Questões de Concursos Públicos - VUNESP - 2025 - SES - SP - Residência Médica - Pré-Req em Anestesiologia/Cirurg Cabeça e Pescoço/Cirurg Oncológica/Clín Méd/Geriatria/Mastologia/Med Família e Comunidade/Med Intensiva/Neurologia/Nefrologia/Oncologia Clínica/Pediatria
Resolva questões gratuitas da VUNESP - 2025 - SES - SP - Residência Médica - Pré-Req em Anestesiologia/Cirurg Cabeça e Pescoço/Cirurg Oncológica/Clín Méd/Geriatria/Mastologia/Med Família e Comunidade/Med Intensiva/Neurologia/Nefrologia/Oncologia Clínica/Pediatria. Banco com 49 perguntas de concursos. Prepare-se com simulados e estatísticas de acerto.
Q242398
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Mulher de 47 anos é encaminhada à Unidade Básica de
Saúde após o exame admissional em uma empresa revelar um eletrocardiograma “anormal”. A paciente tem histórico de obesidade e teve pré-eclâmpsia quando estava
grávida de gêmeos. Não há uso de medicamentos, etilismo ou tabagismo. Ela não faz acompanhamento médico,
e o restante da anamnese não é contributivo. Ao exame
físico: frequência cardíaca: 96 bpm; pressão arterial:
136 x 82 mmHg (semelhante em ambos os braços);
IMC: 31 kg/m2; o restante não é digno de nota. Um novo
ECG, realizado agora, é mostrado a seguir: Além do aconselhamento sobre estilo de vida e coleta de
exames laboratoriais, a conduta que apresenta o melhor
próximo passo no manuseio diagnóstico dessa paciente é
Q242397
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Mulher de 31 anos é avaliada em consulta de retorno. Ela
é assintomática, e os medicamentos em uso são: esomeprazol e drospirenona/etinilestradiol, 0,02/0,451 mg por
dia. A história familiar é desconhecida, pois ela foi adotada. Um valor de glicemia de jejum de 106 mg/dL é documentado em um painel metabólico abrangente como parte dos exames laboratoriais anuais de rotina solicitados
por seu médico de atenção primária; o restante do painel
metabólico completo é normal. A dosagem de hemoglobina A1c é 5,6%. A redução da ingestão de carboidratos é
recomendada, e ela realiza um teste oral de tolerância à
glicose de 75 g após 1 mês, que demonstra: glicemia de
jejum: 98 mg/dL; valor de 2 horas de 198 mg/dL. Ao exame físico: altura: 165 cm; peso: 67,1 kg; não há acantose;
ela não apresenta estigmas físicos de excesso de cortisol,
como plenitude pré-auricular, estrias pigmentadas largas
ou fraqueza proximal. Nesse momento, o próximo passo de maior relevância no
manejo dessa paciente é
Q242396
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Mulher de 19 anos procura assistência médica na Unidade Básica de Saúde com corrimento vaginal. Ela é
sexualmente ativa com um parceiro regular e relata uso
inconsistente de preservativo. O histórico é relevante por
alergia ao metronidazol e trimetoprima-sulfametoxazol.
Ao exame ginecológico/pélvico: não há lesões cutâneas
externas; nota-se corrimento vaginal fino, branco a cinza; região cervical: não há corrimento ou sensibilidade à
movimentação. Uma amostra de fluido vaginal é coletada
e revela: pH do fluido: 5,5; odor de peixe é observado
com a adição de solução de hidróxido de potássio (KOH).
Amostras são enviadas para teste de PCR para gonococo e clamídia.
Nesse momento, o tratamento inicial recomendado é
Q242395
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Paciente de 83 anos, moradora de uma casa de repouso, é atendida por uma abrasão na córnea. Ela é tratada com pomada oftálmica antibiótica e um curativo ocular, com planos de reexaminá-la em 48 horas. Mais tarde naquela noite, a equipe
de cuidados da casa de repouso telefona para informar ao médico que ela estava muito confusa. Em relação à principal hipótese diagnóstica para a evolução descrita, nesse momento, a medida de maior relevância a
ser indicada é
Q242394
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Paciente do sexo feminino, de 72 anos, portadora de nefropatia diabética com disfunção renal grave (clearance de
creatinina de 14 mL/min/1,73 m2) e insuficiência cardíaca de classe funcional II (NYHA), apresenta dor torácica atípica há
uma semana, irradiada para dorso, com melhora em posição sentada e piora ao decúbito. Refere febre baixa e cansaço
progressivo na chegada à UPA. Ao exame físico: PA: 110 × 68 mmHg, FC: 98 bpm, bulhas normofonéticas com atrito
pericárdico audível, sem sopros, ausculta pulmonar limpa. Exames laboratoriais iniciais: ureia: 198 mg/dL; creatinina:
4,8 mg/dL; potássio: 4,9 mEq/L; troponina levemente aumentada, sem elevação dinâmica. Realizou o eletrocardiograma
mostrado a seguir: Diante do quadro clínico, a estratégia terapêutica correta é
Q242393
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Paciente do sexo masculino, de 58 anos, portador de
diabetes mellitus do tipo 2, dislipidemia e doença arterial
coronariana, é admitido no pronto-socorro com cefaleia
intensa, turvação visual e dispneia súbita há dois horas.
