Questões de Concursos Públicos - IBIO - AGB Doce - MG
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Q33578
Máxima - 2015 - IBIO - AGB Doce - MG - Analista de Geoprocessamento
Ano: 2015
Órgão:
IBIO - AGB Doce - MG
Banca:
Máxima
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
Levando em consideração o significado que a palavra famigerado pode apresentar, o sentido utilizado pelo homem do governo e o sentido utilizado pelo narrador-personagem a Damázio, são respectivamente:
Q33577
Máxima - 2015 - IBIO - AGB Doce - MG - Analista de Geoprocessamento
Ano: 2015
Órgão:
IBIO - AGB Doce - MG
Banca:
Máxima
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
"Não há como que as grandezas machas duma pessoa instruída! Seja que de novo, por um mero, se torvava? "
Em relação à expressão destacada:
Q33576
Máxima - 2015 - IBIO - AGB Doce - MG - Analista de Geoprocessamento
Ano: 2015
Órgão:
IBIO - AGB Doce - MG
Banca:
Máxima
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
Levando em consideração os papeis sociais ocupados pelas personagens, as “armas” utilizadas por Damázio e as do Narrador-personagem são, respectivamente:
Q33575
Máxima - 2015 - IBIO - AGB Doce - MG - Analista de Geoprocessamento
Ano: 2015
Órgão:
IBIO - AGB Doce - MG
Banca:
Máxima
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
O eu lírico se define de diferentes formas ao longo do poema. Algumas expressões reforçam suas características. O uso dessas expressões sugere a respeito do eu lírico:
Q33574
Máxima - 2015 - IBIO - AGB Doce - MG - Analista de Geoprocessamento
Ano: 2015
Órgão:
IBIO - AGB Doce - MG
Banca:
Máxima
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
O primeiro verso em cada estrofe se repete. Com isso:
Q33573
Máxima - 2015 - IBIO - AGB Doce - MG - Analista de Geoprocessamento
Ano: 2015
Órgão:
IBIO - AGB Doce - MG
Banca:
Máxima
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
A estrofe que REFORÇA a ideia de que o momento presente define o eu lírico:
Q33572
Máxima - 2015 - IBIO - AGB Doce - MG - Analista de Geoprocessamento
Ano: 2015
Órgão:
IBIO - AGB Doce - MG
Banca:
Máxima
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
O sentido expresso pela palavra “vidente” na última estrofe:
Q33571
Máxima - 2015 - IBIO - AGB Doce - MG - Analista de Geoprocessamento
Ano: 2015
Órgão:
IBIO - AGB Doce - MG
Banca:
Máxima
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
Ainda em relação ao emprego da palavra “vidente” na última estrofe, atente-se para as afirmativas abaixo.
I. Está relacionada a uma visão ou a consciência que o eu lírico tem de seu destino.
II. O eu lírico reforça seu conhecimento sobre a fatalidade que marca sua existência, a sua certeza sobre seu fim.
III. O eu lírico não aceita esse "destino" como consequência de suas opções de vida, vivendo intranquilo todas as horas do fim.
Estão CORRETAS:
Q33570
Máxima - 2015 - IBIO - AGB Doce - MG - Analista de Geoprocessamento
Ano: 2015
Órgão:
IBIO - AGB Doce - MG
Banca:
Máxima
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
Texto III
Tecendo a manhã
Um galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele
e o lance a outro; de um outro galo
que apanhe o grito que um galo antes
e o lance a outro; e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.
E se encorpando em tela, entre todos,
se erguendo tenda, onde entrem todos,
se entretendendo para todos, no toldo
(a manhã) que plana livre de armação.
A manhã, toldo de um tecido tão aéreo
que tecido, se eleva por si: luz balão.
João Cabral de Melo Neto.
O poema é dividido em duas estrofes, referindo cada uma delas, respectivamente:
Q33569
Máxima - 2015 - IBIO - AGB Doce - MG - Analista de Geoprocessamento
Ano: 2015
Órgão:
IBIO - AGB Doce - MG
Banca:
Máxima
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
Texto III
Tecendo a manhã
Um galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele
e o lance a outro; de um outro galo
que apanhe o grito que um galo antes
e o lance a outro; e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.
E se encorpando em tela, entre todos,
se erguendo tenda, onde entrem todos,
se entretendendo para todos, no toldo
(a manhã) que plana livre de armação.
A manhã, toldo de um tecido tão aéreo
que tecido, se eleva por si: luz balão.
João Cabral de Melo Neto.
Há uma imagem associada ao nascimento da manhã: