Questões de Concursos Públicos - Prefeitura de Cláudio - MG
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Q155353
Unilavras - 2021 - Prefeitura de Cláudio - MG - Técnico em Higiene Dental
Ano: 2021
Órgão:
Prefeitura de Cláudio - MG
Banca:
Unilavras
Matéria:
Odontologia
Assunto: Biossegurança. Vacinas.
A imunização da equipe de saúde bucal é uma forma extremamente importante de proteção contra infecções na prática odontológica. Sobre a vacina contra o Tétano e Difteria em adultos, assinale a alternativa correta.
Q155352
Unilavras - 2021 - Prefeitura de Cláudio - MG - Técnico em Higiene Dental
Ano: 2021
Órgão:
Prefeitura de Cláudio - MG
Banca:
Unilavras
Matéria:
Odontologia
Assunto: Materiais Odontológicos
A afiação das curetas periodontais deve ser feita ao primeiro sinal da falta de fio. Sobre a afiação desses instrumentais assinale a alternativa incorreta:
Q155351
Unilavras - 2021 - Prefeitura de Cláudio - MG - Técnico em Higiene Dental
Ano: 2021
Órgão:
Prefeitura de Cláudio - MG
Banca:
Unilavras
Matéria:
Odontologia
Assunto: Periodontia
A placa bacteriana forma-se a partir de uma sequência ordenada de eventos, que resulta em uma comunidade organizada com grande diversidade de espécies bacterianas. Sobre a formação e colonização da placa bacteriana analise as afirmações abaixo:
I-O processo de formação da placa inicia-se com a colonização bacteriana da película adquirida, realizada pelos chamados colonizadores primários.
II- O aumento da massa da placa ocorre após a coadesão de novas bactérias àquelas já aderidas, os chamados colonizadores secundários.
III - A placa denominada madura pode ser definida como uma comunidade clímax, na qual a população de espécies microbianas atinge estabilidade e equilíbrio.
Após a análise, devem ser consideradas corretas as afirmativas
Q155350
Unilavras - 2021 - Prefeitura de Cláudio - MG - Técnico em Higiene Dental
Ano: 2021
Órgão:
Prefeitura de Cláudio - MG
Banca:
Unilavras
Matéria:
Odontologia
Assunto: Dentística
Após o preparo cavitário e antes da restauração definitiva de um dente, o primeiro critério que deve ser analisado para a escolha do material a fim de proteger o complexo dentino-pulpar deve ser
Q155349
Unilavras - 2021 - Prefeitura de Cláudio - MG - Técnico em Higiene Dental
Ano: 2021
Órgão:
Prefeitura de Cláudio - MG
Banca:
Unilavras
Matéria:
Odontologia
Assunto: Odontologia Pré-Clínica
Ensinar técnicas de higiene bucal é uma das atribuições do Técnico em Higiene Dental/Técnico em Saúde Bucal (THD/TSB). Sobre essas técnicas assinale a alternativa incorreta.
Q155348
Unilavras - 2021 - Prefeitura de Cláudio - MG - Técnico em Higiene Dental
Ano: 2021
Órgão:
Prefeitura de Cláudio - MG
Banca:
Unilavras
Matéria:
Odontologia
Assunto: Cariologia
Entre os métodos de aplicação tópica de flúor por profissionais pode-se citar o uso de géis e espumas (ou mousses) fluoretadas. Sobre esses métodos assinale a alternativa correta.
