Questões de Concursos Públicos - SEDUC-MT
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Q246010
FGV - 2025 - SEDUC-MT - Professor de Educação Básica - Habilitação: Sociologia
Pedro é um estudante com diagnóstico de TDAH (Transtorno do
Déficit de Atenção com Hiperatividade) e está em uma turma do
Ensino Médio. O professor de Sociologia deseja aplicar uma
avaliação escrita sobre os principais conceitos de Karl Marx.
Sabendo que estudantes com TDAH podem apresentar
dificuldades relacionadas à atenção, impulsividade e organização,
o professor precisa adaptar a avaliação com base em estratégias
pedagógicas inclusivas.
Analise as estratégias a seguir:
I. Destacar as palavras-chave principais do enunciado da
questão.
II. Dividir uma mesma questão em várias páginas, com trechos
curtos e espaçados.
III. Estabelecer um formato padrão para as questões.
IV. Evitar a apresentação de informações desnecessárias antes
do comando da questão.
Bruna R. da Silva e Luciano T. E. Pansanato. Um conjunto de diretrizes
para a adaptação de avaliações de aprendizagem para estudantes com
TDAH. Revista Transmutare, Curitiba, v. 9, p. 1-21, 2024.
As estratégias pertinentes ao caso apresentado estão
representadas em
Q246009
FGV - 2025 - SEDUC-MT - Professor de Educação Básica - Habilitação: Sociologia
Ano: 2025
Órgão:
SEDUC-MT
Banca:
FGV
Matéria:
Sociologia
Assunto: Estratificação e desigualdade social
Proporção de pessoas com ensino superior completo segundo
cor/raça Brasil, 2º trimestre de 2012 a 2º trimestre de 2024
www.dieese.org.br/boletimespecial/2024/conscienciaNegra.pdf
O gráfico apresenta a porcentagem de negros e não negros no
Ensino Superior brasileiro entre 2012 e 2024. Supondo que o
gráfico seja exposto previamente em uma aula de Sociologia no
Ensino Médio, das estratégias a seguir, a mais adequada para
uma abordagem crítica e formativa desse tema é
Q246008
FGV - 2025 - SEDUC-MT - Professor de Educação Básica - Habilitação: Sociologia
Ano: 2025
Órgão:
SEDUC-MT
Banca:
FGV
Matéria:
Sociologia
Assunto: Estratificação e desigualdade social
Estudante que deu esponja de aço a professora alegou
'brincadeira para dizer que lugar de mulher é na cozinha'
Em depoimento, adolescente de 17 anos, que trocou de
escola depois do episódio, afirma que está arrependido e admite
que foi uma atitude machista e ofensiva.
https://oglobo.globo.com, 23.03.2023.
Diante da situação descrita na manchete, uma escola
comprometida com a superação do senso comum e com a
formação crítica dos estudantes deve
Q246007
FGV - 2025 - SEDUC-MT - Professor de Educação Básica - Habilitação: Sociologia
Áudios e mensagens de texto com ataques a indígenas do
município de General Carneiro, no interior de Mato Grosso, se
tornaram alvos do Ministério Público Federal (MPF). Os
comentários ofensivos foram compartilhados em um grupo de
aplicativo de mensagens destinado aos moradores da cidade no
contexto da pandemia de covid-19. "Ô, companheiro, isso daí só
é índio, rapaz... não é gente, não (...). Dentro de General mesmo,
o número de infectados é muito pouquinho, graças a Deus. Agora
os índios... esse povo aí é sem cultura, sem religião, quem dá
conta desse povo aí?", disse um homem em um dos áudios
compartilhados no grupo.
Vinicius Lemos. https://www.bbc.com. 'Isso não é gente': os áudios com
ataques a indígenas na pandemia que se tornaram alvos do MPF.
27.07.2020. Adaptado.
Considerando o episódio relatado e os objetivos do ensino de
Sociologia no Ensino Médio, a proposta mais adequada para
trabalhar o tema em sala de aula com uma sequência didática
que privilegie o ensino não tradicional é:
Q246006
FGV - 2025 - SEDUC-MT - Professor de Educação Básica - Habilitação: Sociologia
No domínio da inclusão educacional, compreender o habitus
– um conceito desenvolvido pelo sociólogo Pierre Bourdieu – é
fundamental. O habitus encapsula aquelas disposições arraigadas
que ditam nossas percepções, ações e lugar no mundo. No
ambiente escolar, o habitus dos professores e estudantes têm um
grande impacto nas abordagens pedagógicas e nas mentalidades
de inclusão. A transformação do habitus escolar é crucial para
estabelecer um ambiente verdadeiramente inclusivo — onde
todos os estudantes se sintam valorizados e apoiados,
independentemente das suas particularidades.
Lilian Maria da Silva Mello. Ensino de sociologia e educação inclusiva: uma
análise a partir dos documentários “crip camp” e “um lugar para todo
mundo". Anais do X CONEDU... Campina Grande: Realize Editora, 2024.
Disponível em .Acesso em: 16/04/2025.
Atualmente, o choque de gerações tem trazido desafios para os
professores, promovendo discussões sobre os aspectos didáticos
e metodológicos para aplicação do conteúdo no processo de
ensino e aprendizagem, fazendo com que o professor entenda
que
Q246005
FGV - 2025 - SEDUC-MT - Professor de Educação Básica - Habilitação: Sociologia
Leia o texto a seguir para responder a esta questão:
O trabalho de Paulo Freire tem um salto qualitativo porque
ele faz uma formulação muito sagaz sob o ponto de vista do
trabalho de base. Ele reconhece que a população, os
trabalhadores do campo, estavam imersos no que ele chama de
uma “consciência intransitiva” ou em uma “interação com uma
transitividade ingênua”, que é o pensamento do senso comum.
