Questões de Concursos Públicos - SELECON
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SELECON - 2024 - Prefeitura de Lucas do Rio Verde - MT - Professor de Arte - Edital nº 6
De acordo com a Lei Municipal nº 1280 de 07 de junho de
2006 e instituído como Sistema Municipal de Ensino nos termos
da Lei Municipal nº 1629 de 26 de novembro de 2008, compõem
o Conselho Municipal de Educação de Lucas do Rio Verde – MT
o seguinte número de representantes dos professores:
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional implicou na
formulação de uma política pública voltada para os currículos do
ensino básico de forma a oferecer a mesma base de conteúdos,
saberes e fazeres a todo o país sem excluir os saberes regionais.
Essa política foi denominada:
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A LEI N.º 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990 que dispõe sobre
o Estatuto da Criança e do Adolescente, ao abordar do Direito à
Educação, indica que é um dos direitos relacionados ao cotidiano
escolar o direito:
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Bem antes da chegada dos conquistadores europeus,
responsáveis pela completa destruição de civilizações milenares
americanas, durante o I milênio d.C., período chamado de
Clássico, surgiu a primeira cidade mesoamericana, Teotihuacan,
situada num vale do planalto central mexicano, bem antes da
poderosa Civilização Asteca.
Teotihuacan, a “cidade dos deuses”.
https://ensinarhistoria.com.br/teotihuacan-a-cidade-dos-deuses/
Caracterizou a forma de organização da cidade de Teotihuacan:
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SELECON - 2024 - Prefeitura de Lucas do Rio Verde - MT - Professor de História - Edital nº 6
“Embora na concepção de Lutero todos os setores da
vida humana estejam submetidos à vontade de Deus e devam
servir para atender as necessidades das pessoas, ao fazer a
distinção de que o ofício precípuo da Igreja é de ordem espiritual
tão somente, forças políticas, econômicas, sociais e culturais
puderam desabrochar e desenvolver-se sem as amarras às quais
estavam submetidas. A ordem social já não seria mais regrada por
um direito divino imutável, mas por um direito humano, reformável
de acordo com realidades contextuais.”
Walter Altmann, pastor emérito da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil
– IECLB, com doutorado em Teologia pela Universidade de Hamburgo, Alemanha.
Extraído de: https://www.ihuonline.unisinos.br/media/pdf/IHUOnlineEdicao514.pdf
A partir do fragmento acerca de algumas das concepções
luteranas, pode-se afirmar corretamente sobre o momento
bastante conturbado por que passava a Igreja Católica no decorrer
do século XVI, o fato:
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Acerca dos inúmeros quilombos que se formaram por todo
o território brasileiro desde o início da colonização portuguesa,
pode-se considerar que:
“Os quilombos, quando cresciam por uma série de circunstâncias
favoráveis, como, por exemplo, isolamento maior, melhor
fertilidade do solo, possibilidade de recrutar novos membros para
o grupo entre a população escrava, etc., tinham de se organizar
de forma sistemática, criando uma estrutura para a comunidade.
Não eram um conglomerado de negros ‘bárbaros’ (...)”.
(MOURA, Clóvis. Os quilombos e a rebelião negra. Editora Brasiliense. São Paulo,
1987. p. 34.)
Como características e práticas presentes na organização dos
quilombos na América portuguesa e no Brasil Imperial, pode-se
destacar que:
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“[...] não ter raízes significa não ter no mundo um lugar
reconhecido e garantido pelos outros”.
(ARENDT. Hannah. As Origens do totalitarismo: Antissemitismo, Imperialismo,
Totalitarismo. Tradução de Roberto Raposo. São Paulo: Companhia das letras, 2012.)
Após a gestação do fascismo alemão, seja a partir da fundação
em 5 de janeiro de 1919 do Partido do Trabalhador Alemão
que, em 1920, adotou o nome Partido Nacional Socialista dos
Trabalhadores Alemães (NSDAP), seja com a publicização da
obra Mein Kampf, escrito por Hitler após sua rápida passagem
pela prisão, o caminho para a ascensão de Hitler ao poder e a
inauguração do Terceiro Reich, estrava pavimentado.
Pode-se assinalar como fatores que contribuíram para a chegada
dos nazistas ao poder:
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“Na manhã do dia 10 de novembro de 1937, o ‘Diário Oficial’
circulou com a nova Constituição elaborada por Francisco
Campos, conhecida como ‘Polaca’. Tropas policiais cercaram o
Congresso. Nenhuma resistência. Na noite do mesmo dia, Getúlio
Vargas foi ao rádio e leu seu discurso ‘Proclamação ao Povo
Brasileiro’, onde justificava o Estado Novo.”
(TOTA, Antonio Pedro. O Estado Novo. Editora Brasiliense. São Paulo, 1987. p. 23.)
A Ditadura do Estado Novo (1937-1945) representava a
conclusão da obra iniciada em 1930 por Getúlio Vargas, buscando
aperfeiçoar as medidas centralizadoras e autoritárias iniciadas
assim que chegou ao poder anos atrás.
Deve-se considerar e apreender para uma melhor interpretação
sobre esses acontecimentos os seguintes aspectos:
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Diante das dificuldades para que fossem encontradas saídas
para a crise, os militares liderados pelo General Ernesto Geisel
resolveram iniciar uma abertura política institucional “lenta,
gradual e segura”, segundo as palavras do próprio presidente.
Posse do presidente Ernesto Geisel em 15 de março de 1974.
(https://acervo.oglobo.globo.com/incoming/a-trajetoria-de-geisel-de-vargasfh-20071396)
“A eleição do general Ernesto Geisel foi considerada um marco
nessa transição (...). Para tanto, enfrentou os grupos da linha dura,
alterou os comandos militares e procurou lentamente subordinar
ao Ministério da Justiça os aparelhos repressivos militares que
haviam saído do controle.”
(PRIORE, Mary Del. Histórias da Gente Brasileira. Volume 4. República. Testemunhos
(1951 – 2000). Leya, Editora casa dos Mundos. 2019. p. 128.)
Caracterizou esse contexto histórico que assinalou o início do
processo de abertura política e o fim do regime autoritário que
existiu no país entre 1964 e 1985:
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“A necessidade de mercados sempre crescente para seus
produtos impele a burguesia a conquistar todo o globo terrestre.
Ela precisa estabelecer-se, explorar e criar vínculos em todos os
lugares. (...) Pela exploração do mercado mundial, a burguesia
imprime um caráter cosmopolita à produção e ao consumo em
todos os países. Para grande pesar dos reacionários, ela retirou
a base nacional da indústria. As indústrias nacionais tradicionais
foram, e ainda são, a cada dia, destruídas.”
(MARX e ENGELS, K. e F.. O Manifesto Comunista. IN: FILHO, Daniel Aarão (org.).
O Manifesto Comunista 150 anos depois. Editora Fundação Perseu Abramo.
Contraponto Editora. 1ª edição. RJ. 1998. p. 11.)
O atual processo de globalização, ainda em curso, vem
percorrendo a longa estrada que leva ao desenvolvimento do
capitalismo, que se iniciou com a formação do mercado mundial
apontado por Marx e Engels que, nos tempos atuais, apresenta
uma série de características, destacando-se: