Questões de Concursos Públicos - Prefeitura de Ipuã - SP
Resolva questões gratuitas da Prefeitura de Ipuã - SP. Banco com 28 perguntas de concursos. Prepare-se com simulados e estatísticas de acerto.
Ano: 2015
Órgão:
Prefeitura de Ipuã - SP
Banca:
FUMARC
Matéria:
Análise de Balanços
Assunto: Análise por Índices
Dos demonstrativos contábeis da Companhia Dom Nievas foram extraídos os seguintes dados, referentes ao exercício social de 2014: Ativo Total = R$ 440.000,00. Custos das Vendas = R$ 210.000,00. Despesas Administrativas e Gerais = R$ 32.000,00. Despesas Financeiras = R$ 5.500,00. Passivo Não Circulante = R$ 18.500,00. Ativo Não Circulante equivale a 60% do Ativo Total. Capital Próprio equivale a 60% do Ativo Total. As receitas operacionais líquidas equivalem a 85% do valor do Ativo Total. Imposto de Renda e Contribuição Social = R$ 24.500,00. Realizáveis a Longo Prazo = R$ 30.000,00. Levando-se em conta os dados , pode-se afirmar que a Liquidez Corrente da Companhia Dom Nievas é:
Ano: 2015
Órgão:
Prefeitura de Ipuã - SP
Banca:
FUMARC
Matéria:
Raciocínio Lógico
Assunto: Raciocínio Matemático
Dona Marieta é costureira e gasta 2,25 m de tecido para fazer uma camisa. Ela recebeu a encomenda de 4 camisas. Quanto ela vai gastar de tecido?
Ano: 2015
Órgão:
Prefeitura de Ipuã - SP
Banca:
FUMARC
Matéria:
Pedagogia
Assunto: Educação Infantil
Maria Angélica é uma professora de matemática muito experiente, com mais de cinco anos de experiência no ensino fundamental. Ela foi aprovada em um concurso público municipal e no ano que vem vai assumir uma turma na educação infantil. Ela gosta muito de criança e pretende desenvolver um bom trabalho com seus novos alunos. Analise as assertivas a seguir e verifique aquelas que devem compor um elenco de orientações para o novo campo de atuação de Maria Angélica: I. A definição legal da Educação Infantil como primeira etapa da Educação Básica representa um marco histórico relevante em nosso país. II. Quanto mais cedo as histórias orais e escritas entrarem na vida da criança, maiores as chances de ela gostar de ler. III. O atendimento à criança será de, no mínimo, três horas diárias para o turno parcial e de sete horas para a jornada integral. IV. A criança lê do seu jeito muito antes da alfabetização, folheando e olhando figuras, ainda que não decodifique palavras e frases escritas. V. O controle de frequência pela instituição de educação pré-escolar deverá exigir a frequência mínima de 75% do total de horas. VI. As crianças dessa etapa de educação devem ser envolvidas em atividades práticas para aprender sobre a solidariedade e o respeito ao meio ambiente e às diferentes culturas, identidades e singularidades. Está CORRETO o que se afirma em:
Ano: 2015
Órgão:
Prefeitura de Ipuã - SP
Banca:
FUMARC
Matéria:
Pedagogia
Assunto: Legislação da Educação
De acordo com as Diretrizes Nacionais para a Educação Infantil, o educar e o cuidar devem caminhar juntos, considerando de forma democrática as diferenças individuais e a natureza complexa da criança. Analise as afirmativas abaixo: I. Educar significa propiciar situações de cuidados, brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma integrada. II. A educação em creche auxilia o desenvolvimento das capacidades de apropriação e conhecimento das potencialidades corporais, afetivas, emocionais, estéticas e éticas. III. O educar, cuidar e brincar implica em promover uma ação pedagógica respaldada em uma visão integrada acerca do desenvolvimento infantil. Está CORRETO o que se afirma em:
Ano: 2015
Órgão:
Prefeitura de Ipuã - SP
Banca:
FUMARC
Matéria:
Matemática
Assunto: Aritmética e Problemas
Para saber se a divisão do número 31.360 por cinco é exata ou não, o que devo fazer?