Ao exame físico: PA: 220 × 130 mmHg, FC: 96 bpm,
SpO2: 94% em ar ambiente, crepitações bibasais e B3
audível. A gasometria arterial demostra hipoxemia leve, e
a radiografia de tórax é mostrada a seguir: Com base no quadro clínico, é correto afirmar que o diagnóstico e a conduta inicial são, correta e respectivamente:
Q242392
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De acordo com as recomendações da AMIB e os critérios
de Berlim para SDRA, é indicada a ventilação mecânica
protetora isolada (sem necessidade imediata de manobras de recrutamento ou estratégias avançadas) como
tratamento inicial da síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) quando houver SDRA
Q242391
VUNESP - 2025 - SES - SP - Residência Médica - Pré-Req em Anestesiologia/Cirurg Cabeça e Pescoço/Cirurg Oncológica/Clín Méd/Geriatria/Mastologia/Med Família e Comunidade/Med Intensiva/Neurologia/Nefrologia/Oncologia Clínica/Pediatria
Mulher de 58 anos, hipertensa e tabagista, apresenta
cefaleia em trovoada iniciada durante atividade física na
academia, com náuseas, vômitos e discreta rigidez de
nuca. Fundoscopia: margens papilares levemente borradas bilateralmente. Ao exame: consciente, orientada,
PA: 160/95 mmHg, Glasgow 15, sem sinais focais ao
exame neurológico. Tomografia computadorizada de crânio sem contraste, realizada 8 horas após o início dos
sintomas, não evidencia alterações agudas. Considerando a hipótese diagnóstica mais provável e
as evidências atuais sobre a sensibilidade dos métodos
diagnósticos nesse contexto, qual é a conduta mais apropriada?
Q242390
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Homem de 65 anos, etilista crônico (60 g/dia por 30
anos), com diabetes mellitus tipo 2 mal controlada há 15
anos, procura atendimento referindo dormência e queimação crônica em pés e mãos há 2 anos, com piora progressiva nos últimos 6 meses. Relata também episódios
de tontura postural, disfunção erétil, perda ponderal não
intencional de 8 kg no último ano e parestesias assimétricas (pé esquerdo pior que direito). Nega xerostomia ou
xeroftalmia. Pai faleceu aos 70 anos com “problemas nos
nervos das pernas”. Exame físico: sensibilidade dolorosa
e tátil reduzidas em “bota e luva” (assimetria discreta, pé
E > D), hipopalestesia até tornozelos, arreflexia aquiliana bilateral, arreflexia patelar à esquerda, teste monofilamento alterado bilateralmente, hipotensão ortostática
(PA supina: 130/80 mmHg, em pé: 95/60 mmHg sem
compensação após 3 minutos). Força muscular preservada. Fenômeno de Raynaud ausente. Sem linfonodomegalia. Exames complementares: eletroneuromiografia
(ENM): redução assimétrica de amplitudes sensitivas e
motoras distais (E > D), velocidades de condução moderadamente reduzidas (30–35 m/s em membros inferiores), latências distais aumentadas, padrão misto axonal-
-desmielinizante. Ondas F ausentes. Sem bloqueios de
condução. Hemograma: normal. Glicemia: 180 mg/dL;
HbA1c: 9,8%. Função renal, eletrólitos, função hepática:
normais. Vitamina B12: 220 pg/mL (normal: 200–900).
VHS: 22 mm/h; PCR: 0,8 mg/dL. Sorologias HIV, HTLV,
hepatites B/C, sífilis: não reagentes. ANA: 1:80 padrão
nuclear fino; FAN específicos negativos.
Considerando o quadro de polineuropatia periférica sensitivo-motora com predomínio de fibras finas (dor neuropática e disautonomia), padrão misto axonal-desmielinizante na ENMG, e a necessidade de avaliar extensão
e prognóstico da doença, qual conduta complementar é
mais apropriada nesse momento?
Q242389
VUNESP - 2025 - SES - SP - Residência Médica - Pré-Req em Anestesiologia/Cirurg Cabeça e Pescoço/Cirurg Oncológica/Clín Méd/Geriatria/Mastologia/Med Família e Comunidade/Med Intensiva/Neurologia/Nefrologia/Oncologia Clínica/Pediatria
Mulher de 28 anos, obesa (IMC 34 kg/m2), chega ao
pronto-socorro com cefaleia progressiva há 3 semanas,
de caráter pulsátil e holocraniana, pior ao despertar e
com manobras de Valsalva. Relata episódios de obscurecimentos visuais transitórios (< 30 segundos) principalmente ao levantar-se rapidamente, além de zumbido
pulsátil bilateral. Nega febre, déficits focais ou alterações
visuais persistentes. Exame neurológico: papiledema
bilateral à fundoscopia, sem outros achados focais. Ressonância magnética de crânio: ventrículos de dimensões
normais, sela túrcica parcialmente vazia, discreto achatamento posterior dos globos oculares, sem lesões expansivas. Angiorressonância venosa: sem sinais de trombose venosa cerebral. Qual é a hipótese diagnóstica mais provável e qual exame é essencial para confirmar o diagnóstico e orientar o
tratamento?