Questões de Concursos Públicos - Medicina

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Q16142 UPENET/IAUPE - 2026 - SES-PE - Obstetrícia e Ginecologia
Ano: 2026
Órgão: SES-PE
Banca: UPENET/IAUPE
Matéria: Medicina
Assunto: Ginecologia e Obstetrícia

Uma paciente de 29 anos, G0P0, procura consulta relatando irritabilidade intensa, labilidade emocional, sensação de “inchaço”, cefaleia e hipersensibilidade mamária que surgem regularmente cerca de 7 dias antes da menstruação e cessam completamente no primeiro dia do fluxo. Refere prejuízo importante no trabalho e conflitos frequentes com familiares nesse período. Seu ciclo menstrual é regular, 28/28 dias. Nega uso de medicamentos, não faz terapia e não tem histórico psiquiátrico prévio. O quadro já permanece por alguns ciclos com impacto funcional significativo. Considerando o quadro e as evidências atuais, qual é a conduta inicial mais adequada? 
Q16141 UPENET/IAUPE - 2026 - SES-PE - Obstetrícia e Ginecologia
Ano: 2026
Órgão: SES-PE
Banca: UPENET/IAUPE
Matéria: Medicina
Assunto: Ginecologia e Obstetrícia

Uma mulher de 34 anos, nuligesta, procura atendimento por dispareunia profunda, dismenorreia progressiva e desconforto pélvico crônico há 2 anos. Refere que, apesar do uso regular de anti-inflamatórios, a dor tem piorado. Seu ciclo é regular. Ela tentou engravidar por um ano sem sucesso. Ao exame físico, apresenta sensibilidade acentuada ao toque profundo do fundo de saco vaginal e nódulo palpável na região do ligamento uterossacro direito. Foi realizado ultrassom transvaginal com preparo intestinal, que evidenciou espessamento fibromuscular retrocervical com infiltração de 0,8 cm, ovário direito com endometrioma de 3,2 cm e mobilidade uterina diminuída. Considerando as recomendações clínicas atuais, qual é a melhor conduta inicial?  
Q16140 UPENET/IAUPE - 2026 - SES-PE - Obstetrícia e Ginecologia
Ano: 2026
Órgão: SES-PE
Banca: UPENET/IAUPE
Matéria: Medicina
Assunto: Ginecologia e Obstetrícia

Uma mulher de 22 anos, previamente saudável, procura o pronto-atendimento com dor pélvica intensa há 3 dias, pior à mobilização. Refere corrimento amarelado, febre de 38,5 °C e sangramento intermenstrual leve. Nega uso de DIU. Ao exame físico, apresenta dor à mobilização do colo uterino, dor anexial bilateral e sensibilidade abdominal inferior sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais: leucócitos: 14.800/mm³, PCR: 6 mg/dL, β-hCG: negativo, testes para clamídia e gonococo: coletados, resultado pendente. Ultrassonografia transvaginal com espessamento das tubas uterinas, sem abscesso e leve líquido livre em fundo de saco. A paciente se mantém estável hemodinamicamente e tolera via oral.  Qual é a conduta mais adequada nesse momento segundo diretrizes atuais? 
Q16139 UPENET/IAUPE - 2026 - SES-PE - Obstetrícia e Ginecologia
Ano: 2026
Órgão: SES-PE
Banca: UPENET/IAUPE
Matéria: Medicina
Assunto: Ginecologia e Obstetrícia

Um casal procura atendimento por infertilidade há 24 meses. A mulher tem 32 anos, ciclos regulares de 28–30 dias, sem dismenorreia significativa e sem histórico de cirurgia pélvica. IMC 23 kg/m². O parceiro tem 35 anos, sem comorbidades e sem uso de medicamentos. USG TV com útero normal; contagem de folículos antrais de 18.TSH e prolactina normais, histerossalpingografia com trompas pérvias. Hormônio Antimuleriano 2,8ng/mL. Espermograma normal.   Qual é a conduta inicial mais apropriada? 
Q16138 UPENET/IAUPE - 2026 - SES-PE - Obstetrícia e Ginecologia
Ano: 2026
Órgão: SES-PE
Banca: UPENET/IAUPE
Matéria: Medicina
Assunto: Ginecologia e Obstetrícia

