Questões de Concursos Públicos - Português
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Q32197
INSTITUTO AOCP - 2015 - Prefeitura de Angra dos Reis - RJ - Auxiliar Administrativo
Em “...acrescente ½ kg de igualdade econômica para que seu bolo fique fofo”, a oração em destaque
expressa
Q32196
INSTITUTO AOCP - 2015 - Prefeitura de Angra dos Reis - RJ - Auxiliar Administrativo
Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao que se afirma a respeito do texto a seguir.
Fonte: https://mundotexto.wordpress.com/2013/09/17/para-uma-aula-de-porques-com-armandinho/
Q32195
INSTITUTO AOCP - 2015 - Prefeitura de Angra dos Reis - RJ - Auxiliar Administrativo
Quanto às expressões “mal” e “mau”, assinale a alternativa em que o uso está adequado.
Ano:
Órgão:
Prefeitura de Suzano - SP
Banca:
VUNESP
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
Leia o poema e responda a seguir. O sentido normal das palavras não faz bem ao poema. Há que se dar um gosto incasto aos termos. Haver com eles um relacionamento voluptuoso. Talvez corrompê-los até a quimera. Escurecer as relações entre os termos em vez de aclará-los. Não existir mais rei nem regências. Uma certa liberdade com a luxúria convém. (Manoel de Barros. Retrato quase apagado em que se pode ver
perfeitamente nada, VII, Poesia completa. São Paulo, Leya, 2010, p. 265) Para o porta, a
Leia o poema e responda a seguir. O sentido normal das palavras não faz bem ao poema. Há que se dar um gosto incasto aos termos.
Haver com eles um relacionamento voluptuoso.
Talvez corrompê-los até a quimera.
Escurecer as relações entre os termos em vez de aclará-los.
Não existir mais rei nem regências.
Uma certa liberdade com a luxúria convém. (Manoel de Barros. Retrato quase apagado em que se pode ver
perfeitamente nada, VII, Poesia completa. São Paulo, Leya, 2010, p. 265) Quanto ao emprego do acento indicativo de crase, a frase correta é:
Ano:
Órgão:
Prefeitura de Suzano - SP
Banca:
VUNESP
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
Leia o texto para responder à questão
Das margens ao centro da família
Até o final do século 13, a infância não existia. As crianças eram consideradas apenas como homens de tamanho e capacidades reduzidas.
Como muitas delas morriam ainda pequenas, os adultos não tinham muito apego a elas. Durante muitos séculos, as crianças não eram nem retratadas, já que esse período da vida não era considerado digno de lembranças.
Nada era pensado em função dos pequenos. Só com o avanço do capitalismo, a partir do século 18, a criança passou a ser pensada e tratada de forma diferente. A partir do século 19, a criança se tornou o objeto principal da preocupação e atenção dos pais, com necessidades próprias que devem ser respeitadas.
Dos anos 1980 até os dias de hoje, a criança ganhou ainda mais importância e espaço, passando da margem ao centro da família. Surgiram programas só para elas, lojas de produtos infantis, marcas de roupas só para crianças, entre outros. Tudo isso colocou as crianças no centro das preocupações – e consumo – dos adultos.
(Cidade Nova. maio 2014. Adaptado)
No trecho do 1º parágrafo – As crianças eram consideradas
apenas como homens de tamanho e capacidades reduzidas. – a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
Ano:
Órgão:
Prefeitura de Suzano - SP
Banca:
VUNESP
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
Leia o texto para responder à questão
Das margens ao centro da família
Até o final do século 13, a infância não existia. As crianças eram consideradas apenas como homens de tamanho e capacidades reduzidas.
Como muitas delas morriam ainda pequenas, os adultos não tinham muito apego a elas. Durante muitos séculos, as crianças não eram nem retratadas, já que esse período da vida não era considerado digno de lembranças.
Nada era pensado em função dos pequenos. Só com o avanço do capitalismo, a partir do século 18, a criança passou a ser pensada e tratada de forma diferente. A partir do século 19, a criança se tornou o objeto principal da preocupação e atenção dos pais, com necessidades próprias que devem ser respeitadas.
Dos anos 1980 até os dias de hoje, a criança ganhou ainda mais importância e espaço, passando da margem ao centro da família. Surgiram programas só para elas, lojas de produtos infantis, marcas de roupas só para crianças, entre outros. Tudo isso colocou as crianças no centro das preocupações – e consumo – dos adultos.
