Q141176
VUNESP - 2020 - Prefeitura de Sorocaba - SP - Professor de Matemática
Ano: 2020
Órgão:
Prefeitura de Sorocaba - SP
Banca:
VUNESP
Matéria:
Pedagogia
Assunto: Temas Educacionais Pedagógicos
No livro Didática da Matemática: reflexões psicopedagógicas, no capítulo escrito por Delia Lerner e Patricia
Sadovsky (In: Parra e Saiz, 1996) , há uma discussão sobre o papel da numeração falada na escrita dos números.
A esse respeito, essas pesquisadoras consideram que
crianças que escrevem convencionalmente qualquer número de dois e três algarismos podem apelar à correspondência que existe com a forma oral quando se trata de
escrever milhares. Analise as seguintes afirmações sobre
essa questão:
I. A associação da escrita numérica com a escrita falada, que muitas crianças fazem, causa muitas dificuldades para a aprendizagem da escrita de números e,
consequentemente, do sistema de numeração.
II. A numeração escrita é menos hermética que a
numeração falada porque nela existem os vestígios
das operações aritméticas envolvidas e porque apesar de as potências da base 10 não serem explicitadas, podem ser facilmente percebidas, ao contrário
da numeração falada.
III. A coexistência de escritas convencionais e não
convencionais pode estar presente em números de
mesma quantidade de algarismos: há crianças que
escrevem 187 para cento e oitenta e sete, porém não
generalizam essa modalidade às outras centenas,
registrando 80094 para oitocentos e noventa e quatro.
IV. Há muitas crianças que produzem algumas escritas
convencionais e outras não convencionais dentro da
mesma centena ou de uma mesma unidade de milhar:
804 (convencional), porém 80045 para oitocentos
e quarenta e cinco; 1006 para mil e seis, porém
1000324 para mil trezentos e vinte e quatro.
Segundo essas pesquisadoras, as duas afirmações
corretas são apenas
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