Questões de Concursos Públicos - UESPI
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Q218742
NUCEPE - 2024 - UESPI - Residência Multiprofissional em Atenção à Terapia Intensiva - Enfermeiro
Assinale a alternativa CORRETA:
Q218741
NUCEPE - 2024 - UESPI - Residência Multiprofissional em Atenção à Terapia Intensiva - Enfermeiro
Assinale a alternativa que contém alguns fatores clínicos que podem evidenciar uma HIA:
Q218740
NUCEPE - 2024 - UESPI - Residência Multiprofissional em Atenção à Terapia Intensiva - Enfermeiro
A Escala de Agitação-Sedação de Richmond (RASS, do inglês Richmond Agitation-Sedation Scale) é
uma das ferramentas de avaliação de sedação mais válida e confiável utilizadas em pacientes adultos de
UTI. A escala de RASS foi desenvolvida e validada para avaliar ansiedade e agitação de pacientes em
cuidados intensivos. Nesse sentido, os protocolos de analgesia e sedação são escolhidos em consenso
pela equipe multidisciplinar das unidades e normatizam o uso de analgésicos e sedativos, de tal forma
que o enfermeiro, em sua avaliação clínica da dor e da agitação/ansiedade do paciente, faz uso dessa
escala.
Conforme o texto, assinale o nível da escala de RASS que mantém os pacientes em seu nível ótimo, sem
dor e com sedação consciente:
Q218739
NUCEPE - 2024 - UESPI - Residência Multiprofissional em Atenção à Terapia Intensiva - Enfermeiro
Embora todos os tipos de choque possam desembocar no mesmo estágio final de falha de múltiplos
órgãos, como resultado do desequilíbrio entre a demanda e a oferta de oxigênio, reconhecer as
diferenças em sua patogênese e fisiopatologia torna-se fundamental não somente para fins de ensino,
mas, principalmente, para guiar medidas terapêuticas e cuidados de enfermagem.
Assinale a alternativa que apresenta o choque caracterizado pela perfusão inadequada de órgãos,
geralmente causada pela perda aguda de volume do líquido extracelular, ou seja, intravascular, com
diminuição das pressões e volumes de enchimento diastólico:
Q218738
NUCEPE - 2024 - UESPI - Residência Multiprofissional em Atenção à Terapia Intensiva - Enfermeiro
Nas UTIs há diferentes disposições de leitos: alguns têm visualização direta do posto de enfermagem;
outros estão mais afastados e, em algumas unidades, encontram-se quartos fechados, com seus
espaços físicos separados por paredes e delimitados por portas. O leito a ser ocupado pelo paciente é
uma decisão da equipe ou, na maioria das vezes, do próprio enfermeiro. Para isso, os critérios levados
em consideração relacionam-se a
Q218737
NUCEPE - 2024 - UESPI - Residência Multiprofissional em Atenção à Terapia Intensiva - Enfermeiro
Cerca de 24 a 80% dos pacientes internados na UTI apresentam níveis de ansiedade moderados a
graves. A ansiedade do paciente crítico é de origem multifatorial, embora sua principal causa seja a dor.
Além de tratar a dor para o controle da ansiedade, é importante cuidar da higiene ambiental (evitar luz
intensa, respeitar períodos de vigília-sono, evitar os ruídos contínuos e elevados, falar pausadamente).
Quando essas medidas não são suficientes para reduzir a ansiedade, torna-se necessário recorrer a
medicamentos sedativos que garantam o conforto e a segurança do paciente.
Assinale a alternativa CORRETA em relação às consequências da administração de analgésicos e
sedativos de forma contínua e às flutuações no nível de sedação.
Q218736
NUCEPE - 2024 - UESPI - Residência Multiprofissional em Atenção à Terapia Intensiva - Enfermeiro
A síndrome pós-cuidados intensivos (do inglês PICS) é um conjunto de deficiências funcionais
significativas que englobam as disfunções físicas, cognitivas e psiquiátricas novas ou agravadas que
promovem elevado déficit na prática das atividades de vida diária (AVD), com comprometimento
decorrente da doença crítica e de sua persistência além da hospitalização. Essa "nova doença" é
causada por complicações relacionadas à estadia do doente na UTI e tem o potencial de reduzir sua
qualidade de vida e, muitas vezes, também a de seus familiares (PICS-F). A PICS pode acometer três
quartos dos pacientes egressos das UTI e, por sua magnitude e grau de desajustes provocados, é
reconhecidamente um problema de saúde pública. O que provoca a PICS ainda é incerto, mas, dos
vários estudos de follow up realizados com pacientes egressos da UTI, inferiu-se que alguns dos fatores
intervenientes fazem parte do cotidiano da assistência na terapia intensiva.
Qual dos seguintes fatores de riscos NÃO está associado à síndrome pós-cuidados intensivos (PICS)?
Q218735
NUCEPE - 2024 - UESPI - Residência Multiprofissional em Atenção à Terapia Intensiva - Enfermeiro
A perda da função renal na IRA é mais facilmente detectada pela medição da creatinina (Cr) sérica,
usada para estimar a taxa de TFG. Embora a Cr sérica seja amplamente utilizada no diagnóstico da
presença de IRA, é um biomarcador pouco adequado, pois reflete a mudança na função renal.