Paciente de 55 anos, G0 P0, menopausa há quatro anos, com queixas de sangramento genital moderado, vermelho vivo, há uma semana. Nega dor ou mal cheiro. Exame físico sem alterações. USG TV: útero de 100 cm3, eco endometrial de 0,9 cm, anexos diminuídos. De acordo com o quadro acima, assinale a alternativa que destaca a melhor conduta. 
Q16136 UPENET/IAUPE - 2026 - SES-PE - Medicina da Família e da Comunidade - Saúde do Campo, da Floresta e das Águas
Ano: 2026
Órgão: SES-PE
Banca: UPENET/IAUPE
Matéria: Medicina
Assunto: Médico da Família

Um médico de família atua em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) localizada em uma zona rural remota, onde o tempo de transporte para o Centro de Atendimento de Urgência mais próximo excede duas horas. Ciente das limitações geográficas, ele organiza, em conjunto com a equipe eMulti (nutricionista, psicólogo e profissional de educação física), um programa de prevenção primária para a população local de alto risco cardiovascular. Qual estratégia deve ser priorizada pela equipe multidisciplinar para reduzir, de forma efetiva, a carga do AVC no território?   
Q16135 UPENET/IAUPE - 2026 - SES-PE - Medicina da Família e da Comunidade - Saúde do Campo, da Floresta e das Águas
Ano: 2026
Órgão: SES-PE
Banca: UPENET/IAUPE
Matéria: Medicina
Assunto: Médico da Família

Durante uma reunião de equipe de Saúde da Família, o médico discute estratégias de prevenção primária fundamentadas no impacto epidemiológico dos fatores de risco para doenças cerebrovasculares. Considerando as evidências contidas nos documentos oficiais sobre a promoção à saúde e a prevenção do AVCi, qual das seguintes estratégias apresenta o maior potencial de redução da carga da doença no território e está CORRETA quanto à sua fundamentação? 
Q16134 UPENET/IAUPE - 2026 - SES-PE - Medicina da Família e da Comunidade - Saúde do Campo, da Floresta e das Águas
Ano: 2026
Órgão: SES-PE
Banca: UPENET/IAUPE
Matéria: Medicina
Assunto: Cardiologia e Alterações Vasculares

Um paciente de 62 anos, com histórico de AVC isquêmico prévio de etiologia aterotrombótica há 6 meses, retorna para acompanhamento longitudinal com o médico de família. Ele apresenta hipertensão e diabetes melito tipo 2. Para a prevenção secundária eficaz e redução do risco de recorrência, qual conjunto de metas e condutas deve ser rigorosamente perseguido pelo médico, conforme as diretrizes de prevenção secundária?
Q16130 UPENET/IAUPE - 2026 - SES-PE - Medicina da Família e da Comunidade - Saúde do Campo, da Floresta e das Águas
Ano: 2026
Órgão: SES-PE
Banca: UPENET/IAUPE
Matéria: Medicina
Assunto: Doenças Infecto-Parasitárias

Um paciente de 45 anos, sexo masculino, recebeu alta por cura de hanseníase multibacilar (MB) há quatro anos. Atualmente, retorna à Unidade Básica de Saúde queixando-se de sensação de queimação e formigamento persistente em ambas as mãos e pés, com piora noturna, que tem impactado seu sono e qualidade de vida. Ao exame físico e realização da Avaliação Neurológica Simplificada (ANS), nota-se que não houve alteração nos limiares de sensibilidade (testados com monofilamentos de estesiômetro) nem na força muscular em relação ao exame da alta. Os nervos periféricos não apresentam dor à palpação ou espessamentos novos. Diante deste quadro clínico e das diretrizes do PCDT, qual é a conduta e o diagnóstico mais prováveis?  
Q16129 UPENET/IAUPE - 2026 - SES-PE - Medicina da Família e da Comunidade - Saúde do Campo, da Floresta e das Águas
Ano: 2026
Órgão: SES-PE
Banca: UPENET/IAUPE
Matéria: Medicina
Assunto: Dermatologia

Um paciente de 38 anos apresenta-se à consulta com quatro lesões cutâneas hipocrômicas, com perda de sensibilidade térmica e dolorosa, localizadas no tronco. Durante a Avaliação Neurológica Simplificada (ANS), o médico identifica espessamento neural com dor à palpação no nervo ulnar direito e no nervo fibular comum esquerdo, acompanhado de redução da força muscular (grau 3) na dorsiflexão do pé esquerdo. A baciloscopia de raspado intradérmico foi negativa (IB=0). Segundo as diretrizes atuais, qual a classificação operacional e o esquema terapêutico inicial?