Questões de Concursos Públicos - Prefeitura de Cacimbinhas - AL - 2015 - Prefeitura de Cacimbinhas - AL - Professor de Ciências

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Q37819 Prefeitura de Cacimbinhas - AL - 2015 - Prefeitura de Cacimbinhas - AL - Professor de Ciências
Ano: 2015
Matéria: Português
Assunto: Ortografia

Assinale a alternativa incorreta, considerando a acentuação das palavras "trágico", auréola" e "plêiade" e o novo acordo ortográfico.
Q37818 Prefeitura de Cacimbinhas - AL - 2015 - Prefeitura de Cacimbinhas - AL - Professor de Ciências
Ano: 2015
Matéria: Português
Assunto: Problemas da língua culta

Assinale a frase correta.
Q37817 Prefeitura de Cacimbinhas - AL - 2015 - Prefeitura de Cacimbinhas - AL - Professor de Ciências
Ano: 2015
Matéria: Português
Assunto: Crase

Assinale a alternativa em que o emprego do acento da crase está correto.
Q37816 Prefeitura de Cacimbinhas - AL - 2015 - Prefeitura de Cacimbinhas - AL - Professor de Ciências
Ano: 2015
Matéria: Português
Assunto: Morfologia

No contexto do período “Sob os escombros do passado, o personagem nos contará as tentativas de acerto de contas com antigos fantasmas materializados nas mulheres marcantes de sua vida: a mãe do melhor amigo de infância, a sobrinha de uma empregada do colégio de padres, uma prostituta de luxo em Istambul – todas presentes também, de alguma maneira, na figura atormentada da ex-mulher desaparecida (...),os dois pontos assumem um sentido equivalente ao da seguinte expressão:
Q37815 Prefeitura de Cacimbinhas - AL - 2015 - Prefeitura de Cacimbinhas - AL - Professor de Ciências
Ano: 2015
Matéria: Português
Assunto: Morfologia

No contexto do período “Continuou a conversa interrompida com a senhora gorda ,que tinha muitos brilhantes ,mas uma terrível falta de ouvido, porque não se pode ter tudo”. A relação básica expressa pela conjunção em negrito é de : 
Q37814 Prefeitura de Cacimbinhas - AL - 2015 - Prefeitura de Cacimbinhas - AL - Professor de Ciências
Ano: 2015
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

Rios sem discurso- João Cabral de Melo Neto. Quando um rio corta, corta-se de vez o discurso-rio de água que ele fazia; a água se quebra em pedaços, poços de água, em água paralítica. Em situação de poço, a água equivale a uma palavra em situação dicionária: isolada, estanque no poço dela mesma, e porque assim estanque, estancada; e mais: porque assim estancada, muda, e muda porque com nenhuma comunica, porque cortou-se a sintaxe desse rio o fio de água por que ele discorria. O curso de um rio, seu discurso-rio, chega raramente a se reatar de vez; um rio precisa de muito fio de água para refazer o fio antigo que o fez. Salvo a grandiloquência de uma cheia lhe impondo interina outra linguagem, um rio precisa de muita água em fios para que todos os poços se enfrasem: se reatando, de um para outro poço, em frases curtas, então frase e frase, até a sentença-rio do discurso único em que se tem voz a seca ele combate. MELO NETO, João Cabral de. Antologia Poética. 7. ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1989 Sobre o poema Rios sem discurso de João Cabral de Melo Neto, podemos inferir que:
Q37813 Prefeitura de Cacimbinhas - AL - 2015 - Prefeitura de Cacimbinhas - AL - Professor de Ciências
Ano: 2015
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

Catar Feijão Catar feijão se limita com escrever: joga-se os grãos na água do alguidar e as palavras na folha de papel; e depois, joga-se fora o que boiar. Certo, toda palavra boiará no papel, água congelada, por chumbo seu verbo: pois para catar esse feijão, soprar nele, e jogar fora o leve e oco, palha e eco. Ora, nesse catar feijão entra um risco: o de que entre os grãos pesados entre um grão qualquer, pedra ou indigesto, um grão imastigável, de quebrar dente. Certo não, quando ao catar palavras: a pedra dá à frase seu grão mais vivo: obstrui a leitura fluviante, flutual, açula a atenção, isca-a como o risco. João Cabral de Melo Neto MELO NETO, João Cabral de. Antologia Poética. 7. ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1989. Analisando o poema catar feijão, de João Cabral de Melo Neto ,compreendemos que :
Q37812 Prefeitura de Cacimbinhas - AL - 2015 - Prefeitura de Cacimbinhas - AL - Professor de Ciências
Ano: 2015
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

Texto 1 Já era tarde. Augusto amava deveras, e pela primeira vez em sua vida; e o amor, mais forte que seu espírito, exercia nele um poder absoluto e invencível. Ora, não há ideias mais livres que as do preso; e, pois, o nosso encarcerado estudante soltou as velas da barquinha de sua alma, que voou, atrevida, por esse mar imenso da imaginação; então começou a criar mil sublimes quadros e em todos eles lá aparecia a encantadora Moreninha, toda cheia de encantos e graças. Viu-a, com seu vestido branco, esperando-o em cima do rochedo, viu-a chorar, por ver que ele não chegava, e suas lágrimas queimavam-lhe o coração. (Joaquim Manuel de Macedo. A Moreninha. São Paulo: Ática, 1997, p. 125. ) Texto 2 Quadrilha João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história. (Carlos Drummond de Andrade. Reunião. Rio de Janeiro: José Olympio, 1973, p. 19.) Nos textos 1 e 2, uma mesma temática é trabalhada, com tratamentos diversos, no entanto. Em relação à percepção de amor evidente nos textos de Joaquim Manuel de Macedo e de Carlos Drummond de Andrade relacionam-se todas as assertivas, exceto :
Q37811 Prefeitura de Cacimbinhas - AL - 2015 - Prefeitura de Cacimbinhas - AL - Professor de Ciências
Ano: 2015
Matéria: História
Assunto: História do Brasil

Analise a foto abaixo: Folha de São Paulo Após a vitória, Tancredo Neves recebe os cumprimentos de José Sarney e correligionários no Congresso Nacional Em 2015 o Brasil comemora 30 anos do início da Redemocratização. Sobre esse período da história brasileira, é correto afirmar que:
Q37810 Prefeitura de Cacimbinhas - AL - 2015 - Prefeitura de Cacimbinhas - AL - Professor de Ciências
Ano: 2015
Assunto: História e Geografia do Estado de Alagoas

“Pois não se pode falar em história das Alagoas sem referir o açúcar; não se pode escrever o passado econômico ignorando a presença do açúcar; não se pode descrever a sociedade colonial ou imperial sem ligá-la ao domínio do açúcar; enfim, não se pode ignorar, na história das Alagoas, qualquer a dimensão que se a estude ou a interprete, esta presença imperial, soberanamente dominante, quase absorvente, como o próprio massapé da terra que alimentou os canaviais: a do açúcar.” Manoel Diegues Júnior Sobre a importância da cana-de-açúcar para a história de Alagoas, é correto afirmar que: