Q193770
INSTITUTO MAIS - 2023 - Prefeitura de Santos - SP - Engenheiro Químico
A queima de combustíveis à base de Carbono, na presença
de Oxigênio atmosférico, foi talvez a primeira tecnologia da
engenharia química desenvolvida pelo ser humano.
Quando dominamos o fogo, milênios antes de entendermos
os princípios científicos envolvidos, aprendemos a
reproduzir comportamentos empíricos e a contornar as
dificuldades que apareciam, nos forçando a ser uma
espécie cada vez mais criativa. Seguramente não foram
poucos os dias de vento e chuva, onde os ancestrais
humanos tiveram de usar musgo, cera das cascas de frutas
e óleo de folhas de coníferas para aproveitar as chispas do
novo conhecimento. Muito tempo se passou, a chama do
conhecimento cresceu ainda mais e a humanidade decidiu
explorar o espaço. Novamente, se deparou com
dificuldades impensadas até então. Agora precisamos
queimar metais (para obter maiores quantidades de
energia) e levantar foguetes até superar a atmosfera
terrestre. Exatamente lá onde não temos o oxigênio nos
esperando com nossa fagulha de atrevimento. Mas
encontramos soluções, como sempre fazemos.
Os poderosos combustíveis sólidos foram adotados
inicialmente pela NASA em seus lançamentos e agora
também sendo usados pelas agências privadas que
prestam serviços aos governos, levando carga e
passageiros para suas missões fora do planeta. As reações
a seguir, representam as duas principais reações de
oxirredução envolvidas na queima dos combustíveis
sólidos dos foguetes: Analisando ambas as reações combinadas, fica evidente
que o alumínio passa do estado de oxidação (zero) para
(3+), enquanto o cloro passa de (+7) para (-1). Assim, pode-se concluir nessa análise que o estado de oxidação de
nitrogênio vai de
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