Questões de Concursos Públicos - IV - UFG
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Q246750
IV - UFG - 2025 - SES-GO - Residência - Biomedicina
Ano: 2025
Órgão:
SES-GO
Banca:
IV - UFG
Matéria:
Biomedicina - Análises Clínicas
Assunto: Parasitologia
Considerando-se o mecanismo hematológico da condição
anêmica em quadros de malária, espera-se encontrar níveis
Q246749
IV - UFG - 2025 - SES-GO - Residência - Biomedicina
Ano: 2025
Órgão:
SES-GO
Banca:
IV - UFG
Matéria:
Biomedicina - Análises Clínicas
Assunto: Parasitologia
Em uma situação hipotética de um indivíduo com malária por
Plasmodium falciparum, sem complicações hepáticas, ao se
realizar um exame de urina (EAS), considerando o
mecanismo principal de patogenia da malária, seria possível
encontrar bilirrubina
Q246748
IV - UFG - 2025 - SES-GO - Residência - Biomedicina
Ano: 2025
Órgão:
SES-GO
Banca:
IV - UFG
Matéria:
Biomedicina - Análises Clínicas
Assunto: Parasitologia
Embora o método diagnóstico clássico para a malária seja o
teste de gota espessa, inovações importantes têm sido
realizadas para o diagnóstico da doença, especialmente em
regiões mais isoladas e com menos infraestrutura do Brasil.
Veja abaixo a explicação do método de uma das tecnologias
utilizadas para esse diagnóstico. “Em geral, esses testes empregam um suporte de nitrocelulose
sensibilizado com anticorpos monoclonais ou policlonais
direcionados contra antígenos parasitários, como a PjHRP2,
plDH e aldolase de Plasmodium... De modo geral, o
procedimento envolve os seguintes passos: o sangue é
coletado após punção digital, em tubo microcapilar contendo ou
não anticoagulante; a amostra é misturada a um tampão de lise
e a um anticorpo específico, marcado com ouro coloidal ou
rodamina, formando um complexo antígeno-anticorpo marcado,
nos casos positivos. Alguns testes apresentam o anticorpo
marcado depositado na fita de nitrocelulose, e somente a
solução de lise é adicionada ao sangue. O complexo migra por
capilaridade, de encontro à linha ou às linhas de captura do
antígeno por um anticorpo específico e a uma linha controle, na
qual outro anticorpo captura o anticorpo marcado.”
FERREIRA et al. Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças
Infecciosas e Autoimunes. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013
pp. 291-292. Com base na descrição apresentada, pode-se considerar
que o método exposto retrata a técnica de
Q246747
IV - UFG - 2025 - SES-GO - Residência - Biomedicina
A tripanossomíase, ou doença de Chagas, é uma doença
infecciosa causada por um protozoário, o Trypanosoma
cruzi. É uma doença de grande importância e que pode
gerar consequências crônicas anos após a instalação do
parasito. Uma das formas de diagnóstico da doença é pela
visualização do parasito no esfregaço sanguíneo, que se
configura por meio da visualização
Q246746
IV - UFG - 2025 - SES-GO - Residência - Biomedicina
Ano: 2025
Órgão:
SES-GO
Banca:
IV - UFG
Matéria:
Biomedicina - Análises Clínicas
Assunto: Parasitologia
Leia o texto a seguir. Surto na Bahia é alerta para transmissão da doença de
Chagas por alimentos
A Vigilância Epidemiológica da Bahia emitiu um alerta sobre o
surto de transmissão oral da doença de Chagas após a
confirmação de cinco casos e uma morte no primeiro semestre.
Causada pelo parasita chamado Trypanosoma cruzi, a doença
é tradicionalmente conhecida por ser transmitida por meio da
picada do inseto barbeiro.
A transmissibilidade da doença, no entanto, mudou de perfil nos
últimos anos. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia,
casos de transmissão oral da doença de Chagas, ou seja,
quando a doença é transmitida pela ingestão de alimentos
contaminados atualmente somam cerca de 70% de todos os
casos da doença no Brasil. Dentre estes alimentos
contaminados, destacam-se o açaí e o caldo de cana, a popular
garapa.
Disponível em: https://chagas.fiocruz.br/blog/surto-na-bahia-e-alerta-paratransmissao-da-doenca-de-chagas-por-alimentos/. Acesso em: 08 out. 2025.
[Adaptado]. Sobre a transmissão oral da doença de Chagas, é possível
considerar que seu principal mecanismo é pela ingestão da
forma
Q246745
IV - UFG - 2025 - SES-GO - Residência - Biomedicina
Ano: 2025
Órgão:
SES-GO
Banca:
IV - UFG
Matéria:
Biomedicina - Análises Clínicas
Assunto: Parasitologia
Em relação ao diagnóstico da doença de Chagas, os testes
diagnósticos podem ser considerados parasitológicos ou
sorológicos. São dois exemplos de métodos parasitológicos
e dois exemplos de métodos sorológicos, respectivamente:
Q246744
IV - UFG - 2025 - SES-GO - Residência - Biomedicina
Ano: 2025
Órgão:
SES-GO
Banca:
IV - UFG
Matéria:
Biomedicina - Análises Clínicas
Assunto: Bioquímica em Biomedicina
Leia o texto a seguir.
