Questões de Concursos Públicos - FUNCAB

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Ano: 2015
Órgão: MJSP
Banca: FUNCAB
Assunto: Redes de Computadores

A arquitetura 802.11 possui como bloco fundamental o Basic Service Set (BSS). Um BSS possui uma ou mais estações sem fio e uma estação base central. Nesta arquitetura, qual é o protocolo de acesso aleatório utilizado pelas estações?
Ano: 2015
Órgão: MJSP
Banca: FUNCAB
Matéria: Governança de TI
Assunto: MPS.BR

No MPS.BR, um nível de maturidade representa um grau de melhoria de processo para um determinado conjunto de processos. O processo que tem o objetivo de prover a organização e os projetos com os recursos humanos necessários compõe o nível de maturidade: 
Ano: 2015
Banca: FUNCAB
Matéria: Medicina
Assunto: Dermatologia

Marque a opção correta sobre a síndrome de Graham-Little.
Ano: 2015
Banca: FUNCAB
Matéria: Português
Assunto: Morfologia

Apenas uma das opçôes abaixo pode substiuir a conjunção destacada em "MAS a coisa virou moda jovem e é preciso encará-la.", sem alteração de sentido. Identifique-a.
Ano: 2015
Banca: FUNCAB
Matéria: Medicina
Assunto: Dermatologia

No pênfigo foliáceo o principal antígeno desmossômico envolvido é a:
Ano: 2015
Banca: FUNCAB
Matéria: Medicina
Assunto: Dermatologia

É característica dermatoscópica relacionada à lesão melanocítica benigna:
Ano: 2015
Banca: FUNCAB
Matéria: Ciências
Assunto: Física

O motor de um carro está funcionando a uma temperatura correspondente a 194 ºF. Na escala Celsius, esse mesmo motor funciona a uma temperatura de:
Ano: 2015
Banca: FUNCAB
Matéria: Economia
Assunto: História Econômica e Economia Contemporânea

·o desenvolvimento das cidades vem passando por inúmeras mudanças e reestruturações. Anápolis, hoje considerada um dos principais polos Industriais. do Estado de Goiás, também passou por essa reestruturação tendo no regime de acumulação flexível seu ponto chave para o desenvolvimento". (Camargo, Rubia de Pina Luctietti. A lnportáncia do Distrito Agroindustrial  de Anápolis (DAIA) no Desenvolvimento e Crescimento da Cidade). Uma demonstração prática da afirmação, feita no fragmento, foi a criação do(a):
Ano: 2015
Órgão: EMSERH
Banca: FUNCAB
Assunto: NR 15 - Norma Regulamentadora n° 15 - Atividades e Operações Insalubres (Acústica, Temperatura e IBTG e Ventilação Industrial)

Segundo a NR 15, Anexo 1, um trabalhador pode ficar exposto durante uma hora sem proteção auditiva ao Nível de Pressão Sonora em dB(A) de:
Ano: 2015
Banca: FUNCAB
Matéria: Português
Assunto: Morfologia - Pronomes

O poder das palavras Sustentabilidade ou responsabilidade social empresarial? Mas por que apenas social? Não deveria ser responsabilidade socioambiental? E onde foi parar o desenvolvimento sustentável? Essas e outras perguntas parecidas têm rondado as conversas e os pensamentos de muita gente, sinalizando uma perigosa confusão. Cada um desses conceitos tem um importante valor, e o que significam vai muito além dos modismos de gestão ou de comunicação. É fácil errar quando uma empresa ou seus dirigentes não têm clareza sobre o que de fato significam as bonitas palavras que estão em suas missões e valores ou em seus relatórios e peças de marketing. Infelizmente, não passa um dia sem vermos claros sintomas de confusão. O que dizer de uma empresa que mal começou a praticar coleta seletiva e já sai por aí se intitulando “sustentável”? Ou da que anuncia sua “responsabilidade social” divulgando em caros anúncios os trocados que doou a uma creche ou campanha de solidariedade? Na melhor das hipóteses, elas não entenderam o significado desses conceitos. Ou, se formos um pouco mais críticos, diremos tratar-se de oportunismo irresponsável, que não só prejudica a imagem da empresa mas — principalmente — mina a credibilidade de algo muito sério e importante. Banaliza conceitos vitais para a humanidade, reduzindo-os a expressões efêmeras, vazias. Hoje, vejo empresas criando áreas de “sustentabilidade” em paralelo com seus departamentos de “responsabilidade social” ou simplesmente rebatizando as áreas que já tinham. Vejo tratarem “responsabilidade social” como uma ideia fora de moda, envelhecida frente à atualíssima “sustentabilidade”. Isso já seria grave pela confusão que cria entre seus funcionários. Porém, ainda mais grave é a dúvida transmitida ao mercado e aos demais stakeholders: qual o real compromisso da empresa? É com a construção de um mundo socialmente justo, ecologicamente viável e economicamente próspero? Ou é com seu desejo de parecer atualizada e sintonizada com as prioridades de momento? A questão não é a precisão técnica das palavras utilizadas: é o que a maneira de usá-las revela sobre quem realmente somos e sobre o que de fato desejamos. É bom que as empresas queiram ser sustentáveis e socialmente responsáveis. É ótimo que comecem a fazer algo nesse sentido. Mas é péssimo quando, ao tentar fazer isso, elas reforçam os argumentos de quem deseja jogar a responsabilidade social empresarial na vala comum das espertezas marqueteiras. Para concluir, um lembrete prático: sustentabilidade é a qualidade do que é sustentável, ou seja, da situação que pode se manter continuamente, pois não exaure os recursos de que necessita. É a situação que a humanidade almeja para não correr o risco de sua autoextinção. Desenvolvimento sustentável é o modelo de progresso econômico e social que permitirá que todos os seres humanos atinjam boas condições de vida — sem comprometer nossa sustentabilidade.   Finalmente, ter responsabilidade social empresarial (ou corporativa) é conduzir uma empresa de forma que ela contribua para o desenvolvimento sustentável (incluindo assim tanto os aspectos ligados ao meio ambiente como os ligados às condições sociais e às relações saudáveis com consumidores, trabalhadores e demais stakeholders). Em suma, não são modas novas versus antigas ou conceitos que se substituem indiscriminadamente: são faces de um mesmo processo. Peças do mesmo quebra-cabeça que —juntos — estamos aprendendo a montar. BELINKY, Aron. . O poder das palavras Guia Exame de Sustentabilidade. São Paulo:Abril, 2008.  stakeholders: designa pessoas e grupos mais importantes para um planejamento estratégico ou plano de negócios, ou seja, as partes interessadas. Considerando o contexto em que se produziu a colocação do pronome oblíquo, em “Banaliza conceitos vitais para a humanidade, reduzindo-os a expressões efêmeras, vazias.”, pode-se afirmar, corretamente, que foi assim realizada porque: