Q111620 UFMG - 2018 - UFMG - Terapia Ocupacional
Ano: 2018
Órgão: UFMG
Banca: UFMG
Assunto: Terapia Ocupacional na Atenção à Saúde

As fraturas em idosos são motivo de internação hospitalar e o terapeuta ocupacional atua diretamente em todas as fases do processo, antes e depois das possíveis cirurgias de fixação óssea. As fraturas de quadril envolvem uma progressão de fases de recuperação. Numere a COLUNA I de acordo com a COLUNA II, associando as fases de recuperação de fratura de quadril com os procedimentos terapêuticos ocupacionais durante a internação hospitalar. COLUNA I 1. Fases pré-operatória e pósoperatória imediata. 2. Fase de ativação das funções do corpo. 3. Fase de sedestação. 4. Fase de bipedestação e marcha. COLUNA II ( ) Medidas posturais com quadril e joelho em extensão, membro inferior em posição neutra, evitando rotações, vigilância exaustiva de higiene, com a inspeção de possíveis áreas de pressão e controle de edema. ( ) Envolve a movimentação passiva e ativa assistida do quadril, exercícios isométricos para glúteo e quadríceps, exercícios ativos assistidos de joelho e tornozelo, exercícios de tonificação das extremidades superiores e inferiores contralateral. ( ) Inicia-se no segundo ou terceiro dia, se não houver complicações, com verticalização progressiva, mantendo o ângulo do quadril maior que 90º. O paciente não poderá flexionar o tronco, elevar o joelho acima da superfície do assento do leito ou cruzar as pernas. ( ) Transferências sem flexionar o quadril além de 90º, de preferência em atividades da vida diária (AVD) da rotina hospitalar, sempre disponibilizando superfícies de apoio para evitar o desequilíbrio, além de modificar o ambiente, elevando as superfícies de execução das tarefas. Em relação às fases de recuperação de fratura de quadral e os procedimentos terapêuticos, a sequência CORRETA é

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