(Cidade Nova. maio 2014. Adaptado)
No trecho do 3º parágrafo – Foi só com o avanço do
capitalismo... – a palavra destacada apresenta sentido contrário de
Ano:
Órgão:
Prefeitura de Suzano - SP
Banca:
VUNESP
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
Leia o texto para responder à questão O Tribunal de Apelações do Estado de Nova York está estudando um caso peculiar: o apelo pela libertação de um chimpanzé. Tommy, o símio em questão, não sofre maus-tratos. Mas é obrigado a viver sozinho numa jaula. “O que tem isso de ilegal?” – perguntou a juíza responsável pelo caso, numa primeira audiência. Steve Wise, o responsável pelo pedido de libertação, rebateu: “Manter uma pessoa em confinamento solitário é contra a lei, sim”, ele disse à juíza. O tribunal não chegou ainda a um veredito. Caso a decisão seja favorável ao chimpanzé, será uma revolução: pela primeira vez um animal será solto por ser considerado uma “pessoa”. Teremos estendido o conceito de “humanidade” a outra espécie além do Homo sapiens. Faz mais sentido do que parece. Se você voltar 7 milhões de anos no tempo e procurar bem, vai encontrar indivíduos amacacados que são ancestrais tanto do Homo sapiens como dos chimpanzés modernos. Ou seja: você e eles compartilham um mesmo tatata(…)tataravô, que viveu há 70 séculos. Até por isso, um humano é geneticamente mais próximo de um chimpanzé que um chimpanzé é de um gorila. Jared Diamond, um cientista multidisciplinar, resumiu tudo isso com uma frase certeira: “Não é que eles sejam humanos. Nós é que somos mais uma espécie de chimpanzé.” Steve Wise, o advogado que move o pedido pela libertação do chimpanzé nova-iorquino, diz que, se ganhar o caso, vai lutar para que a noção de direitos humanos seja aplicada a qualquer ser vivo com cérebro relativamente complexo – gorilas, orangotangos, elefantes, golfinhos. A lógica é a mesma. (Superinteressante, novembro de 2014. Adaptado) Pode-se afirmar que o Tribunal de Apelações
Ano:
Órgão:
Prefeitura de Suzano - SP
Banca:
VUNESP
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
Leia o texto para responder à questão
O Tribunal de Apelações do Estado de Nova York está estudando um caso peculiar: o apelo pela libertação de um chimpanzé. Tommy, o símio em questão, não sofre maus-tratos. Mas é obrigado a viver sozinho numa jaula. “O que tem isso de ilegal?” – perguntou a juíza responsável pelo caso, numa primeira audiência. Steve Wise, o responsável pelo pedido de libertação, rebateu: “Manter uma pessoa em confinamento solitário é contra a lei, sim”, ele disse à juíza. O tribunal não chegou ainda a um veredito. Caso a decisão seja favorável ao chimpanzé, será uma revolução: pela primeira vez um animal será solto por ser considerado uma “pessoa”. Teremos estendido o conceito de “humanidade” a outra espécie além do Homo sapiens. Faz mais sentido do que parece. Se você voltar 7 milhões de anos no tempo e procurar bem, vai encontrar indivíduos amacacados que são ancestrais tanto do Homo sapiens como dos chimpanzés modernos. Ou seja: você e eles compartilham um mesmo tatata(…)tataravô, que viveu há 70 séculos. Até por isso, um humano é geneticamente mais próximo de um chimpanzé que um chimpanzé é de um gorila. Jared Diamond, um cientista multidisciplinar, resumiu tudo isso com uma frase certeira: “Não é que eles sejam humanos. Nós é que somos mais uma espécie de chimpanzé.” Steve Wise, o advogado que move o pedido pela libertação do chimpanzé nova-iorquino, diz que, se ganhar o caso, vai lutar para que a noção de direitos humanos seja aplicada a qualquer ser vivo com cérebro relativamente complexo – gorilas, orangotangos, elefantes, golfinhos. A lógica é a mesma. (Superinteressante, novembro de 2014. Adaptado)
Interpretando-se a frase de Steve Wise, no segundo
parágrafo, conclui-se:
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