Educação profissional e a lição que os jovens
ensinam ao Brasil O dado de que emprego e profissão desejados lideram a
lista de aspirações dos jovens brasileiros revela um novo Brasil em construção. Pesquisa recente publicada pelo Instituto Datafolha indica uma preocupação da juventude com o próprio futuro. Outra pesquisa, Transições da escola para o mercado de trabalho de mulheres e homens jovens no Brasil, da OIT, avalia que os jovens brasileiros são trabalhadores e parte significativa deles
tem se esforçado para combinar trabalho e estudo. Com menos experiência e, em geral, pouca qualificação
profissional, eles são os que sofrem primeiro quando o mercado de trabalho piora. Essa maior dificuldade para colocar em prática projetos de vida parece ter ensinado ao Brasil uma lição: é preciso estar mais bem preparado para o mundo do trabalho. O impacto coletivo dessa
mudança de percepção pode ser visto também com a nova cara dos estudantes do ensino médio. A maior chance de conquistar um emprego e um bom
salário aumentou o interesse dos estudantes em relação ao ensino técnico de nível médio. Dados do Censo da Educação Básica, analisados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), mostram aumento de 55,3% no número de matrículas nesses cursos, passando de 927.978 em 2008 para 1.441.051 em 2013. Historicamente, a procura por cursos de formação
profissional segue uma lógica anticíclica: a procura cresce mais quando o mercado de trabalho não apresentava bom desempenho. Os trabalhadores buscavam se qualificar para manter ou conseguir novo emprego, ou seja, pela necessidade de elevar/manter a sua empregabilidade. Na última década, quando foram registrados baixos
índices de desemprego no Brasil, essa dinâmica parece ter sido rompida, uma vez que a sociedade brasileira começou a mudar a sua percepção sobre a educação profissional, entendendo que ela pode ser o caminho mais curto para a inserção, com qualidade, no mercado de trabalho. Em outras palavras, mesmo com o mercado de trabalho
ativo, houve expansão significativa da procura por cursos, motivada principalmente pela falta de mão de obra especializada e pela necessidade de atualização tecnológica, além ─ é claro ─ do entendimento de que o trabalho abre a perspectiva da mobilidade social. O aumento do interesse na educação profissional
é importante e aponta que estamos no caminho certo da valorização da educação profissional, mas ainda é pouco se comparado a outras nações. Países da União Europeia, em 2010, segundo o
Centro Europeu para o Desenvolvimento da Educação Profissional, tinham em média 49,9% dos estudantes do ensino secundário também matriculados na educação profissional. Na Áustria, por exemplo, que registra o índice mais
alto, 76,8% dos estudantes do secundário fazem ensino técnico. Finlândia vem em seguida com 69,7% e Alemanha com 51,5%. No Brasil, esse índice alcançou os 7,8% em 2013. A educação profissional melhora o ambiente de
negócios, podendo ser um parâmetro importante para decisão de novos investimentos por empresários. Na perspectiva do trabalhador, a qualificação pode reduzir o risco de desemprego ou, ao menos, reduzir o tempo de permanência fora do mercado de trabalho. Em um momento de arrefecimento do mercado de
trabalho, como o atual, não se pode abrir mão da qualificação de trabalhadores, estejam eles empregados ou não. Essa é, inclusive, uma estratégia para facilitar a retomada de crescimento do país. Um técnico que será contratado para preencher uma
vaga em 2017, por exemplo, deve começar a se qualificar hoje. Os jovens já têm nos dado o exemplo. Agora, cabe à geração madura do Brasil nos governos e setores produtivos seguir seu exemplo e fazer a aposta correta. LUCCHESI, Rafael. Educação profissional e a lição que os
jovens ensinam ao Brasil. Folha de S.Paulo. São Paulo. Disponível em: . Acesso em: 7 set. 2015 (Adaptação). Assinale a alternativa em que a natureza gramatical da
palavra destacada está incorretamente indicada entre colchetes.
Educação profissional e a lição que os jovens ensinam ao Brasil
O dado de que emprego e profissão desejados lideram a lista de aspirações dos jovens brasileiros revela um novo Brasil em construção. Pesquisa recente publicada pelo Instituto Datafolha indica uma preocupação da juventude com o próprio futuro. Outra pesquisa, Transições da escola para o mercado de trabalho de mulheres e homens jovens no Brasil, da OIT, avalia que os jovens
brasileiros são trabalhadores e parte significativa deles tem se esforçado para combinar trabalho e estudo.
