Q247469
IV - UFG - 2025 - SES-GO - Residência Médica - R1 com Pré-Requisito em Neurologia
Leia o caso a seguir.
Mulher de 40 anos chega ao ambulatório de neurologia
referindo crises de cefaleia desde a adolescência, com piora
progressiva ao longo dos anos, estando diária há mais de 6
meses. Refere que, além do aumento da frequência das crises,
tem dores intensas e limitantes muito frequentes, com idas aos
prontos-socorros pelo menos uma vez na semana. As dores
se localizam na região frontotemporal, são unilaterais alternas,
de caráter pulsátil, acompanhadas de náuseas, vômitos, foto e
fonofobia, piorando muito com esforços habituais, com poucas
horas sem dor ao longo dos dias. Ela fazia uso diário de
dipirona, paracetamol isolados ou associados à cafeína e
isometepteno, chegando a usar 4 cp ao dia. Trouxe TC de
Crânio contrastada normal.
Diante das principais hipóteses diagnósticas para esse
caso, com base na Classificação Internacional das
Cefaleias, qual deve ser a conduta indicada?
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