Ano: 2015
Órgão:
Prefeitura de Ipuã - SP
Banca:
FUMARC
Matéria:
Enfermagem
Assunto: Processo de Enfermagem e Sistematização da Assistência de Enfermagem
“O trabalho de denominação e classificação das intervenções de enfermagem que se iniciou no fim da década de 80, nos EUA, se caracteriza pela continuidade. Teve como impulso o trabalho da NANDA, porque, quando é formulado um diagnóstico de enfermagem, o enfermeiro tem o dever de fazer algo sobre ele”. (DOCHTERMAN, BULECHEK e CHIANCA, 2003). Sobre a classificação das intervenções de enfermagem (NIC), é CORRETO afirmar:
Ano: 2015
Órgão:
Prefeitura de Ipuã - SP
Banca:
FUMARC
Matéria:
Pedagogia
Assunto: Currículo (Teoria e Prática)
O currículo da Educação Infantil, segundo o RECNEI, é concebido como um “conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento”
Ano: 2015
Órgão:
Prefeitura de Ipuã - SP
Banca:
FUMARC
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
Considere os textos abaixo para responder a questão. Concepções de linguagem alteram modo de ensinar Na década de 1970, uma nova transformação conceitual mudou as práticas escolares. A linguagem deixou de ser entendida apenas como a expressão do pensamento para ser vista também como um instrumento de comunicação, envolvendo um interlocutor e uma mensagem que precisa ser compreendida. Todos os gêneros passaram a ser vistos como importantes instrumentos de transmissão de mensagens: o aluno precisaria aprender as características de cada um deles para reproduzi-los na escrita e também para identificá-los nos textos lidos. Ainda era essencial seguir um padrão preestabelecido, e qualquer anormalidade seria um ruído. Para contemplar a perspectiva, o acervo de obras estudadas acabou ampliado, já que o formato dos textos clássicos não servia de subsídio para a escrita de cartas, por exemplo. Em pouco tempo, no entanto, as correntes acadêmicas avançaram mais. Mikhail Bakhtin (1895-1975) apresentou uma nova concepção de linguagem, a enunciativo-discursiva, que considera o discurso uma prática social e uma forma de interação - tese que vigora até hoje. A relação interpessoal, o contexto de produção dos textos, as diferentes situações de comunicação, os gêneros, a interpretação e a intenção de quem o produz passaram a ser peças-chave. A expressão não era mais vista como uma representação da realidade, mas o resultado das intenções de quem a produziu e o impacto que terá no receptor. O aluno passou a ser visto como sujeito ativo, e não um reprodutor de modelos, e atuante - em vez de ser passivo no momento de ler e escutar. (SANTOMAURO, Beatriz. O que ensinar em Língua Portuguesa. In: Revista Nova Escola. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/fundamentos/papelletras-interacao-social-432174.shtml?page=1. Acesso em 15/11/15). Oralidade e Letramento Quanto à presença da escrita, pode-se dizer que, mesmo criada pelo engenho humano tardiamente em relação ao surgimento da oralidade, ela permeia hoje quase todas as práticas sociais dos povos em que penetrou. Até mesmo os analfabetos, em sociedades com escrita, estão sob a influência do que contemporaneamente se convencionou chamar de práticas de letramento, isto é, um tipo de processo histórico e social que não se confunde com a realidade representada pela alfabetização regular e institucional lembrada há pouco. Frisando mais uma vez o que dizia Street (1995), deve-se ter imenso cuidado diante da tendência à escolarização do letramento, que sofre de um mal crônico ao supor que só existe um letramento. O letramento não é o equivalente à aquisição da escrita. Existem “letramentos sociais” que surgem e se desenvolvem à margem da escola, não precisando por isso serem depreciados. A escrita é usada em contextos sociais básicos da vida cotidiana, em paralelo direto com a oralidade. Estes contextos são, entre outros: o trabalho; a escola; o dia-a-dia, a família; a vida burocrática; a atividade intelectual. Em cada um desses contextos, as ênfases e os objetivos do uso da escrita são variados e diversos. Inevitáveis relações entre escrita e contexto devem existir, fazendo surgir gêneros textuais e formas comunicativas, bem como terminologias e expressões típicas. Seria interessante que a escola soubesse algo mais sobre essa questão para enfrentar sua tarefa com maior preparo e maleabilidade, servindo até mesmo de orientação na seleção de textos e definição de níveis de linguagem a trabalhar. Há, portanto, uma distinção bastante nítida entre a apropriação/distribuição da escrita e leitura (padrões de alfabetização) do ponto de vista formal e institucional e os usos/papéis da escrita e leitura (processos de letramento) enquanto práticas sociais mais amplas. Sabemos muito sobre métodos de alfabetização, mas sabemos pouco sobre processos de letramento; ou seja, sabemos pouco sobre a influência e penetração da escrita na sociedade. Mesmo pessoas ditas “iletradas”, ou seja, analfabetas, não deixam de estar sob a influência de estratégias da escrita em seu desempenho linguístico, o que torna o uso do termo “iletrado” muito problemático em sociedades com escrita (veja mais sobre o assunto em Tfouni, 1988; e Soares, 1998). (MARCUSCHI, Luiz Antonio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2001. Cap.1) De acordo com as relações entre concepções de linguagem e modos de ensinar, é INCORRETO afirmar:
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