Com menos experiência e, em geral, pouca qualificação profissional, eles são os que sofrem primeiro quando o mercado de trabalho piora. Essa maior dificuldade para colocar em prática projetos de vida parece ter ensinado ao Brasil uma lição: é preciso estar mais bem preparado
para o mundo do trabalho. O impacto coletivo dessa mudança de percepção pode ser visto também com a nova cara dos estudantes do ensino médio.
A maior chance de conquistar um emprego e um bom salário aumentou o interesse dos estudantes em relação ao ensino técnico de nível médio. Dados do Censo da Educação Básica, analisados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), mostram aumento de 55,3% no número de matrículas nesses cursos, passando de 927.978 em 2008 para 1.441.051 em 2013.
Historicamente, a procura por cursos de formação profissional segue uma lógica anticíclica: a procura cresce mais quando o mercado de trabalho não apresentava bom desempenho. Os trabalhadores buscavam se qualificar para manter ou conseguir novo emprego, ou seja, pela necessidade de elevar/manter a sua empregabilidade.
Na última década, quando foram registrados baixos índices de desemprego no Brasil, essa dinâmica parece ter sido rompida, uma vez que a sociedade brasileira começou a mudar a sua percepção sobre a educação profissional, entendendo que ela pode ser o caminho mais curto para a inserção, com qualidade, no mercado de trabalho.
Em outras palavras, mesmo com o mercado de trabalho ativo, houve expansão significativa da procura por cursos, motivada principalmente pela falta de mão de obra especializada e pela necessidade de atualização tecnológica, além ─ é claro ─ do entendimento de que o trabalho abre a perspectiva da mobilidade social.
O aumento do interesse na educação profissional é importante e aponta que estamos no caminho certo da valorização da educação profissional, mas ainda é pouco se comparado a outras nações.
Países da União Europeia, em 2010, segundo o Centro Europeu para o Desenvolvimento da Educação Profissional, tinham em média 49,9% dos estudantes do ensino secundário também matriculados na educação profissional.
Na Áustria, por exemplo, que registra o índice mais alto, 76,8% dos estudantes do secundário fazem ensino técnico. Finlândia vem em seguida com 69,7% e Alemanha com 51,5%. No Brasil, esse índice alcançou os 7,8% em 2013.
A educação profissional melhora o ambiente de negócios, podendo ser um parâmetro importante para decisão de novos investimentos por empresários. Na perspectiva do trabalhador, a qualificação pode reduzir o risco de desemprego ou, ao menos, reduzir o tempo de permanência fora do mercado de trabalho.
Em um momento de arrefecimento do mercado de trabalho, como o atual, não se pode abrir mão da qualificação de trabalhadores, estejam eles empregados ou não. Essa é, inclusive, uma estratégia para facilitar a retomada de crescimento do país.
Um técnico que será contratado para preencher uma vaga em 2017, por exemplo, deve começar a se qualificar hoje. Os jovens já têm nos dado o exemplo. Agora, cabe à geração madura do Brasil nos governos e setores produtivos seguir seu exemplo e fazer a aposta correta.
LUCCHESI, Rafael. Educação profissional e a lição que os jovens ensinam ao Brasil. Folha de S.Paulo. São Paulo. Disponível em: . Acesso em: 7 set. 2015 (Adaptação).