Paulo Freire identifica que era necessário interagir com esse
pensamento intransitivo e fatalista. Então, era esse o problema a
ser enfrentado para que fosse possível levantar questões a partir
do senso comum.
Cátia Guimarães. ‘Acho que Paulo Freire, com suas grandezas e limites,
abriu caminho para pensar o senso comum’. www.epsjv.fiocruz.br.
16.09.2021. Adaptado.
Com base no excerto e considerando o papel do professor de
Sociologia na construção de um pensamento crítico de seus
estudantes, é importante que o professor reconheça que
Q246004
FGV - 2025 - SEDUC-MT - Professor de Educação Básica - Habilitação: Sociologia
Aos onze anos, Malala Yousafzai já defendia os direitos das mulheres e meninas. Como defensora ferrenha do direito das meninas à educação, Yousafzai esteve frequentemente em perigo por causa de suas crenças. No entanto, mesmo após ser baleada pelo Talibã, ela continuou seu ativismo e fundou o Fundo Malala com seu pai. Aos dezessete anos, Yousafzai se tornou a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho. https://www.womenshistory.org Considerando o uso de metodologias ativas de aprendizagem, qual das estratégias a seguir é adequada para abordar esse tema em sala de aula, promovendo a valorização da educação e dos direitos humanos, sem incidir em etnocentrismo ou intolerância religiosa?
Q246003
FGV - 2025 - SEDUC-MT - Professor de Educação Básica - Habilitação: Sociologia
Analise o infográfico a seguir que faz parte do Atlas da Violência
2024.
INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA (IPEA); FÓRUM
BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA (FBSP). Atlas da Violência 2024.
Brasília: Ipea, 2024. Disponível em: https://www.ipea.gov.br. Acesso em:
16 abr. 2025.
A partir desses dados, uma professora de Sociologia deseja
propor uma atividade didática que busque provocar reflexões
críticas e pensar alternativas que contribuam para reduzir a
violência entre os jovens. Considerando os princípios das
metodologias ativas, assinale a proposta de atividade adequada.
Q246002
FGV - 2025 - SEDUC-MT - Professor de Educação Básica - Habilitação: Sociologia
Ano: 2025
Órgão:
SEDUC-MT
Banca:
FGV
Matéria:
Sociologia
Assunto: Relação entre Indivíduo e Sociedade
Durante uma aula de Sociologia, um professor introduz o
conceito de anomia social, desenvolvido por Émile Durkheim,
explicando que se trata de um estado de desregulação social no
qual as normas e valores perdem sua força orientadora sobre os
indivíduos. Para ilustrar a ideia, ele afirma que o feminicídio pode
ser considerado uma anomia.
Ao ouvir essa afirmação, um estudante contesta,
argumentando que o feminicídio não é um fenômeno resultante
da ausência de normas, mas sim da persistência de uma estrutura
social patriarcal que naturaliza a violência de gênero. Diante
dessa objeção, outros estudantes passam a debater sobre se o
feminicídio pode ser explicado por meio do conceito de anomia
ou se ele deve ser compreendido de outra maneira.
O professor percebe que há uma dificuldade conceitual na
compreensão da anomia e que sua explicação inicial pode ter
gerado interpretações equivocadas. Ele decide reformular sua
abordagem para sanar dúvidas e conduzir os estudantes a uma
compreensão mais precisa do conceito durkheimiano.
CHATGPT. Resposta gerada por inteligência artificial a uma pergunta do
usuário. OpenAI. Disponível em: https://chat.openai.com. Acesso em: 4
abr. 2025.
Qual a estratégia pedagógica para o professor corrigir sua
abordagem e garantir que os estudantes compreendam
adequadamente o conceito de anomia social?
Q246001
FGV - 2025 - SEDUC-MT - Professor de Educação Básica - Habilitação: Sociologia
Ao se deparar com uma inscrição na biblioteca de uma
escola, um estudante questionou o professor sobre os aspectos
que envolvem a cultura e a relação dos indivíduos com a
sociedade. O professor perguntou sobre a inscrição, que era
“nascemos em uma sociedade pronta, com seus costumes e
hábitos, ou você acredita que nós construímos nossa cultura ao
mesmo tempo que usufruímos dela?”
GIROTTI, Marcio Tadeu. Puxa conversa sociologia. São Paulo: Matrix,
2024.
O professor, para responder o questionamento do estudante
a respeito da frase, retirada de um Livro Caixinha, apresentou o
conceito de cultura, buscando, a partir da construção de que o
ser humano faz a partir dela e de como ele usufrui da cultura já
enraizada na sociedade, explicar ao estudante o que é a cultura.
O estudante, por sua vez, não concordou com as ideias
apresentadas porque o conceito de cultura apresentado trata
sobre como usufruímos da cultura e não da sua construção.
Diante desse entrave, o professor argumentou mais uma vez, de
forma lógica, a fim de convencer o estudante de que:
1 – nós nascemos em uma sociedade pronta;
2 – a sociedade já tem seus costumes e hábitos, sua cultura;
3 – logo, usufruímos dessa cultura.
O estudante ainda não ficou convencido, porque
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