Questões de Concursos Públicos - UNIMED - Santa Maria
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Q2547
FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica
Ano: 2026
Órgão:
UNIMED - Santa Maria
Banca:
FUNDATEC
Matéria:
Medicina
Assunto: Pediatria e Neonatologia
Uma lactente de 6 meses com diagnóstico de cardiopatia congênita complexa
(ventrículo único) e em uso contínuo de cateter venoso central há 3 meses para acesso vascular e
administração de medicações apresenta início súbito de irritabilidade, taquipneia progressiva e recusa
alimentar. Não há febre. A gasometria arterial mostra hipoxemia e discreta hipercapnia. Qual é o
principal fator de risco subjacente para o desenvolvimento de TEP nessa lactente, que deve ser
prontamente investigado e manejado?
Q2546
FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica
Ano: 2026
Órgão:
UNIMED - Santa Maria
Banca:
FUNDATEC
Matéria:
Medicina
Assunto: Pediatria e Neonatologia
Um lactente de 8 meses com diagnóstico prévio de Atrofia Muscular Espinhal (AME)
Tipo 1 é internado com bronquiolite viral. Ele apresenta tosse fraca e ineficaz, e a aspiração de vias
aéreas superiores revela secreções espessas e abundantes. O paciente está com desconforto
respiratório moderado, sem instabilidade hemodinâmica. Um médico residente sugere iniciar VNI para
reduzir o trabalho respiratório. Qual fator representa a principal contraindicação relativa-para-absoluta
para o uso de VNI nesse paciente específico, tornando a terapia potencialmente perigosa?
Q2545
FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica
Uma criança de 6 anos é encaminhada ao pneumologista pediátrico por tosse crônica,
dispneia aos esforços e episódios de sibilância que não respondem a broncodilatadores. No histórico,
consta uma internação prolongada em UTI aos 6 meses de vida por uma bronquiolite grave, com
necessidade de ventilação mecânica por 15 dias. A espirometria mostra obstrução brônquica grave e
fixa (sem resposta ao broncodilatador). A tomografia computadorizada de tórax de alta resolução
revela um padrão de perfusão em mosaico com áreas de aprisionamento aéreo. Diante desse quadro
clínico, do histórico infeccioso e dos achados de imagem, qual é o impacto ou sequela de longo prazo
mais provável da bronquiolite inicial?
Q2544
FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica
Ano: 2026
Órgão:
UNIMED - Santa Maria
Banca:
FUNDATEC
Matéria:
Medicina
Assunto: Pediatria e Neonatologia
Um lactente de 6 semanas de vida, nascido a termo, é levado ao pronto-socorro com história de “cansaço para mamar” e irritabilidade há 3 dias, associados a taquipneia progressiva. A mãe nega febre, mas relata que o filho apresenta sudorese profusa na cabeça durante as mamadas. Ao
exame, o lactente está pálido, taquipneico (70 irpm), taquicárdico (180 bpm), com hepatomegalia
(fígado a 3 cm do rebordo costal direito) e ausculta pulmonar com crepitações finas bibasais e alguns
sibilos esparsos. Diante desse quadro em um lactente muito jovem, qual é o principal diagnóstico
diferencial para bronquiolite viral que deve ser investigado com máxima urgência?
Q2543
FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica
Ano: 2026
Órgão:
UNIMED - Santa Maria
Banca:
FUNDATEC
Matéria:
Medicina
Assunto: Pediatria e Neonatologia
Um lactente de 10 meses, previamente hígido, apresenta um quadro de início súbito
de tosse intensa e dispneia enquanto brincava no chão da sala. A mãe o levou imediatamente ao
pronto-socorro. Ao exame, a criança está em desconforto respiratório moderado, afebril, com
saturação de O2 de 88% em ar ambiente. A ausculta pulmonar revela sibilância e diminuição do
murmúrio vesicular acentuadamente no hemitórax direito. Considerando a história e a ausculta
pulmonar, qual diagnóstico diferencial deve ser priorizado em detrimento de uma bronquiolite viral
típica?
Q2542
FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica
Ano: 2026
Órgão:
UNIMED - Santa Maria
Banca:
FUNDATEC
Matéria:
Medicina
Assunto: Pediatria e Neonatologia
Um menino de 7 anos com diagnóstico conhecido de anemia falciforme (HbSS) é
levado à emergência com febre (38,8 °C), dor torácica pleurítica intensa no hemitórax direito, tosse
produtiva e dispneia súbita há aproximadamente 18 horas. Ele apresenta saturação de oxigênio de
89% em ar ambiente. A radiografia de tórax revela um novo infiltrado pulmonar em lobo médio direito,
que não estava presente em um exame anterior há 2 dias. Diante desse quadro clínico agudo em um
paciente com anemia falciforme, qual é o diagnóstico mais provável e a principal complicação
respiratória que exige manejo imediato?
Q2541
FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica
Ano: 2026
Órgão:
UNIMED - Santa Maria
Banca:
FUNDATEC
Matéria:
Medicina
Assunto: Pediatria e Neonatologia
Uma adolescente de 15 anos com anemia falciforme (HbSC) é acompanhada no
ambulatório devido a queixas progressivas de dispneia aos esforços, fadiga acentuada e palpitações.
Ela nega histórico de crises vaso-oclusivas recentes, e o controle da dor crônica está estável. Ao exame
físico, apresenta desdobramento fixo de segunda bulha (P2 hiperfonético) e um sopro sistólico
tricuspídeo. O ecocardiograma Doppler demonstra velocidade de regurgitação tricúspide elevada e
estimativa de pressão sistólica da artéria pulmonar em 48 mmHg. Considerando as complicações pulmonares crônicas da anemia falciforme, qual é o diagnóstico que melhor se alinha com a apresentação clínica e os achados ecocardiográficos dessa paciente?
Q2540
FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica
Ano: 2026
Órgão:
UNIMED - Santa Maria
Banca:
FUNDATEC
Matéria:
Medicina
Assunto: Pediatria e Neonatologia
Uma lactente de 6 meses de idade com histórico de prematuridade (nascida com
32 semanas) e uma hospitalização prévia por bronquiolite viral aos 3 meses está em
acompanhamento. Ela recebeu apenas a primeira dose da vacina contra influenza há 3 semanas.
Recentemente, sua mãe foi diagnosticada com influenza A, confirmada por teste rápido, e iniciou
tratamento antiviral. A lactente está afebril e assintomática, mas a família está muito apreensiva com
o risco de a bebê desenvolver influenza devido ao seu histórico de vulnerabilidade. Considerando a
alta probabilidade de exposição à influenza e a maior vulnerabilidade dessa lactente a complicações
graves, qual é a conduta mais apropriada para prevenir a infecção nesse momento, de acordo com as
diretrizes pediátricas?
Q2539
FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica
Ano: 2026
Órgão:
UNIMED - Santa Maria
Banca:
FUNDATEC
Matéria:
Medicina
Assunto: Doenças Infecto-Parasitárias
Uma criança de 10 anos diagnosticada com Leucemia Linfoide Aguda (LLA) e em fase
de quimioterapia intensiva desenvolve febre persistente por 4 dias, não responsiva a antibióticos de
amplo espectro (piparacilina/tazobactam), tosse seca e dispneia progressiva. Ela está neutropênica
(contagem absoluta de neutrófilos <500/µL) há 7 dias. Uma tomografia computadorizada de tórax de
alta resolução (TCAR) revela múltiplos nódulos pulmonares, alguns com o característico “sinal do
halo”. A equipe médica suspeita fortemente de uma infecção fúngica pulmonar invasiva. Diante da
alta suspeita clínica e radiológica de micose pulmonar invasiva em um paciente neutropênico, qual é
a conduta mais apropriada a ser instituída para otimizar o prognóstico?
Q58
FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Cardiologia
Ano: 2026
Órgão:
UNIMED - Santa Maria
Banca:
FUNDATEC
Matéria:
Medicina
Assunto: Cardiologia e Alterações Vasculares
Homem de 56 anos, assintomático, comparece para avaliação de rotina. Apresenta
pressão arterial (PA) média em MAPA de 24h de 148/92 mmHg, sem lesão de órgão-alvo detectável.
Segundo as diretrizes brasileiras, qual é a melhor conduta inicial?