Questões de Concursos Públicos - FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento

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Q213218 FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento
Ano: 2024
Órgão: SEAD-PI
Banca: FCC
Assunto: Normas e Legislações de Contabilidade Pública

O Quadro dos Ativos e Passivos Financeiros e Permanentes de uma entidade pública, de acordo com o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, apresenta o valor  
Q213217 FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento
Ano: 2024
Órgão: SEAD-PI
Banca: FCC
Assunto: Normas e Legislações de Contabilidade Pública

Os resultados de execução orçamentária, de acordo com a Lei nº 4.320/1964, e patrimonial, de acordo com o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, são impactados, respectivamente,  
Q213216 FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento
Ano: 2024
Órgão: SEAD-PI
Banca: FCC
Assunto: Normas e Legislações de Contabilidade Pública

No Quadro Principal do Balanço Orçamentário referente ao exercicio financeiro de 2023 de um ente estadual, de acordo com o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, constata-se  
Q213215 FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento
Ano: 2024
Órgão: SEAD-PI
Banca: FCC
Assunto: Normas e Legislações de Contabilidade Pública

De acordo com a NBC TSP 03 e o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, 
Q213214 FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento
Ano: 2024
Órgão: SEAD-PI
Banca: FCC
Assunto: Normas e Legislações de Contabilidade Pública

Contas contábeis da classe 6 do Plano de Contas Aplicado ao Setor Publico, de acordo com o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, são utilizadas para o registro contábil  
Q213213 FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento
Ano: 2024
Órgão: SEAD-PI
Banca: FCC
Assunto: Gestão de Politicas Públicas

Nas ultimas décadas, inúmeras politicas sociais de combate à pobreza e distribuição de renda foram implementadas no Brasil, observando-se diferentes resultados quanto aos objetivos alcançados. Sobre as caracteristicas dessas politicas no periodo mais recente: 
Q213212 FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento
Ano: 2024
Órgão: SEAD-PI
Banca: FCC
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

Em seus inúmeros e instigantes ensaios sobre a natureza do subdesenvolvimento, Celso Furtado alerta para os riscos de que dinâmicas de modernização, embaladas pelo ritmo vertiginoso da diversificação do consumo, prevaleçam sobre trajetórias de mudança estrutural, estas capazes de romper efetivamente com nossa condição periférica e seus corolários. |...] É ainda Furtado quem nos recorda que nas economias desenvolvidas, notadamente nas europeias, o grande diferencial da expansão do capitalismo do pós-guerra foi ter promovido um processo de equalização das oportunidades, o que levou sociedades a se tornarem mais iguais, mais homogeneas. [...] A politica social dos anos 2000 apostou no aprofundamento e diversificação do consumo de massa e na intervenção do Estado, visando lastrear a acumulação financeira também na esfera da reprodução social. Essa dinâmica se acelera e se consolida, inibindo trajetórias de mudança estrutural, na contramão do recomendado por pensadores latino-americanos que, como Celso Furtado, idealizaram a superação do subdesenvolvimento. O binômio fortalecimento do mercado interno e industrialização foi substituido por reprimarização e financeinzação, com a preservação da nossa arraigada heterogeneidade estrutural. (Adaplado de: LAVINAS, Lena; GENTIL, Denise L. Brasil anos 2000: a politica social sob regência da financeirização. Novos Estudos, v.37,n.2, p. 191-211, 2018) A contradição fundamental da trajetória do desenvolvimento econômico brasileiro mais recente de que trata o texto acima é: 
Q213211 FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento
Ano: 2024
Órgão: SEAD-PI
Banca: FCC
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

[.--] a despeito das visíveis lacunas existentes na política regional, nesta década de 2000, a trajetória da desconcentração assumiu novos contornos mais benignos, e mesmo o crescimento econômico - que tão bem conviveu ao longo da história brasileira com níveis elevados de desemprego -, passou a se dar em cenário de pleno emprego nos mercados de trabalhos regionais. Avançou-se qualitativamente em relação ao comportamento predominante para a questão regional na década de 1990 marcado pelo baixo crescimento econômico, elevado desemprego e fraca atuação governamental. [...] Do ponto de vista do tratamento da questão territorial, o governo federal construiu uma agenda de fortalecimento das economias regionais que possibilitou uma atuação mais ativa do gasto em investimento federal em prol da desconcentração produtiva. O perfil regional do crescimento continuou sendo mais positivo para as economias ‘periféricas’ nessa fase de recomposição de recursos e instrumentos do desenvolvimento regional. Com isso, estas dltimas apresentaram taxas superiores à média nacional: o Nordeste, com 1,0% acima da média brasileira; o Norte, com 3,5% acima; e a regido Centro-Oeste, 1,7% superior. (Adaptado de: MONTEIRO NETO, Asistides. Desigualdades regionais no Brasil: caracteristicas e tendéncias recentes. Boletim regional, urbano e ambiental, n.9, Ipea, jan.-jun. 2014, pp. 67-81) A respeito das desigualdades regionais do Brasil na década de 2000:  
Q213210 FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento
Ano: 2024
Órgão: SEAD-PI
Banca: FCC
Assunto: Questões Sociais

No que diz respeito às relações entre as realidades rural e urbana no Brasil:  
Q213209 FCC - 2024 - SEAD-PI - Analista Governamental - Especialidade: Planejamento e Orçamento
Ano: 2024
Órgão: SEAD-PI
Banca: FCC
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

Assim como no total da população brasileira, as pessoas de cor ou raça preta ou parda constituem, também, a maior parte da força de trabalho no país. Em 2018, tal contingente correspondeu a 57,7 milhões de pessoas, ou seja, 25,2% a mais do que a população de cor ou raça branca na força de trabalho, que totalizava 46,1 milhões. Entretanto, em relação à população desocupada e à população subutilizada, que inclui, além dos desocupados. os subocupados e a força de trabalho potencial, as pessoas pretas ou pardas são substancialmente mais representadas - apesar de serem pouco mais da metade da força de trabalho (54.9%). elas formavam cerca de % dos desocupados (64,2%) e dos subutilizados (66,1%) na força de trabalho em 2018. (Adaptado de: IBGE. Desigualdades Sociais por cor ou raca no Brasil. Estudos e Pesquisas - Informação Demografica e Socioecondmica, n. 41, 2019) De acordo com as informações contidas no trecho acima, conclui-se: