Questões de Concursos Públicos - IV - UFG
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IV - UFG - 2015 - UFG - Pedagogo - Orientação Educacional ou Psicopedagogia
Leia a citação.
Há que se considerar razões de natureza psicológica
para a não-divulgação dos dados. Trata-se do “efeito
Rosenthal” ou “profecia autorrealizável”, segundo a
qual, quando um professor desenvolve expectativas
de que um aluno ou grupo de alunos irá ter insucesso
escolar, tais expectativas podem se transformar, inconscientemente,
por parte do professor, em fator ou
causa do respectivo fracasso daqueles alunos.
GIACAGLIA, L. R. A. Orientação educacional na prática: princípios, técnicas,
instrumentos. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2002.
p.10.
De acordo com a citação apresentada, fazem parte do trabalho
do orientador educacional:
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IV - UFG - 2015 - UFG - Pedagogo - Orientação Educacional ou Psicopedagogia
Quando atuante na esfera da educação infantil, o orientador
educacional deve saber que há dois grandes objetivos
a serem desenvolvidos com as crianças de zero a seis
anos, a saber:
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IV - UFG - 2015 - UFG - Pedagogo - Orientação Educacional ou Psicopedagogia
Leia o texto a seguir.
Conceber e nomear o 'fazer testes', o 'dar notas', por avaliação
é uma atitude simplista e ingênua! Significa reduzir o
processo avaliativo, de acompanhamento e ação com base
na reflexão, a parcos instrumentos auxiliares desse processo,
como se nomeássemos por bisturi um procedimento
cirúrgico.
HOFFMANN, J. Avaliação mito e desafio: uma perspectiva construtivista.
29. ed. Porto Alegre: Mediação, 2000. p. 53.
O excerto indica que a avaliação da aprendizagem deve
garantir acompanhamento e ação com base na reflexão.
Tal perspectiva indica um modelo de avaliação
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Para ter sucesso, o orientador educacional precisa construir
uma relação de confiança que permita administrar os
diferentes pontos de vista, ter a habilidade de negociar e
prever ações. Do contrário, passa a se dedicar aos incêndios
diários. Nesse sentido, o que ajuda a evitar a dispersão
é:
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Analisando-se as tendências atuais nos estudos sobre a
educação, identifica-se a existência de uma literatura que
reduz o trabalho educativo a um conjunto de competências
e capacidades. Essa vertente ressalta essencialmente qual
dimensão da ação pedagógica?
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IV - UFG - 2015 - UFG - Pedagogo - Orientação Educacional ou Psicopedagogia
Leia o texto a seguir.
O desenvolvimento humano é algo complexo e demanda
esforços também humanos para o seu aprimoramento. De
todas as premissas das quais se pode partir, uma parece
de incontornável necessidade para o desenvolvimento de
qualquer esforço educacional: ninguém nasce portador da
virtude. Outra premissa também incontornável é a de que
a virtude é uma habilidade ética fundamentalmente humana,
potencialmente presente em toda pessoa humana,
e suscetível de ser ensinada. Se existem inclinações humanas
constatáveis em toda criança ou adolescente em
formação, não é verdadeiro afirmar que todos estão predestinados
ou ao bem ou ao mal; pessoas se constituem,
em contextos sociais específicos, e são, em grande parte,
mas não exclusivamente, condicionadas por seu contexto
social, econômico, humano e histórico.
A personalidade será, portanto, ao longo do período escolar,
uma resultante de
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IV - UFG - 2015 - UFG - Pedagogo - Orientação Educacional ou Psicopedagogia
Recentemente, o orientador educacional passou a atuar
de forma a atender os estudantes levando em conta que
eles estão inseridos em um contexto social, o que influencia
o processo de aprendizagem. Essa mudança tem a ver
com a influência de teóricos como Jean Piaget (1896-
1980), Lev Vygostky (1896-1934) e Henri Wallon (1879-
1962), nos projetos pedagógicos das escolas. Esses projetos
estão, portanto, pautados pela
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Leia o texto a seguir.
Recentemente, precisei sentar e conversar com um aluno que fez uma coisa errada. Os professores reclamavam que ele dava trabalho e provocava os colegas. Em nossa conversa, ele chorou muito e desabafou: ninguém enxergava suas qualidades. Eu disse: “Você tem de mostrar seu lado bom. É sua meta. Combinado?” Ele respondeu que sim. Estávamos de acordo. Uma semana depois, a escola promoveu um passeio à exposição Diálogos no Escuro (ambiente em que se simula o cotidiano dos deficientes visuais), na cidade de Campinas, a 98 quilômetros de São Paulo. Esse estudante foi. Para minha surpresa, quando estávamos no escuro para conversar com os guias cegos, ele fez as melhores perguntas. Queria saber se os guias eram vaidosos, como era o dia a dia deles etc. No fim do programa, um deles perguntou o nome do aluno e disse: “Eu enxergo muitas coisas boas em você.” A reação do estudante foi incrível. Ele me disse, comovido: “Puxa, o cara não enxerga, mas viu minhas qualidades”. Essas situações trazem um efeito positivo para toda a vida da pessoa.
REVISTA NOVA ESCOLA. Depoimento de Maria Eugênia de Toledo, orientadora educacional desde 2002. São Paulo, abril, 2015.
O método utilizado pela orientadora nesse caso foi o de
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Um dos papéis fundamentais do orientador educacional é
quebrar paradigmas que se fazem presentes nas escolas.
Um desses paradigmas, com o qual se convive, é a ideia
do “aluno problema”, aquele que padece de supostos distúrbios
psicopedagógicos, de origem cognitiva ou comportamental.
Nessa última categoria, enquadra-se um conjunto
de ações, usualmente denominadas:
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O trabalho de orientação educacional consolidou-se no início
do século XX, como orientação vocacional e relacionado
à atividade de aconselhamento dos jovens para a escolha
profissional. O precursor desse trabalho foi o norte-americano