Q69755
FUNRIO - 2016 - Prefeitura de Nilópolis - RJ - Professor III - Ciências
Ano: 2016
Órgão:
Prefeitura de Nilópolis - RJ
Banca:
FUNRIO
Matéria:
Biologia
Assunto: Identidade dos seres vivos
Em relação à temática DENGUE, alguns procedimentos foram ressaltados na mídia com o intuito de minimizar essa questão socioambiental.
A. O que fazer com as bromélias?
Estudos do IOC analisaram mais de 30 mil larvas e pupas no Rio de Janeiro. Apenas 0,48% desse total estavam presentes em bromélias. Isso indica que elas não são bons criadouros do Aedes aegypti. Mas todo cuidado é pouco: a recomendação é trocar a água que fica empoçada dentro das bromélias no mínimo uma vez por semana. Assim, se houver larvas ali, elas serão eliminadas antes de se transformarem em mosquitos adultos.
Disponível em: . Acesso em: 15 out.2016.
B. Peixe é usado como alternativa no combate à dengue em Alfenas, MG. Conhecido como Lebiste selvagem ou Barrigudinho, animal come larvas.
Com 2,3 mil casos de dengue confirmados somente neste ano, Alfenas (MG) é uma das cidades que mais se preocupam em combater a proliferação do mosquito Aedes Aegypti. O aumento do número de casos alarma, já que no ano passado foram feitas apenas 270 notificações da doença. Por isso, a prefeitura encontrou um novo aliado, um tipo de peixe que se alimenta da larva do mosquito.
Disponível em: . Acesso em: 06 maio 2016.
Baseando-se em relações ecológicas entre os seres vivos, podem-se classificar essas relações entre bromélia e árvore de grande porte; entre peixe e larva do mosquito, respectivamente, como
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