Questões de Concursos Públicos - EBSERH
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Q231318
FGV - 2024 - EBSERH - Área de Atuação - Medicina Paliativa
Em um homem de 53 anos com diagnóstico de neoplasia
escamosa invasiva, não metastática, do canal anal, observou-se,
no toque retal, lesão tumoral ulcerada ocupando o canal anal
desde a margem anal até 1,8 cm proximal à linha pectínea.
A melhor opção terapêutica para esse paciente é:
Q231317
FGV - 2024 - EBSERH - Área de Atuação - Medicina Paliativa
Em um homem de 72 anos, apresentando dor para evacuar,
sangramento às evacuações e tenesmo, o exame proctológico
evidenciou massa vegetante a 7,5 cm da borda anal, pouco
móvel, ocupando toda a circunferência do reto. A biópsia
demonstrou se tratar de adenocarcinoma invasivo. Exames
complementares não evidenciaram metástases.
A melhor conduta oncológica é:
Q231316
FGV - 2024 - EBSERH - Área de Atuação - Medicina Paliativa
Uma paciente de 24 anos, nuligesta e com desejo de engravidar, foi
submetida a uma anexectomia unilateral por cisto ovariano.
Contudo, o exame histopatológico evidenciou cistoadenocarcinoma
seroso.
A conduta mais adequada para essa paciente é:
Q231315
FGV - 2024 - EBSERH - Área de Atuação - Medicina Paliativa
A eficiência do rastreamento genético, pela pesquisa de
mutações no proto-oncogene RET, está bem estabelecida no
diagnóstico e na identificação de portadores assintomáticos das
formas hereditárias de carcinoma medular da tireoide (CMT).
Em relação ao CMT e ao proto-oncogene RET, é correto afirmar
que:
Q231314
FGV - 2024 - EBSERH - Área de Atuação - Medicina Paliativa
Um paciente de 62 anos apresenta diagnóstico histopatológico de
carcinoma ductal infiltrante em quadrante súpero-interno da
mama esquerda. O mastologista indicou mastectomia radical
modificada à Patey.
Essa técnica cirúrgica consiste na retirada de:
Q231313
FGV - 2024 - EBSERH - Área de Atuação - Medicina Paliativa
Uma mulher de 50 anos, submetida a colecistectomia devido a
colelitíase, apresenta, no laudo histopatológico, neoplasia de
vesícula (T1b), com invasão perineural e microvascular, sem
imagens sugestivas de metástase aos exames complementares.
A conduta mais adequada nesse caso é:
Q231312
FGV - 2024 - EBSERH - Área de Atuação - Medicina Paliativa
Um paciente 59 anos foi submetido a uma esofagectomia
transtorácica com linfadenectomia associada para tratamento de
carcinoma espinocelular em terço médio do esôfago. Em pós-operatório imediato, o paciente apresentou disfonia e tosse ao
tentar beber água. Foi realizada a avaliação da deglutição,
sugerindo a possibilidade de aspiração.
Considerando a anatomia cirúrgica do esôfago, o nervo
provavelmente lesionado foi o:
Q231311
FGV - 2024 - EBSERH - Área de Atuação - Medicina Paliativa
O processo de envelhecimento é complexo, não se resumindo a
uma simples passagem do tempo (dimensão cronológica). Trata-se de um processo dinâmico, progressivo e irreversível,
caracterizado por manifestações nas variadas dimensões
(biológicas, psíquicas e sociais). O envelhecer é um conjunto de
processos que contribuem para aumentar progressivamente a
taxa de mortalidade específica para a idade.
Diz respeito à dimensão biológica do envelhecimento a ideia de
que:
Q231310
FGV - 2024 - EBSERH - Área de Atuação - Medicina Paliativa
A sarcopenia é uma doença muscular reconhecida com código de
diagnóstico no CID-10 (M62.84) e arraigada em mudanças
musculares acumuladas ao longo da vida. Trata-se de um
transtorno progressivo e generalizado da musculatura
esquelética, envolvendo acelerada perda de massa, força e
função muscular que se associa ao aumento de desfechos
negativos em idosos, como declínio funcional, fragilidade, quedas
e morte.
O grupo de sintomas que deve levantar a hipótese de sarcopenia
sempre que presente é:
Q231309
FGV - 2024 - EBSERH - Área de Atuação - Medicina Paliativa
No Brasil, apesar de as referências sobre diversos instrumentos
validados de avaliação da dor no idoso terem aumentado nos
últimos anos, a subavaliação e o subtratamento pelos
profissionais de saúde ainda são uma realidade. Esse fato
contribui para o controle inadequado da dor, deixando o idoso
vulnerável a consequências decorrentes da perda da
funcionalidade secundária ao subtratamento da dor. Por meio de
educação em dor, é possível minimizar as fragilidades na
avaliação e no manejo inadequados da dor no idoso.
No tratamento da dor do paciente idoso, em relação aos
analgésicos opioides, é correto afirmar que: