Questões de Concursos Públicos - CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista

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Q48296 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Jornalismo
Assunto: Teorias da Comunicação

Traquina (2005) defende que o estudo do jornalismo constitui campo científico e esboça teorias que o definem. Para ele, a teoria do espelho
Q48295 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Assunto: Gêneros e Formatos Jornalísticos

Leia a definição a seguir. “As notícias são um processo de produção, definido como a percepção, seleção e transformação de uma matéria-prima (acontecimento) em produto (notícia)” (TRAQUINA, 2005, p. 180). Esse conceito define a teoria
Q48294 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Jornalismo
Assunto: Ética Jornalística

A resenha ou a crítica é o gênero jornalístico que se ocupa da apreciação de obras de arte e produtos da indústria cultural com o objetivo de orientar tanto a fruição quanto o consumo. Segundo Piza (2003), uma boa resenha deve conter as mesmas características de um texto jornalístico no que tange à clareza, objetividade e coerência. Deve conter, também, informações sobre a obra, bem como analisar minimamente as qualidades do produto e ir além do objeto analisado. Fraser Bond (apud Melo, 2003) apresenta quatro modalidades de resenhas. São elas:
Q48293 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Assunto: Gêneros e Formatos Jornalísticos

O uso da pauta nas redações de jornais brasileiros se generalizou a partir da década de 1970. Segundo Lage (2001, p. 39), a origem das pautas de notícias está nos eventos programados, eventos continuados, desdobramentos de fatos geradores de interesse e fatos constatados por observação direta. Já as pautas de reportagens são elaboradas a partir de fatos geradores de interesse editorial. Segundo o autor, o objetivo primordial da pauta é planejar
Q48292 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Assunto: Gêneros e Formatos Jornalísticos

A entrevista como técnica de apuração da notícia e obtenção da informação, segundo Lage (2001), pode ser classificada de acordo com as circunstâncias. A que é considerada a entrevista por excelência ocorre em ambiente controlado, sem hierarquia imposta pela disposição de móveis ou outros aparatos. Nela, o tom da conversa é estabelecido por entrevistador e entrevistado, o que permite o aprofundamento e detalhamento dos pontos abordados. Essa descrição refere-se à entrevista
Q48291 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Assunto: Rotinas Produtivas do Jornalismo

A apuração e a investigação jornalística requerem um processo de abordagem das fontes de informação. Um dos métodos que indica o passo a passo da apuração pela ordem de importância foi proposto por Jacques Mouriquand, conhecido como método caracol ou círculos informacionais (PEREIRA JUNIOR, 2006, p. 85). Nesse método, as fontes devem ser consultadas na seguinte ordem de abordagem:
Q48290 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Jornalismo
Assunto: Formatos Midiáticos

No jornalismo impresso, a entrevista, além de técnica de apuração, dependendo do tratamento (edição) que sofre, torna-se, ela própria, um gênero jornalístico. Pereira Junior (2006, p. 109) apresenta quatro formas básicas de edição de entrevistas. O tipo de entrevista em que o jornalista assume o lugar de ghost writer da fonte consultada é a seguinte:
Q48289 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Jornalismo
Assunto: Técnicas Jornalísticas

O lead se caracteriza por ser o relato principal de um fato, hierarquizado pelo que é mais importante ou mais interessante. A estrutura interna do lead, segundo Lage (2002, p. 31), como proposição completa, está nucleada em sintagma verbal, contém um sujeito, complementos do verbo e quatro ou cinco circunstâncias. A ordenação desses elementos, que começa pelo sintagma nominal ou circunstancial mais importante, caracteriza o lead
Q48288 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Jornalismo
Assunto: Técnicas Jornalísticas

Francisco Karam (2007), em seu texto “A antiguidade greco-romana, o lead e a contemporânea narrativa jornalística”, afirma que, ao contrário do que preconizam alguns manuais, o lead não é prerrogativa exclusiva do jornalismo norte-americano ou inglês. A esse respeito, leia o texto a seguir. “Em Roma, filósofos retomam a tradição grega da Retórica, entre eles o exímio orador Marco Túlio Cícero. Os retores, entre os quais Platão, Aristóteles e Protágoras (cerca de 400 anos antes da era cristã), na Grécia Antiga, já haviam consolidado a ideia de que o discurso deveria ser bem articulado e acessível às massas. A técnica (technikós) já representava a habilidade em fazer, a arte de fazer e, hoje, situa-se como o ‘conjunto de regras práticas ou procedimentos adotados em um ofício de modo a se obter os resultados visados’. A persuasão, que integra o processo de argumentação retórica, já envolvia um modelo de organização do discurso que expunha os fatos, os demonstrava e concluía. No discurso, para os filósofos gregos e, posteriormente, para os filósofos, oradores e juristas romanos antigos, havia já três qualidades essenciais: a brevidade, a clareza e a verossimilhança”. Para que a exposição fosse completa, exigia-se, no entanto, alguns elementos essenciais. Cícero, em Inventione, relacionou os aspectos essenciais para que o texto se tornasse completo. Para o famoso orador romano, era preciso responder as perguntas quem? O quê? Onde? Como? Quando? Com que meios ou instrumentos? E por quê? TEMÁTICA REVISTA ELETRÔNICA. Disponível em: . Acesso em: 12 maio 2015. (Adaptado). Nessa perspectiva, o lead, mais do que designação de um ritmo e uma técnica de produção do discurso jornalístico, implica um sentido filosófico, caracterizando a
Q48287 CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão: UFG
Banca: IV - UFG
Matéria: Jornalismo
Assunto: Gêneros Jornalísticos

O livro-reportagem, segundo Lima (2009), é um veículo impresso de comunicação jornalística que apresenta reportagens em grau de amplitude, tratamento do tema e liberdade de abordagem superior ao praticado no jornalismo diário. Nesse sentido, ao se considerar as leis fundamentais do jornalismo preconizadas por Otto Groth, ele se diferencia dos demais periódicos jornalísticos em dois aspectos: