Q231152
FGV - 2024 - EBSERH - Área de Atuação - Infectologia Pediátrica
Um estudante universitário compareceu a um evento esportivo
em uma cidade portuária. Após evento noturno com libação
alcoólica, manteve relações sexuais desprotegido. Alguns dias
depois, em sua região inguinal, surgiu uma lesão papular elevada
no epitélio escamoso estratificado úmido da genitália. A lesão
ulcerou, e foi detectado abundante tecido de granulação, que se
manifestou grosseiramente como massa protuberante, macia e
indolor. Posteriormente houve aumento do tamanho das lesões
com bordas elevadas e endurecidas.
O estudante procurou seu professor de infectologia para
orientação e tratamento. O professor observou que os linfonodos
inguinais estavam ligeiramente aumentados e que havia sintomas
como poliúria, urgência miccional e dor em queimação de média
intensidade ao urinar.
Foi realizada biópsia da lesão, que revelou marcada hiperplasia
epitelial nas bordas da úlcera, caracterizando hiperplasia
pseudoepiteliomatosa. Havia mistura de neutrófilos e células
inflamatórias mononucleares presentes na base da úlcera e
abaixo do entorno do epitélio.
Os organismos foram visualizados pela coloração com Giemsa em
esfregaços do exsudato como cocobacilos minúsculos e
encapsulados em macrófagos. Técnicas histopatológicas de
impregnação pela prata (método de Warthin Starry) também
mostraram a presença de cocobacilos no interior de macrófagos.
O diagnóstico e o tratamento referentes à doença acima são,
respectivamente:
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