“Historicamente, a procura por cursos de formação
profissional segue uma lógica anticíclica: a procura cresce mais quando o mercado de trabalho não apresenta bom desempenho.” (4º parágrafo) No período em análise, fez-se uso dos dois-pontos para
Ano: 2015
Órgão:
Prefeitura de Cláudio - MG
Banca:
FUNDEPES
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
Educação profissional e a lição que os jovens
ensinam ao Brasil O dado de que emprego e profissão desejados lideram a
lista de aspirações dos jovens brasileiros revela um novo Brasil em construção. Pesquisa recente publicada pelo Instituto Datafolha indica uma preocupação da juventude com o próprio futuro. Outra pesquisa, Transições da escola para o mercado de trabalho de mulheres e homens jovens no Brasil, da OIT, avalia que os jovens brasileiros são trabalhadores e parte significativa deles
tem se esforçado para combinar trabalho e estudo. Com menos experiência e, em geral, pouca qualificação
profissional, eles são os que sofrem primeiro quando o mercado de trabalho piora. Essa maior dificuldade para colocar em prática projetos de vida parece ter ensinado ao Brasil uma lição: é preciso estar mais bem preparado para o mundo do trabalho. O impacto coletivo dessa
mudança de percepção pode ser visto também com a nova cara dos estudantes do ensino médio. A maior chance de conquistar um emprego e um bom
salário aumentou o interesse dos estudantes em relação ao ensino técnico de nível médio. Dados do Censo da Educação Básica, analisados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), mostram aumento de 55,3% no número de matrículas nesses cursos, passando de 927.978 em 2008 para 1.441.051 em 2013. Historicamente, a procura por cursos de formação
profissional segue uma lógica anticíclica: a procura cresce mais quando o mercado de trabalho não apresentava bom desempenho. Os trabalhadores buscavam se qualificar para manter ou conseguir novo emprego, ou seja, pela necessidade de elevar/manter a sua empregabilidade. Na última década, quando foram registrados baixos
índices de desemprego no Brasil, essa dinâmica parece ter sido rompida, uma vez que a sociedade brasileira começou a mudar a sua percepção sobre a educação profissional, entendendo que ela pode ser o caminho mais curto para a inserção, com qualidade, no mercado de trabalho. Em outras palavras, mesmo com o mercado de trabalho
ativo, houve expansão significativa da procura por cursos, motivada principalmente pela falta de mão de obra especializada e pela necessidade de atualização tecnológica, além ─ é claro ─ do entendimento de que o trabalho abre a perspectiva da mobilidade social. O aumento do interesse na educação profissional
é importante e aponta que estamos no caminho certo da valorização da educação profissional, mas ainda é pouco se comparado a outras nações. Países da União Europeia, em 2010, segundo o
Centro Europeu para o Desenvolvimento da Educação Profissional, tinham em média 49,9% dos estudantes do ensino secundário também matriculados na educação profissional. Na Áustria, por exemplo, que registra o índice mais
alto, 76,8% dos estudantes do secundário fazem ensino técnico. Finlândia vem em seguida com 69,7% e Alemanha com 51,5%. No Brasil, esse índice alcançou os 7,8% em 2013. A educação profissional melhora o ambiente de
negócios, podendo ser um parâmetro importante para decisão de novos investimentos por empresários. Na perspectiva do trabalhador, a qualificação pode reduzir o risco de desemprego ou, ao menos, reduzir o tempo de permanência fora do mercado de trabalho. Em um momento de arrefecimento do mercado de
trabalho, como o atual, não se pode abrir mão da qualificação de trabalhadores, estejam eles empregados ou não. Essa é, inclusive, uma estratégia para facilitar a retomada de crescimento do país. Um técnico que será contratado para preencher uma
vaga em 2017, por exemplo, deve começar a se qualificar hoje. Os jovens já têm nos dado o exemplo. Agora, cabe à geração madura do Brasil nos governos e setores produtivos seguir seu exemplo e fazer a aposta correta. LUCCHESI, Rafael. Educação profissional e a lição que os
jovens ensinam ao Brasil. Folha de S.Paulo. São Paulo. Disponível em: . Acesso em: 7 set. 2015 (Adaptação). Leia as afirmativas a seguir.
I. Entre os jovens brasileiros, emprego e profissão
lideram a lista de aspirações e revelam uma preocupação da juventude com o futuro.
II. O perfil atual dos estudantes brasileiros de ensino
médio reflete a percepção de que estar mais bem preparado para o mundo do trabalho é uma
necessidade. III. A pouca experiência e a baixa qualificação
profissional tornam os jovens menos suscetíveis a uma piora do mercado de trabalho.
Está(ão) de acordo com as ideias apresentadas no texto
a(s) afirmativa(s)
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