Questões de Concursos Públicos - Jornalismo

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Q48301 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Jornalismo
Assunto: Assessoria de Comunicação no Jornalismo

Assessorias de comunicação precisam gerir crises institucionais. É atribuição de um comitê de crise:
Q48300 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Jornalismo
Assunto: Jornalismo Especializado

Leia os textos a seguir.                     Atualização do Facebook e Twitter da UFG Mantidos pela Ascom, o Facebook/UFG (criado em fevereiro de 2012) e o Twitter/UFG (criado em julho de 2009) destinam-se à divulgação de novidades sobre serviços, ensino e pesquisa. As notícias postadas são curtas e objetivas. A partir de 2014, os comentários dos internautas são quantificados e analisados pela Ascom, de modo a levantar as preferências do usuário. A Ascom também passou a estudar a linguagem específica destes veículos para adequação do conteúdo, de forma a ter maior alcance das notícias nessas redes. Em setembro de 2014, a UFG chega a 42 mil curtidas no Facebook e 25,3 mil seguidores no Twitter. UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS. Disponível em:. Acesso em: 5 abr. 2015. Os textos apresentados indicam que 
Q48299 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Jornalismo
Assunto: Assessoria de Comunicação no Jornalismo

Leia a definição a seguir. Material pago veiculado sob a forma de matéria jornalística e muitas vezes produzido por assessores de imprensa sob a encomenda de agências de publicidade. DUARTE, Jorge. Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003. p. 251. A descrição apresentada refere-se ao seguinte produto:
Q48298 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Jornalismo
Assunto: Gêneros Jornalísticos

Na categoria Jornalismo Opinativo, segundo Melo (2003, p.113), há um gênero que surgiu como “tentativa de quebrar o monopólio opinativo editorial” e realiza “uma apreciação valorativa de determinados fatos”. Nesse caso, o jornalista tem a oportunidade de emitir suas próprias opiniões, que não representam, necessariamente, a opinião da empresa jornalística, devendo responsabilizar-se por elas. O gênero em questão é
Q48296 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Jornalismo
Assunto: Teorias da Comunicação

Traquina (2005) defende que o estudo do jornalismo constitui campo científico e esboça teorias que o definem. Para ele, a teoria do espelho
Q48294 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Jornalismo
Assunto: Ética Jornalística

A resenha ou a crítica é o gênero jornalístico que se ocupa da apreciação de obras de arte e produtos da indústria cultural com o objetivo de orientar tanto a fruição quanto o consumo. Segundo Piza (2003), uma boa resenha deve conter as mesmas características de um texto jornalístico no que tange à clareza, objetividade e coerência. Deve conter, também, informações sobre a obra, bem como analisar minimamente as qualidades do produto e ir além do objeto analisado. Fraser Bond (apud Melo, 2003) apresenta quatro modalidades de resenhas. São elas:
Q48290 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Jornalismo
Assunto: Formatos Midiáticos

No jornalismo impresso, a entrevista, além de técnica de apuração, dependendo do tratamento (edição) que sofre, torna-se, ela própria, um gênero jornalístico. Pereira Junior (2006, p. 109) apresenta quatro formas básicas de edição de entrevistas. O tipo de entrevista em que o jornalista assume o lugar de ghost writer da fonte consultada é a seguinte:
Q48289 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Jornalismo
Assunto: Técnicas Jornalísticas

O lead se caracteriza por ser o relato principal de um fato, hierarquizado pelo que é mais importante ou mais interessante. A estrutura interna do lead, segundo Lage (2002, p. 31), como proposição completa, está nucleada em sintagma verbal, contém um sujeito, complementos do verbo e quatro ou cinco circunstâncias. A ordenação desses elementos, que começa pelo sintagma nominal ou circunstancial mais importante, caracteriza o lead
Q48288 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Jornalismo
Assunto: Técnicas Jornalísticas

Francisco Karam (2007), em seu texto “A antiguidade greco-romana, o lead e a contemporânea narrativa jornalística”, afirma que, ao contrário do que preconizam alguns manuais, o lead não é prerrogativa exclusiva do jornalismo norte-americano ou inglês. A esse respeito, leia o texto a seguir. “Em Roma, filósofos retomam a tradição grega da Retórica, entre eles o exímio orador Marco Túlio Cícero. Os retores, entre os quais Platão, Aristóteles e Protágoras (cerca de 400 anos antes da era cristã), na Grécia Antiga, já haviam consolidado a ideia de que o discurso deveria ser bem articulado e acessível às massas. A técnica (technikós) já representava a habilidade em fazer, a arte de fazer e, hoje, situa-se como o ‘conjunto de regras práticas ou procedimentos adotados em um ofício de modo a se obter os resultados visados’. A persuasão, que integra o processo de argumentação retórica, já envolvia um modelo de organização do discurso que expunha os fatos, os demonstrava e concluía. No discurso, para os filósofos gregos e, posteriormente, para os filósofos, oradores e juristas romanos antigos, havia já três qualidades essenciais: a brevidade, a clareza e a verossimilhança”. Para que a exposição fosse completa, exigia-se, no entanto, alguns elementos essenciais. Cícero, em Inventione, relacionou os aspectos essenciais para que o texto se tornasse completo. Para o famoso orador romano, era preciso responder as perguntas quem? O quê? Onde? Como? Quando? Com que meios ou instrumentos? E por quê? TEMÁTICA REVISTA ELETRÔNICA. Disponível em: . Acesso em: 12 maio 2015. (Adaptado). Nessa perspectiva, o lead, mais do que designação de um ritmo e uma técnica de produção do discurso jornalístico, implica um sentido filosófico, caracterizando a
Q48287 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Jornalismo
Assunto: Gêneros Jornalísticos

O livro-reportagem, segundo Lima (2009), é um veículo impresso de comunicação jornalística que apresenta reportagens em grau de amplitude, tratamento do tema e liberdade de abordagem superior ao praticado no jornalismo diário. Nesse sentido, ao se considerar as leis fundamentais do jornalismo preconizadas por Otto Groth, ele se diferencia dos demais periódicos jornalísticos em dois aspectos: