Q54154
VUNESP - 2016 - Prefeitura de Alumínio - SP - Fisioterapeuta
Ano: 2016
Órgão:
Prefeitura de Alumínio - SP
Banca:
VUNESP
Matéria:
Fisioterapia
Assunto: Fisioterapia Neurológica
Luiz Carlos, 56 anos, teve o diagnóstico de acidente vascular encefálico de artéria cerebral média à direita há 5 horas. Luiz Carlos, provavelmente, evoluirá com um quadro de hemiplegia à esquerda. Luiz Carlos em seu processo de recuperação passará por seis estágios sequenciais.
Relacione a coluna I com a coluna II.
Coluna I
Coluna II
1. Estágio 1
2. Estágio 2
3. Estágio 3
4. Estágio 4
5. Estágio 5
6. Estágio 6
I. Com o desaparecimento ou diminuição da hipertonia, tornam-se possíveis os movimentos de articulações individuais, e a coordenação se aproxima do normal. Deste ponto em diante recupera-se a função motora, mas nem todos atingem esse estágio.
II. Se a evolução continuar, o paciente aprende combinações mais difíceis de movimentos, à medida que os sinergismos básicos do membro perdem o domínio sobre os atos motores.
III. Algumas combinações de movimento que não seguem nenhum sinergismo são dominadas, primeiro com dificuldade e, em seguida, com mais facilidade. A hipertonia começa a declinar.
IV. Deste ponto em diante, o paciente obtém controle voluntário dos sinergismos de movimento, embora não ocorra necessariamente o desenvolvimento de toda a série de componentes do sinergismo. A hipertonia aumenta mais e pode se tornar severa.
V. À medida que a recuperação começa os sinergismos básicos dos membros, ou alguns de seus componentes, podem surgir como reações associadas ou então pode haver respostas de movimento voluntário mínimo. Nesse ponto, a hipertonia começa a se desenvolver.
VI. A recuperação na hemiplegia dá-se em uma sequência esterotipada de episódios, que começa com um breve período de flacidez imediatamente após o episódio agudo. Não é possível eliciar nenhum movimento dos membros.
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