de
porco, mas comer outras carnes. (BAGGINI, Julian. Você pensa o que acha que pensa? Rio de Janeiro: Zahar, 2010, p. 53. Adaptado).
A partir da leitura do texto acima, a diferença entre verdade e validade é:
Q105231
FUMARC - 2018 - SEE-MG - Professor de Educação Básica - Filosofia
Leia o argumento a seguir:
Todo homem é mortal. Sócrates é homem. Logo, Sócrates é mortal.
Este argumento lógico foi denominado por Aristóteles de:
Q105230
FUMARC - 2018 - SEE-MG - Professor de Educação Básica - Filosofia
Leia o texto a seguir:
“Parece que a felicidade, mais que qualquer outro bem, é tida como este bem supremo, pois a escolhemos sempre por si mesma, e nunca por causa de algo mais; mas as honrarias, o prazer, a inteligência e todas as outras formas de excelência, embora as escolhamos por si mesmas, escolhemo-las
por causa da felicidade, pensando que através delas seremos felizes. Ao contrário, ninguém escolhe
a felicidade por causa das várias formas de excelência, nem, de um modo geral, por qualquer outra
coisa além dela mesma” (ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Brasília: EdUnb, 1992, p. 23. Adaptado).
De acordo com o texto acima, a felicidade para Aristóteles é o
Q105229
FUMARC - 2018 - SEE-MG - Professor de Educação Básica - Filosofia
Leia o texto a seguir:
“Perguntando se o livre-arbítrio vem de Deus, conclui que sim, sendo que quando se age mal é porque
se fez a escolha errada. Santo Agostinho procura assim dar conta da relação entre a natureza humana
criada por Deus, a vontade livre que Deus deu ao homem e a possibilidade de o homem escolher
entre fazer o bem e o mal. Sem a vontade livre o ser humano não seria responsável por seus atos”
(MARCONDES, Danilo. Textos básicos de ética. RJ: Zahar, 2007. p.53-54. Adaptado).
Segundo o texto acima, para Santo Agostinho, é fundamental que os homens tenham livre-arbítrio,
para que Deus não
Q105228
FUMARC - 2018 - SEE-MG - Professor de Educação Básica - Filosofia
Leia o texto a seguir:
“Não se nasce mulher, torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico ou econômico define a
forma que a mulher ou a fêmea humana assume no seio da sociedade” (BEAUVOIR, Simone de. O
segundo sexo. v. II. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. p. 9. Adaptado).
Com o trecho acima, Beauvoir afirma que ser mulher é uma
Q105227
FUMARC - 2018 - SEE-MG - Professor de Educação Básica - Filosofia
Leia o texto a seguir:
“Para Husserl, a consciência não é uma coisa entre as coisas, não é um fato observável, nem uma
substância pensante. A consciência é pura atividade, o ato de constituir essências ou significações,
dando sentido ao mundo das coisas. A essência da consciência é ser sempre consciência de alguma
coisa, a que Husserl dá o nome de intencionalidade” (CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo:
Ática, 1994. p. 237. Adaptado).
Segundo o texto acima, intencionalidade, para Husserl, é