Questões de Concursos Públicos - Engenharia Eletrônica
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Q49814
CESGRANRIO - 2015 - LIQUIGÁS - Oficial de Manutenção I - Eletrônica
O esquema acima representa um circuito inversor que usa um amplificador operacional.
Considere que todos os componentes representados no circuito sejam ideais.
Sabendo-se que a relação V0 / Vi = -100, e que o resistor R1 = 1 kΩ, qual o valor, em kΩ, de R2?
Q49813
CESGRANRIO - 2015 - LIQUIGÁS - Oficial de Manutenção I - Eletrônica
Para fins de cálculo, considere todos os elementos do circuito representado abaixo como ideais.
O valor da relação V0 / Vi, ganho de tensão, do circuito é
Q49812
CESGRANRIO - 2015 - LIQUIGÁS - Oficial de Manutenção I - Eletrônica
Ano: 2015
Órgão:
LIQUIGÁS
Banca:
CESGRANRIO
Matéria:
Engenharia Eletrônica
Assunto: Eletrônica Digital na Engenharia Eletrônica
O circuito lógico abaixo será testado usando-se para cada entrada excitações lógicas representadas por: Zero lógico - “0” (falso)
e Um lógico “1” (verdadeiro).
Na condição A = “0”, B = “1”, C = “1” e D = “1”, os valores lógicos das saídas S1, S2 e S são, respectivamente,
Q49811
CESGRANRIO - 2015 - LIQUIGÁS - Oficial de Manutenção I - Eletrônica
Ano: 2015
Órgão:
LIQUIGÁS
Banca:
CESGRANRIO
Matéria:
Engenharia Eletrônica
Assunto: Eletrônica Analógica na Engenharia Eletrônica
O esquema abaixo representa um retificador monofásico de meia onda controlado, que usa um SCR (retificador controlado
de silício), no qual todos os elementos do circuito são ideais.
O circuito de disparo é feito por um divisor de tensão entre o resistor R1 e o resistor variável R2 que fornece a tensão de
disparo ao terminal G do SCR.
Considere que o ângulo de disparo seja medido a partir do ponto em que a senoide de alimentação passa pelo zero (corta
o eixo horizontal), com inclinação crescente (positiva).
Nessas condições, qual é o valor limite máximo, em graus, do ângulo de disparo permitido com esse circuito?
Dados
√2 = 1,4
√3 = 1,7
π = 3,14
Q49810
CESGRANRIO - 2015 - LIQUIGÁS - Oficial de Manutenção I - Eletrônica
Ano: 2015
Órgão:
LIQUIGÁS
Banca:
CESGRANRIO
Matéria:
Engenharia Eletrônica
Assunto: Eletrônica Digital na Engenharia Eletrônica
Qual é a função lógica S do circuito lógico representado na Figura acima?
Q49488
FCC - 2015 - DPE-SP - Engenheiro de Telecomunicação
Ano: 2015
Órgão:
DPE-SP
Banca:
FCC
Matéria:
Engenharia Eletrônica
Assunto: Eletrônica Analógica na Engenharia Eletrônica
Os transistores bipolares podem ser utilizados em diversas configurações. A configuração que possibilita ganho em tensão, sem
ganho em corrente é denominada
Q49487
FCC - 2015 - DPE-SP - Engenheiro de Telecomunicação
Considere o circuito elétrico abaixo, com amplificadores operacionais ideais.
Caso Vi = 4 V, em relação ao valor de Vo:
Q49486
FCC - 2015 - DPE-SP - Engenheiro de Telecomunicação
Um projetista elaborou o circuito abaixo com um amplificador operacional típico.
Em relação ao funcionamento desse circuito,
Considerando a arquitetura TCP/IP, pode-se afirmar que a(o):
Ano: 2015
Órgão:
Prefeitura de Cantagalo - RJ
Banca:
FAU
Matéria:
Engenharia Eletrônica
Assunto: Engenharia de Áudio e Telecomunicações
CHATÔ E O BRASIL DE SEMPRE
Ana Waiss ([email protected])
Guilherme Fontes era um novato quando nos anos 1990 passou na frente de Luís Carlos Barreto, cineasta já reconhecido, e fechou com o escritor Fernando Moraes a filmagem de sua biografia sobre Assis Chateaubriand. Começava ali um dos maiores imbróglios do cinema nacional, que ganha mais um capítulo, surpreendendo público e crítica. “Chatô – O Rei do Brasil”, que acaba de estrear nos cinemas do País, é, apesar da inexperiência do diretor na época, um bom filme, construído por uma história espetacular emoldurada por uma atualíssima crítica à estrutura do poder no Brasil. A vida de Assis Chateaubriand é metade do
show. O longa-metragem mostra a desenvoltura com que o paraibano que fundou os “Diários Associados” atravessava a fronteira da malandragem oportunista para o comportamento corrupto a fim de construir seu império. As falcatruas e o total desprezo por qualquer norte ético nos negócios da comunicação, diz Guilherme Fontes, incomodou imprensa atual. Para ele, as críticas motivaram o noticiário – desde aqueles idos, até os dias de hoje – a lembrarem do seu nome como um descumpridor da lei, que fez mau uso de verba pública. Na realidade, não foi a corrupção denunciada
pela história do magnata da imprensa que colocou Fontes na berlinda. Quase duas décadas depois de obter a assinatura do ministro da Cultura Francisco Weffort (1995-2002) em um contrato inédito que lhe permitia captar R$ 12 milhões – da época – por meio de renúncia fiscal para filmar “Chatô”, ainda não conseguia apresentar uma data para chegar às telas. Nesse meio tempo, o diretor cometeu excentricidades com o orçamento, quase todo de origem pública, como convidar a equipe de Francis Ford Copolla para trabalhar no longa ou alugar um castelo francês para as locações famosas pelo exagero nos figurinos. Da turma de Copolla, restou só o excelente
roteiro de Matthew Robbins. Sobre o texto, o ator Marcos Ricca desenvolve uma das suas mais admiráveis atuações, a do empresário que colocou o Brasil na modernidade da comunicação, sem medir esforços e deslizes. Adaptação de:
http://www.istoe.com.br/reportagens/441108_CHATO +E+O+BRASIL+DE+SEMPRE?pathImagens=&path= &actualArea=internalPage, acesso em 28 de novembro de 2015. As palavras sublinhadas, no período abaixo,
classificam-se, morfologicamente, como: Sobre o texto, o ator Marcos Ricca desenvolve
uma das suas mais admiráveis atuações, a do empresário que colocou o Brasil na modernidade da comunicação, sem medir esforços e deslizes.