Consequentemente, tem baixa sensibilidade para o diagnóstico precoce da IRA e, como marcador de
filtragem glomerular, não consegue diferenciar as diversas causas da IRA. Variações consideráveis na
filtração não alteram (ou alteram muito pouco) a creatinina, e o transplante renal, no doador, não traz
alteração da Cr, apesar de ter perdido 50% da massa renal. Um estudo recente em modelo experimental
com sepse mostrou que, apesar de haver queda importante da filtração glomerular, houve diminuição dos
níveis séricos de creatinina. A Cr sérica pode não ser confiável também quando o paciente já tem IRC e
sofre algum insulto agudo, pois, nesses casos, ocorre pequena elevação da Cr, mesmo com a queda
importante da filtração. Por isso, assim como no infarto do miocárdio, existem marcadores precoces para
a identificação da lesão renal. No momento, existem inúmeras pesquisas tentando identificar marcadores
precoces de IRA, sendo que a busca hoje é por um marcador que não sofra tanta interferência de massa
muscular, da disfunção orgânica, da sepse, entre outras patologias. Em relação aos biomarcadores na insuficiência renal aguda (IRA), considere as seguintes afirmativas e
assinale a opção CORRETA:
I. A creatinina sérica, embora amplamente utilizada, é um biomarcador pouco adequado para o
diagnóstico precoce da IRA, devido à sua baixa sensibilidade e incapacidade de diferenciar diversas
causas da doença.
II. Em casos de insulto agudo em pacientes com insuficiência renal crônica (IRC), a creatinina sérica
pode apresentar pequena elevação, mesmo diante de uma queda significativa na filtração,
assemelhando-se ao comportamento observado no infarto do miocárdio.
III. O biomarcador NGAL (neutrophil gelatinase-associated lipocalin) é considerado um dos marcadores
mais precoces na IRA isquêmica e nefrotóxica, sendo uma proteína normalmente expressa em
baixos níveis nos rins, pulmões, estômago e cólon.
IV. IL-18, uma citoquina pró-inflamatória, é induzida e clivada no túbulo proximal durante a insuficiência
renal aguda, sendo um marcador útil para identificar a lesão renal.
V. Enzimas tubulares urinárias, como a alanina aminopeptidase (AAP) e a fosfatase alcalina (ALP), são
liberadas das células epiteliais tubulares proximais, antes do aumento detectável na creatinina sérica.
Assinale a alternativa CORRETA:
Q218734
NUCEPE - 2024 - UESPI - Residência Multiprofissional em Atenção à Terapia Intensiva - Enfermeiro
A elaboração de um protocolo de cuidados direcionados para pacientes sob controle intensivo da
glicemia pode contribuir para a dinâmica da assistência, tendo em vista as informações acerca do
controle glicêmico, valores de glicemia; orientações quanto aos intervalos de aferições da glicemia,
periodicidade de troca das soluções; entre outras peculiaridades, segundo a rotina de cada instituição.
Nesse ínterim, é extremamente importante o planejamento de enfermagem pelo enfermeiro intensivista,
EXCETO
Q218733
NUCEPE - 2024 - UESPI - Residência Multiprofissional em Atenção à Terapia Intensiva - Enfermeiro
A utilização da ultrassonografia na área da saúde é algo relativamente recente na história. A curiosidade
de poder desvendar o corpo humano de outras maneiras levou a grandes feitos, como a descoberta dos
raios X. Nas Primeira e Segunda Guerras Mundiais, a utilização de ondas sonoras culminou na criação
do sonar (do inglês, Sound Navigation and Ranging), utilizado para aprimorar a navegação de
submarinos e navios. A partir disso, empresas metalúrgicas criaram equipamentos utilizando ondas
sonoras para qualificar sua linha de produção, o que desencadeou o seu uso na saúde. Ao longo do
século XX houve um incremento na tecnologia dos equipamentos de ultrassom, e a sua utilização na
emergência ganhou espaço na área da saúde. Assim, a utilização do ultrassom à beira do leito migrou
para a unidade de terapia intensiva (UTI). Nesse contexto, surge o conceito POCUS (do inglês, Point of
Care Ultrasound), com base na aplicação sistemática do ultrassom à beira do leito como uma ferramenta
complementar ao exame físico convencional, propiciando avaliação da anatomia e detecção de
anormalidades, que contribuirão com a acurácia diagnóstica. Na enfermagem, a ultrassonografia surge
acompanhada dos cateteres centrais de inserção periférica (CCIP), que, em meados dos anos 1990,
primeiramente chegam ao Brasil nas UTI neonatais (UTIN) e somente depois migram para outras
populações de pacientes. O ultrassom pode ser usado em diversas áreas da saúde para avaliar
diferentes estruturas com diferentes características e densidades, sendo de extrema importância a
escolha do tipo de transdutor conforme o tipo de exame que se pretende realizar. Os transdutores têm
diferentes formas e emitem as ondas sonoras em diferentes frequências.
Assinale os tipos de transdutores de ultrassom mais adequados para o enfermeiro avaliar a bexiga.