Questões de Concursos Públicos - Pedagogia
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Q32478
IV - UFG - 2015 - UFG - Pedagogo - Orientação Educacional ou Psicopedagogia
Na década de 1980, a legislação nacional brasileira definiu
que a orientação educacional deveria ocupar-se do aconselhamento
vocacional e, por isso, o que antes era apenas
uma área da orientação educacional, passa a ser confundida
com a própria. Essa indicação dá um sentido novo ao
Ensino Fundamental e Médio, que passam a incluir
Q32477
IV - UFG - 2015 - UFG - Pedagogo - Orientação Educacional ou Psicopedagogia
Leia o excerto.
Pode-se dizer que o campo de atuação do orientador educacional
era, inicialmente, apenas e tão somente focalizar o
atendimento ao aluno, aos seus “problemas”, à sua família,
aos seus “desajustes” escolares, etc., pouco ou quase nada
voltado à autonomia do aluno e à sua contextualização
como cidadão. Depois, voltou-se à prestação de serviços,
mas sempre com o objetivo de ajustamento ou prevenção
(PASCOAL; HONORATO; ALBUQUERQUE, 2008).
A partir da leitura conclui-se que a orientação educacional
no Brasil tem cumprido, em grande medida, um papel
Q32476
IV - UFG - 2015 - UFG - Pedagogo - Orientação Educacional ou Psicopedagogia
A visão contemporânea da orientação educacional aponta
para o aluno como centro da ação pedagógica, cabendo
ao orientador educacional atender
Q32475
IV - UFG - 2015 - UFG - Pedagogo - Orientação Educacional ou Psicopedagogia
Na articulação com as famílias dos estudantes e na criação
de ambientes socioeducativos, cabe ao orientador educacional
Q32474
IV - UFG - 2015 - UFG - Pedagogo - Orientação Educacional ou Psicopedagogia
Leia a citação.
Há que se considerar razões de natureza psicológica
para a não-divulgação dos dados. Trata-se do “efeito
Rosenthal” ou “profecia autorrealizável”, segundo a
qual, quando um professor desenvolve expectativas
de que um aluno ou grupo de alunos irá ter insucesso
escolar, tais expectativas podem se transformar, inconscientemente,
por parte do professor, em fator ou
causa do respectivo fracasso daqueles alunos.
GIACAGLIA, L. R. A. Orientação educacional na prática: princípios, técnicas,
instrumentos. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2002.
p.10.
De acordo com a citação apresentada, fazem parte do trabalho
do orientador educacional:
Q32473
IV - UFG - 2015 - UFG - Pedagogo - Orientação Educacional ou Psicopedagogia
Quando atuante na esfera da educação infantil, o orientador
educacional deve saber que há dois grandes objetivos
a serem desenvolvidos com as crianças de zero a seis
anos, a saber:
Q32472
IV - UFG - 2015 - UFG - Pedagogo - Orientação Educacional ou Psicopedagogia
Leia o texto a seguir.
Conceber e nomear o 'fazer testes', o 'dar notas', por avaliação
é uma atitude simplista e ingênua! Significa reduzir o
processo avaliativo, de acompanhamento e ação com base
na reflexão, a parcos instrumentos auxiliares desse processo,
como se nomeássemos por bisturi um procedimento
cirúrgico.
HOFFMANN, J. Avaliação mito e desafio: uma perspectiva construtivista.
29. ed. Porto Alegre: Mediação, 2000. p. 53.
O excerto indica que a avaliação da aprendizagem deve
garantir acompanhamento e ação com base na reflexão.
Tal perspectiva indica um modelo de avaliação
Q32471
IV - UFG - 2015 - UFG - Pedagogo - Orientação Educacional ou Psicopedagogia
Para ter sucesso, o orientador educacional precisa construir
uma relação de confiança que permita administrar os
diferentes pontos de vista, ter a habilidade de negociar e
prever ações. Do contrário, passa a se dedicar aos incêndios
diários. Nesse sentido, o que ajuda a evitar a dispersão
é:
Q32470
IV - UFG - 2015 - UFG - Pedagogo - Orientação Educacional ou Psicopedagogia
Analisando-se as tendências atuais nos estudos sobre a
educação, identifica-se a existência de uma literatura que
reduz o trabalho educativo a um conjunto de competências
e capacidades. Essa vertente ressalta essencialmente qual
dimensão da ação pedagógica?
Q32469
IV - UFG - 2015 - UFG - Pedagogo - Orientação Educacional ou Psicopedagogia
Leia o texto a seguir.
O desenvolvimento humano é algo complexo e demanda
esforços também humanos para o seu aprimoramento. De
todas as premissas das quais se pode partir, uma parece
de incontornável necessidade para o desenvolvimento de
qualquer esforço educacional: ninguém nasce portador da
virtude. Outra premissa também incontornável é a de que
a virtude é uma habilidade ética fundamentalmente humana,
potencialmente presente em toda pessoa humana,
e suscetível de ser ensinada. Se existem inclinações humanas
constatáveis em toda criança ou adolescente em
formação, não é verdadeiro afirmar que todos estão predestinados
ou ao bem ou ao mal; pessoas se constituem,
em contextos sociais específicos, e são, em grande parte,
mas não exclusivamente, condicionadas por seu contexto
social, econômico, humano e histórico.
A personalidade será, portanto, ao longo do período escolar,
uma resultante de