O peptídeo natiurético tipo B (BNP) é um hormônio que é
principalmente liberado do miocárdio no ventrículo... O BNP
possui uma multiplicidade de funções cardíacas e é liberado
como um hormônio contrarregulatório, em resposta a uma
variedade de estresses cardíacos, mas particularmente de
estiramento (strech) cardíaco. É significativamente afetado por
mudanças no volume e no desempenho cardíaco, e entre os
seus efeitos estão a redução do volume de fluido e
vasodilatação. Assim, este hormônio é um biomarcador
sensível a alterações na fisiologia ventricular.
BURTIS & BURTIS. Tietz: Fundamentos de Química Clínica e diagnóstico
molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016, p. 1051.
Em relação ao texto exposto, em pacientes com doença de
Chagas crônica, o BNP pode contribuir para o diagnóstico
Q246743
IV - UFG - 2025 - SES-GO - Residência - Biomedicina
Leia o texto a seguir.
A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) emitiu um
alerta epidemiológico para todos os municípios goianos em
relação à identificação da febre amarela em um macaco
encontrado morto em Abadia de Goiás. A morte do animal foi
notificada no dia 25 de agosto e a confirmação laboratorial
ocorreu nesta semana. Outros dois casos estão sendo
investigados em Guapó e Aragoiânia.
A SES-GO informa que não há casos ou óbitos confirmados por
febre amarela em humanos no ano de 2025, sendo o último
caso registrado em 2017. As principais medidas de prevenção
para humanos incluem a vacinação, o uso de repelentes e
roupas que minimizem a exposição da pele. A vacina da febre
amarela faz parte do calendário básico de vacinação das
crianças de 9 meses a menores de 5 anos, sendo uma dose
aos 9 meses de idade e uma dose de reforço aos 4 anos, além
de dose única na população de 5 a 59 anos de idade nãovacinada. Em Goiás, a cobertura vacinal para a febre amarela
está atualmente em 71,57%, abaixo da meta prevista pelo
Ministério da Saúde, que é de 95%.
Disponível em: https://goias.gov.br/saude/goias-confirma-circulacao-do-virusda-febre-amarela-em-abadia-de-goias/. Acesso em: 08 out. 2025. [Adaptado]. Sobre a febre amarela, pode-se dizer que se trata de uma
infecção viral, com vírus pertencente à família
Q246742
IV - UFG - 2025 - SES-GO - Residência - Biomedicina
Ano: 2025
Órgão:
SES-GO
Banca:
IV - UFG
Matéria:
Saúde Pública
Assunto: Epidemiologia e Saúde Coletiva
Leia o texto a seguir.
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda,
imunoprevenível, de evolução abrupta e gravidade variável,
com elevada letalidade nas suas formas graves. A doença é
causada por um vírus transmitido por mosquitos, e possui dois
ciclos de transmissão (urbano e silvestre). No ciclo urbano, a
transmissão ocorre a partir de vetores urbanos infectados. No
ciclo silvestre, os transmissores são mosquitos com hábitos
predominantemente silvestres.
No ciclo silvestre, os primatas não humanos (PNHs) são
considerados os principais hospedeiros, amplificadores do
vírus, e são vítimas da doença assim como o ser humano, que,
nesse ciclo, apresenta-se como hospedeiro acidental.
É uma doença de notificação compulsória imediata, ou seja,
todo evento suspeito (tanto morte de primatas não-humanos,
quanto casos humanos com sintomatologia compatível) deve
ser prontamente comunicado/notificado, em até 24 horas após
a suspeita inicial, às autoridades locais competentes pela via
mais rápida (telefone, email etc.). Às autoridades estaduais de
saúde cabe notificar os eventos de febre amarela suspeitos ao
Ministério da Saúde. Importante: No Brasil o ciclo da doença atualmente é silvestre.
Os últimos casos de febre amarela urbana foram registrados no
Brasil em 1942 e todos os casos confirmados desde então
decorrem do ciclo silvestre de transmissão.
Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/f/febreamarela. Acesso em: 08 out. 2025. [Adaptado]. Sobre os ciclos urbano e silvestre de transmissão da febre
amarela, há que se considerar que se diferem porque o ciclo
Q246741
IV - UFG - 2025 - SES-GO - Residência - Biomedicina
Ano: 2025
Órgão:
SES-GO
Banca:
IV - UFG
Matéria:
Biomedicina - Análises Clínicas
Assunto: Bioquímica em Biomedicina
Diante do texto apresentado, espera-se encontrar como
alteração nos marcadores bioquímicos de atividade
hepática, nos casos de febre amarela, o aumento rápido de
AST e ALT combinado com