Questões de Concursos Públicos - CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
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Q154200
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
O zumbido, que é definido como uma sensação de som na
ausência de um estímulo sonoro externo correspondente, pode
decorrer de uma série de doenças, sendo a maioria delas
localizada na via auditiva. A respeito desse tema, julgue o próximo os item. A maioria dos pacientes portadores de zumbido possui perda
auditiva associada, como, por exemplo, decorrentes da
exposição a ruído, do envelhecimento ou do uso de agentes
ototóxicos. Por esse motivo, a avaliação audiológica do
paciente com zumbido não é essencial.
Q154199
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
O zumbido, que é definido como uma sensação de som na ausência de um estímulo sonoro externo correspondente, pode decorrer de uma série de doenças, sendo a maioria delas localizada na via auditiva. A respeito desse tema, julgue o próximo os item. Tumores do ângulo pontocerebelar podem gerar zumbido
unilateral associado ou não a perda auditiva assimétrica.
Nesses casos, para a avaliação de lesões retrococleares,
exames complementares como ressonância nuclear
magnética e(ou) BERA sempre devem ser realizados.
Q154198
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
O zumbido, que é definido como uma sensação de som na ausência de um estímulo sonoro externo correspondente, pode decorrer de uma série de doenças, sendo a maioria delas localizada na via auditiva. A respeito desse tema, julgue o próximo os item. Cerume impactado no conduto auditivo externo, alterações
da articulação temporomandibular e o uso de antimaláricos
não são causas de zumbido.
Q154197
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
O zumbido, que é definido como uma sensação de som na ausência de um estímulo sonoro externo correspondente, pode decorrer de uma série de doenças, sendo a maioria delas localizada na via auditiva. A respeito desse tema, julgue o próximo os item. O zumbido no murmúrio (“hum”) venoso é causado pelo
fluxo turbulento na veia jugular. Ele é do tipo pulsátil e piora
com a compressão digital do trajeto da veia jugular interna
ipsilateral ao zumbido, a rotação da cabeça para o lado do
zumbido ou a manobra de Valsalva.
Q154196
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
O zumbido, que é definido como uma sensação de som na ausência de um estímulo sonoro externo correspondente, pode decorrer de uma série de doenças, sendo a maioria delas localizada na via auditiva. A respeito desse tema, julgue o próximo os item. As causas de zumbido rítmico vascular (zumbido pulsátil)
incluem, entre outras: trajeto aberrante da artéria carótida na
caixa timpânica, estenose ou aneurisma da artéria
braquicefálica e da artéria carótida, persistência da artéria
estapediana e fístulas arteriovenosas intracranianas.
Q154195
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
O zumbido, que é definido como uma sensação de som na ausência de um estímulo sonoro externo correspondente, pode decorrer de uma série de doenças, sendo a maioria delas localizada na via auditiva. A respeito desse tema, julgue o próximo os item. A presença de zumbido pulsátil e perda auditiva unilaterais,
associada a lesão vinhosa na caixa timpânica visualizada na
otoscopia, pode corresponder a um tumor glômico timpânico
— neoplasia vascular constituída de células paragangliônicas
que acomete mais homens do que mulheres.
Q154194
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
Um homem com quarenta anos de idade, etilista, vítima
de acidente automobilístico havia uma semana, compareceu ao
pronto atendimento com queixa de otorragia na orelha esquerda,
perda auditiva e paralisia facial à esquerda iniciada 3 dias após o
acidente. O exame físico desse paciente mostrou paralisia facial
periférica de grau IV à esquerda, presença de sangue no conduto
auditivo externo esquerdo e perfuração da membrana timpânica.
O paciente foi submetido a tomografia computadorizada de ossos
temporais que evidenciou linha de fratura longitudinal à
esquerda, com velamento parcial das células mastoideas.
Acerca desse caso clínico e de traumatismos do osso temporal,
julgue o item subsecutivo. As fraturas longitudinais do osso temporal, também
denominadas extralabirínticas, são as fraturas menos comuns
após trauma fechado. As fraturas mais comuns são as
transversais, causadas por impacto occipital.
Q154193
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
Um homem com quarenta anos de idade, etilista, vítima de acidente automobilístico havia uma semana, compareceu ao pronto atendimento com queixa de otorragia na orelha esquerda, perda auditiva e paralisia facial à esquerda iniciada 3 dias após o acidente. O exame físico desse paciente mostrou paralisia facial periférica de grau IV à esquerda, presença de sangue no conduto auditivo externo esquerdo e perfuração da membrana timpânica. O paciente foi submetido a tomografia computadorizada de ossos temporais que evidenciou linha de fratura longitudinal à esquerda, com velamento parcial das células mastoideas.
Acerca desse caso clínico e de traumatismos do osso temporal, julgue o item subsecutivo.
No caso clínico em apreço, a perda auditiva do paciente
provavelmente é do tipo neurossensorial e, portanto,
irreversível.
Q154192
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
Um homem com quarenta anos de idade, etilista, vítima de acidente automobilístico havia uma semana, compareceu ao pronto atendimento com queixa de otorragia na orelha esquerda, perda auditiva e paralisia facial à esquerda iniciada 3 dias após o acidente. O exame físico desse paciente mostrou paralisia facial periférica de grau IV à esquerda, presença de sangue no conduto auditivo externo esquerdo e perfuração da membrana timpânica. O paciente foi submetido a tomografia computadorizada de ossos temporais que evidenciou linha de fratura longitudinal à esquerda, com velamento parcial das células mastoideas.
Acerca desse caso clínico e de traumatismos do osso temporal, julgue o item subsecutivo.
Se o paciente em apreço evoluir com paralisia facial
periférica completa, haverá indicação de realização de
eletroneurografia. Se esse exame mostrar mais de 90% de
degeneração em relação ao lado normal, isso será sugestivo
de mau prognóstico, estando indicada a abordagem cirúrgica
do nervo facial.
Q154191
CESPE / CEBRASPE - 2021 - SESAU - AL - Médico - Especialidade: Otorrinolaringologia
Um homem com quarenta anos de idade, etilista, vítima de acidente automobilístico havia uma semana, compareceu ao pronto atendimento com queixa de otorragia na orelha esquerda, perda auditiva e paralisia facial à esquerda iniciada 3 dias após o acidente. O exame físico desse paciente mostrou paralisia facial periférica de grau IV à esquerda, presença de sangue no conduto auditivo externo esquerdo e perfuração da membrana timpânica. O paciente foi submetido a tomografia computadorizada de ossos temporais que evidenciou linha de fratura longitudinal à esquerda, com velamento parcial das células mastoideas.
Acerca desse caso clínico e de traumatismos do osso temporal, julgue o item subsecutivo.
No caso clínico em questão, devido ao fato de a paralisia
facial periférica do paciente ter ocorrido tardiamente ao
trauma, é correto supor que não houve secção do nervo e
que, portanto, a paralisia é consequência de edema por
concussão.