Questões de Concursos Públicos - COPESE - UFPI - 2015 - UFPI - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais

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Q41651 COPESE - UFPI - 2015 - UFPI - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
Ano: 2015
Órgão: UFPI
Banca: COPESE - UFPI
Matéria: Libras
Assunto: Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais

Magalhães Jr., em seu livro “Sua Majestade, O Intérprete”, publicado no ano de 2007, relata suas experiências profissionais como intérprete. Observe os relatos abaixo: “Não tem qualquer controle sobre a complexidade, a velocidade, a clareza ou a lógica do apresentador. [...] Precisa tomar decisões instantâneas, ininterruptamente.” (p. 20) “A pessoa que tem a palavra faz pausas periódicas em sua fala, a fim de permitir que o intérprete faça o translado da língua original (língua-fonte) à língua dos ouvintes (língua meta).” (p.44) “Técnica conhecida como whispering ou chuchotage, que nada mais é que uma interpretação ao pé do ouvido de um ou dois convidados.” (p.45) Os relatos acima se referem, respectivamente, aos tipos de intepretação:
Q41650 COPESE - UFPI - 2015 - UFPI - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
Ano: 2015
Órgão: UFPI
Banca: COPESE - UFPI
Matéria: Libras
Assunto: Aspectos Linguísticos da Língua Brasileira de Sinais

Um tipo de processo morfológico comum na Língua de Sinais Brasileira é aquele que deriva nomes de verbos. A LSB apresenta padrão regular para a distinção entre nomes e verbos. O parâmetro de formação dos sinais que é alterado neste processo é:
Q41649 COPESE - UFPI - 2015 - UFPI - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
Ano: 2015
Órgão: UFPI
Banca: COPESE - UFPI
Matéria: Libras
Assunto: Educação dos Surdos

Perlin (1998), em sua dissertação “Histórias de vida surda: Identidades em questão”, realiza uma pesquisa junto à comunidade surda e identifica que, neste grupo, havia diferentes identidades surdas, as quais classificou em cinco categorias. Marque a alternativa que apresenta as categorias identificadas pela autora:
Q41648 COPESE - UFPI - 2015 - UFPI - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
Ano: 2015
Órgão: UFPI
Banca: COPESE - UFPI
Matéria: Libras
Assunto: Aspectos Linguísticos da Língua Brasileira de Sinais

“O classificador é, pois, um morfema afixado a um item lexical, atribuindo-lhe, assim, a propriedade de pertencer à determinada classe. [...] Os classificadores funcionam como partes dos verbos em uma sentença, estes sendo chamados de verbos de movimento ou de localização” (FERREIRA, 2010). Com base nas afirmações da autora, são exemplos de verbos de movimento ou localização, EXCETO:
Q41647 COPESE - UFPI - 2015 - UFPI - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
Ano: 2015
Órgão: UFPI
Banca: COPESE - UFPI
Matéria: Libras
Assunto: Educação dos Surdos

Segundo Roberts (1992), há seis competências necessárias para uma boa atuação do profissional tradutor-intérprete. O autor afirma que é necessário possuir “conhecimento requerido para compreender o conteúdo de uma mensagem que está sendo interpretada”. Este tipo de conhecimento inclui-se na categoria da
Q41646 COPESE - UFPI - 2015 - UFPI - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
Ano: 2015
Órgão: UFPI
Banca: COPESE - UFPI
Matéria: Libras
Assunto: Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais

A profissão de tradutor-intérprete de LIBRAS é norteada por alguns preceitos éticos. São preceitos éticos do profissional tradutor-intérprete, EXCETO:
Q41645 COPESE - UFPI - 2015 - UFPI - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
Ano: 2015
Órgão: UFPI
Banca: COPESE - UFPI
Matéria: Libras
Assunto: Aspectos Linguísticos da Língua Brasileira de Sinais

Sobre os verbos com concordância, Liddell (1990) analisa seu comportamento e distingue três situações:
Q41644 COPESE - UFPI - 2015 - UFPI - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
Ano: 2015
Órgão: UFPI
Banca: COPESE - UFPI
Matéria: Libras
Assunto: Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais

Os procedimentos técnicos de tradução visam facilitar a vida do tradutor, pois o profissional tem à sua disposição uma série de procedimentos que efetivamente recobrem o que acontece no ato da tradução. Relacione as colunas, de acordo com a conceituação dos procedimentos de tradução e assinale a opção que indica a sequência CORRETA, de cima para baixo. (1) Tradução palavra-por-palavra (2) Tradução Literal (3) Transposição (4) Melhorias (5) Equivalência ( ) Consiste na mudança de categoria gramatical. ( ) Consiste em substituir um segmento de texto da LO [língua de origem] por outro segmento da LT [língua traduzida], que não o traduz literalmente, mas que lhe é funcionalmente equivalente. ( ) Mantém a semântica estrita, adequando a morfossintaxe às normas gramaticais da LT [língua da tradução] ( ) Consiste em não se repetir na tradução o erro de fato ou outro tipo de erro cometido no TLO [texto da língua de origem]. ( ) A tradução em que determinado segmento textual (palavra, frase, oração) é expresso na LT [língua da tradução] mantendo-se as mesmas categorias numa mesma ordem sintática, utilizando vocábulos cujo semanticismo seja (aproximadamente) idêntico ao dos vocábulos correspondentes no TLO [texto na língua original]
Q41643 COPESE - UFPI - 2015 - UFPI - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
Ano: 2015
Órgão: UFPI
Banca: COPESE - UFPI
Matéria: Libras
Assunto: Educação dos Surdos

De acordo com a Lei nº 12.319/10, o profissional intérprete deve exercer sua profissão com rigor técnico, zelando pelos valores éticos a ela inerentes, pelo respeito à pessoa humana e à cultura do surdo. Em especial, o profissional intérprete de LIBRAS deve zelar:
Q41642 COPESE - UFPI - 2015 - UFPI - Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais
Ano: 2015
Órgão: UFPI
Banca: COPESE - UFPI
Matéria: Libras
Assunto: Aspectos Linguísticos da Língua Brasileira de Sinais

Quadros e Karnopp (2004) realizam uma breve revisão da literatura e apresentam autores com Hockett, Lyons, Lobato dentre outros que enumeram uma lista de traços atribuídos às línguas em geral. Estes traços contribuem para a compreensão das línguas de sinais como línguas naturais. Alguns destes traços estão descritos abaixo e são denominados respectivamente de: I. A forma das palavras e dos sinais não garantem prever seus significados, não há, por exemplo, uma conexão intrínseca à palavra „cão‟ e o animal que o simboliza; II. A língua permite tratar de emoções e sentimentos; dar ordens, fazer perguntas e afirmações. É possível fazer referência ao passado, presente e futuro.