Questões de Concursos Públicos - Prefeitura de Goiânia - GO

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Q64858 IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - Inglês
Ano: 2016
Banca: IV - UFG
Matéria: Inglês
Assunto: Interpretação de texto | Reading comprehension

The message one can grasp from John Dewey's claim in his famous quote "If we teach today as we taught yesterday, then we rob our children of tomorrow" is that education needs to
Q64857 IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - Inglês
Ano: 2016
Banca: IV - UFG
Matéria: Inglês
Assunto: Interpretação de texto | Reading comprehension

In the sentence “I was thrilled to see my students thrive in my classes”, the words 'thrilled' and 'thrive' mean, respectively,
Q64856 IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - Inglês
Ano: 2016
Banca: IV - UFG
Matéria: Inglês
Assunto: Interpretação de texto | Reading comprehension

The students portrayed in the cartoons represent what Prensky (2001) has called the first generations to grow up with technological tools such as computers, videogames, digital music players, video cams, cell phones among others. According to the author, these students think and process information fundamentally differently from their predecessors and are called
Q64855 IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - Inglês
Ano: 2016
Banca: IV - UFG
Matéria: Inglês
Assunto: Interpretação de texto | Reading comprehension

From text 1, one can infer that the
Q64854 IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - Inglês
Ano: 2016
Banca: IV - UFG
Matéria: Inglês
Assunto: Interpretação de texto | Reading comprehension

From text 2, one understands that the girl is
Q64853 IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - Inglês
Ano: 2016
Banca: IV - UFG
Matéria: Inglês
Assunto: Interpretação de texto | Reading comprehension

Entre outras questões, os PCNs (1998) tratam das concepções teóricas e das visões que influenciaram as percepções modernas do processo de ensino e de aprendizagem de língua estrangeira. A qual das seguintes visões a figura a seguir pode ser associada? LIGHTBOWN, P.; SPADA, N. How languages are learned, 3rd Edition, Oxford: Oxford University Press, 2006. p. 60.
Q64852 IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - Inglês
Ano: 2016
Banca: IV - UFG
Matéria: Inglês
Assunto: Interpretação de texto | Reading comprehension

Read the following text to answer the question. It's part of a 50-minute lesson plan for a group of pre-intermediate students in which the activities have been jumbled. I. Teacher asks learners what animals make the best pets. II. Working in groups learners discuss the advantages and disadvantages of keeping pets in and out of the context of the text and then report them to the class. III. Teacher elicits/teaches essential vocabulary and writes it on the board. IV. Learner read the text (max. 2 mins.) to see whose predictions was closest to the story. V. Working in groups learners predict content of story from vocabulary and headline and then report their predictions to the class. VI. Learners read the text to answer more intensive reading questions. WATKINS, P. Learning to Teach English – a practical introduction for new teachers. Surrey, England: DELTA Publishing. 2006. p. 110. [Adaptado]. The activities that correspond to “fase de pré-leitura” as caracterized in the PCNs (1998) are
Q61636 IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Banca: IV - UFG
Matéria: História
Assunto: História Geral

Leia o fragmento a seguir. O historiador escreve e esta escrita não é nem neutra nem transparente. Ela modela-se por meio de formas literárias, até mesmo por meio de figuras retóricas. Que o historiador tenha perdido sua inocência, que se deixe tomar como objeto, que se tome a si próprio como objeto, quem o lastimará? Resta que, se o discurso histórico não se ligasse, pela quantidade de intermediários que se queira, ao que chamaremos, na ausência de melhor palavra, o real, nós estaríamos sempre no discurso, mas este discurso deixaria de ser histórico. VIDAL-NAQUET, P. Les assassins de la mémoire. Apud CHARTIER, R. A verdade entre ficção e história. In: SALOMON, M. História, verdade e tempo. Chapecó: Argos, 2011. p. 363. Ao discutir a escrita da história, Vidal-Naquet rejeita
Q61635 IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Banca: IV - UFG
Matéria: História
Assunto: História Geral

Leia o fragmento a seguir. Como definiu magistralmente Georges Lefèbvre, somente podemos propor novas explicações para os fenômenos históricos se conhecermos a historiografia, pois muito embora a escrita da história dependa da exploração de novas fontes ou da leitura de fontes já conhecidas sob uma ótica renovada, ela não depende menos do diálogo com todo um repertório de interpretações pré-existentes. SILVA, G. V. O fim do mundo antigo: uma discussão historiográfica. Mirabilia, n. 1, 2001. p. 59. De acordo com o fragmento, a escrita da história se realiza na análise das fontes e na
Q61634 IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Banca: IV - UFG
Matéria: História
Assunto: História Geral

Leia o fragmento a seguir. O documento não é inócuo. É, antes de mais nada, o resultado de uma montagem, consciente ou inconsciente, da história, da época, da sociedade que o produziram, mas também das épocas sucessivas durante as quais continuou a viver, talvez esquecido, durante as quais continuou a ser manipulado, ainda que pelo silêncio. O documento é uma coisa que fica, que dura, e o testemunho, o ensinamento (para evocar a etimologia) que ele traz devem ser em primeiro lugar analisados, desmistificando- lhe o seu significado aparente. O documento é monumento. LE GOFF, J. Documento/Monumento. In: _____. História e memória. Campinas: Editora da Unicamp, 2003. p. 538. Nas considerações de Le Goff, o conceito de monumento destaca a relação entre o documento do passado e o