Questões de Concursos Públicos - Prefeitura de Goiânia - GO
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Q61633
IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Órgão:
Prefeitura de Goiânia - GO
Banca:
IV - UFG
Matéria:
Pedagogia
Assunto: Temas Educacionais Pedagógicos
Leia o fragmento. O filme, baseado em fatos ou personagens históricos, sempre interessa ao grande público e deveria, igualmente, interessar ao historiador, pois o uso do passado pelo presente não se dá de forma ingênua ou descompromissada. ROSSINI, Mirian de Souza. As marcas da história no cinema, as marcas do cinema na história. Anos 90, n. 12, dez. 1999, p.119.
As considerações expostas no fragmento indicam que, ao usar o filme como recurso didático, o professor deve
Q61632
IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Órgão:
Prefeitura de Goiânia - GO
Banca:
IV - UFG
Matéria:
História
Assunto: História Geral
Leia o fragmento a seguir. Porém, quem afirmar que os Atenienses foram os salvadores da Grécia, não falta à verdade. Para qualquer dos dois partidos que se voltassem, se inclinaria a balança. Uma vez que escolheram que a Grécia continuasse livre, escolhendo assim, foram eles que despertaram todo o resto da Hélade, que não estava ao lado dos Medos, e eles que, depois dos deuses, repeliram o grande Rei. Nem mesmo os oráculos temíveis vindos de Delfos, que infundiam terror, os persuadiram a abandonar a Grécia, mas permaneceram, para deter o invasor e lhe fazer frente. HERÓDOTO. Apud MARTINS MELO, A. M. A conquista da liberdade: ecos das grandes batalhas na cultura greco-romana. Ágora. Estudos Clássicos em Debate, n. 11, 2009, p. 66.
O texto que exalta o papel de Atenas na guerra contra o grande Rei, refere-se às guerras dos gregos contra os
Q61631
IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Órgão:
Prefeitura de Goiânia - GO
Banca:
IV - UFG
Matéria:
História
Assunto: História Geral
Leia o fragmento a seguir. Julgou-se durante muito tempo que bastava, para explicar a sociedade medieval, recorrer à clássica divisão em três ordens: clero, nobreza e terceiro estado. É a noção que dão ainda os manuais de história: três categorias de indivíduos, bem definidas, tendo cada uma as suas atribuições próprias e nitidamente separadas umas das outras. Nada está mais afastado da realidade histórica. PERNOUD, R. Luz sobre a Idade Média. Lisboa: Publicações Europa-América, 1981. p. 13.
No fragmento, Regine Pernoud critica a imagem de uma sociedade medieval
Q61630
IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Órgão:
Prefeitura de Goiânia - GO
Banca:
IV - UFG
Matéria:
História
Assunto: História Geral
Leia o fragmento. Essa gente miserável começou a se sublevar porque alguns diziam que eram mantidos em grande servidão e que, no começo do mundo, não havia servos, viam-se como homens livres semelhantes aos seus senhores e não como bestas, motivo pelo qual não queriam mais sofrer. Pelo contrário, eles desejavam ser iguais e, se trabalhassem ou prestassem algum serviço para os seus senhores, queriam receber salários. FROISSART, J. Chroniques. Apud MACEDO, J. R. Movimentos populares na Idade Média. São Paulo: Moderna, 2003, p. 80.
O fragmento relata uma revolta ocorrida na Inglaterra no ano de 1381, cuja principal motivação foi:
Q61629
IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Órgão:
Prefeitura de Goiânia - GO
Banca:
IV - UFG
Matéria:
História
Assunto: História Geral
Leia o fragmento a seguir. O Islão acrescenta um aspecto particular à tradição europeia: do séc. IX ao XII estudavam-se os escritos de Aristóteles com mais afinco e profundidade no mundo islâmico do que no ocidente cristão.
MEISSNER, H. A Antiguidade cria laços. Iniciativa em favor de uma cultura humanística na Europa. Apud MELO, A. M. M. A conquista da liberdade: ecos das grandes batalhas na cultura greco-romana. Ágora. Estudos Clássicos em Debate, n. 11, 2009, p. 75. Disponível em: < http://www2.dlc.ua.pt/classicos/5.Melo.pdf >. Acesso em: 4 maio 2016.
O texto se refere a um movimento ocorrido no contexto da
Q61628
IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Órgão:
Prefeitura de Goiânia - GO
Banca:
IV - UFG
Matéria:
História
Assunto: História Geral
Analise o mapa-múndi a seguir.
Mapa-múndi Orbis typus universalis tabula, elaborado pelo veneziano Jerônimo Marini em 1511. Disponível em: Acesso em: 4 maio 2016.
Mapas históricos são importante fonte para o ensino. Ao analisar o planisfério apresentado, o professor deve assinalar aos alunos que o mapa
Q61627
IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Órgão:
Prefeitura de Goiânia - GO
Banca:
IV - UFG
Matéria:
História
Assunto: História Geral
Leia o fragmento a seguir. Os huguenotes da cidade entraram furiosamente nas igrejas, sem nenhuma exceção. E, chegando lá em grandes bandos, armados e munidos de bastões, atiraram abaixo os crucifixos e as imagens dos santos, com muitas blasfêmias e muitas palavras infames, depois destruíram e quebraram as tribunas, órgãos, cercados das capelas, altares, assentos, fontes batismais, vitrais, depois queimaram os ornamentos das ditas igrejas, de tal modo que o ouro fundido dali fluía em várias igrejas. DELUMEAU, J. História do medo no Ocidente. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 29. [Adaptado].
O fragmento apresenta um relato, do ponto de vista católico, de um episódio ocorrido em 1566. Esse episódio se insere no contexto dos conflitos entre católicos e
Q61626
IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Órgão:
Prefeitura de Goiânia - GO
Banca:
IV - UFG
Matéria:
História
Assunto: História Geral
Leia o fragmento a seguir. Qualquer que arrenegar, descrer, ou pezar de Deos, ou de sua Santa Fé, ou disses outras blasfemias, pola primeira vez, sendo Fidalgo, pague vinte cruzados, e seja degredado hum anno para a Africa. E sendo Cavalleiro, ou Scudeiro, pague quatro mil reis, e seja degradado hum anno para Africa. E se fôr peão, dem-lhe trinta açoutes ao pé do Pelourinho com baraço e pregão, e pague dous mil reis. E póla segunda vez, todos os sobreditos incorram nas mesmas penas em dobro. E póla terceira vez, além da pena pecuniaria, sejam degradados trez annos para Africa, e se fôr peão, para as Galés. ORDENAÇÕES FILIPINAS, liv. 5.º, tit. II. Disponível em: . Acesso em: 4 maio 2016.
As chamadas Ordenações Filipinas foram um conjunto de normas que constituíram a base do direito português do início do século XVII até meados do século XIX. O trecho destacado do enunciado da lei evidencia uma característica típica da sociedade absolutista ao
Q61625
IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Órgão:
Prefeitura de Goiânia - GO
Banca:
IV - UFG
Matéria:
História
Assunto: História da América Latina
Leia o fragmento a seguir. Os espanhóis vieram depois de ter-se aberto o caminho. A gente de Tlaxcala, a gente de Aconlhuacan e a gente de Chalco encheram os canais. E quando os canais foram tapados os espanhóis se puseram a caminho. Atrás deles ia em formação toda a gente de Tlaxcala e todos das aldeias. Abundantemente as pessoas foram mortas. COLL, Josefina Oliva de. A resistência indígena. Porto Alegre: L&PM, 1986, p. 79-81. [Adaptado].
O texto destacado foi escrito pelo frade espanhol Bernardino de Sahagún, com base em relatos orais feitos por astecas, publicado no livro História general de las cosas de Nueva España (1569). O texto revela um elemento decisivo no processo de conquista do Império Asteca que foi ocultado em grande parte dos documentos escritos pelos vencedores. O relato baseado na oralidade dos astecas evidencia o
Q61624
IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Órgão:
Prefeitura de Goiânia - GO
Banca:
IV - UFG
Matéria:
História
Assunto: História Geral
Leia o fragmento a seguir. Os indígenas foram também utilizados em determinados momentos, e sobretudo na fase inicial; nem se podia colocar problema nenhum de maior ou melhor “aptidão” ao trabalho escravo [...]. O que talvez tenha importado é a rarefação demográfica dos aborígines, e as dificuldades de seu apresamento, transporte, etc. Mas na “preferência” pelo africano revela-se, mais uma vez, a engrenagem do sistema mercantilista de colonização; esta se processa num sistema de relações tendentes a promover a acumulação primitiva de capitais na metrópole; ora, o tráfico negreiro, isto é, o abastecimento das colônias com escravos, abria um novo e importante setor do comércio colonial, enquanto o apresamento dos indígenas era um negócio interno da colônia. […] Paradoxalmente, é a partir do tráfico negreiro que se pode entender a escravidão africana colonial, e não o contrário. NOVAIS, Fernando A. Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial (1777- 1808). São Paulo: Hucitec, 1979. p. 105. [Adaptado].
Ao discorrer sobre a imposição da mão de obra de africanos escravizados na América Portuguesa, Novais