Questões de Concursos Públicos - Prefeitura de Barbacena - MG

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Q68026 FCM - 2016 - Prefeitura de Barbacena - MG - Psicólogo
Ano: 2016
Banca: FCM
Matéria: Psicologia
Assunto: Teorias e Técnicas Psicoterápicas

As entrevistas preliminares (ou iniciais) têm papel fundamental no campo da Psicoterapia Breve. Enumere as principais finalidades das entrevistas preliminares de acordo com a ordem em que se sucedem: ( ) A explicitação do método de trabalho e a fixação das demais normas contratuais. ( ) O contrato sobre metas terapêuticas e a duração do tratamento. ( ) A elaboração da história clínica. ( ) A avaliação diagnóstica e prognóstica. ( ) O estabelecimento da relação terapêutica. ( ) A devolução diagnóstico e prognóstica. A ordem correta é
Q68025 FCM - 2016 - Prefeitura de Barbacena - MG - Psicólogo
Ano: 2016
Banca: FCM
Matéria: Psicologia
Assunto: Avaliação Psicológica

A avaliação diagnóstica é fundamental para o estabelecimento do prognóstico em psicoterapia breve. Ela deve ser minuciosa e não se limita ao diagnóstico clínico. Inclui a hipótese psicodinâmica inicial, sendo que os elementos necessários para os distintos diagnósticos devem ser obtidos basicamente por meio de entrevistas clínicas e testes psicológicos, dentre outros, se necessários (exame médico geral, neurológico etc.). Em relação à avaliação diagnóstica, é correto afirmar que
Q68024 FCM - 2016 - Prefeitura de Barbacena - MG - Psicólogo
Ano: 2016
Banca: FCM
Matéria: Psicologia
Assunto: Teorias e Técnicas Psicoterápicas

Analise as afirmativas abaixo com relação à psicanálise e ao tratamento psicanalítico e assinale (V) para verdadeiro ou (F) para falso: ( ) A força motivadora primária na terapia é o sofrimento do paciente e o desejo de ser curado que deste se origina. ( ) A técnica deve ser mecanizada, dadas as condições de rigidez dos processos mentais e a limitação das constelações psíquicas envolvidas. ( ) O objetivo primeiro do tratamento é alcançado (adesão do paciente) se o terapeuta (analista) demonstra certa indiferença (proposital), se as resistências aumentam e se evita cometer certos equívocos. ( ) O tratamento analítico fornece as quantidades de energia necessárias para superar as resistências e favorece a mobilização das energias que estão prontas para a transferência. A sequência correta é
Q67934 FCM - 2016 - Prefeitura de Barbacena - MG - Enfermeiro
Ano: 2016
Banca: FCM
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

O principal objetivo do texto 1 é
Q67933 FCM - 2016 - Prefeitura de Barbacena - MG - Enfermeiro
Ano: 2016
Banca: FCM
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

No trecho: “A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem.”, uma possibilidade de sentido de ‘distorção’ está explicitada em:
Q67932 FCM - 2016 - Prefeitura de Barbacena - MG - Enfermeiro
Ano: 2016
Banca: FCM
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

No trecho, “A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la.”, o vocábulo grifado pode ser substituído, sem perdas semânticas, por
Q67931 FCM - 2016 - Prefeitura de Barbacena - MG - Enfermeiro
Ano: 2016
Banca: FCM
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

NÃO se constitui uma estratégia argumentativa utilizada no texto 1:
Q67930 FCM - 2016 - Prefeitura de Barbacena - MG - Enfermeiro
Ano: 2016
Banca: FCM
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

INSTRUÇÃO: Leia o texto 2, a seguir, para responder às questões (06) a (08). Texto 2 O discurso não é a língua, embora seja com ela que se fabrique discurso e que este, num efeito de retorno, modifique-a. A língua é voltada para sua própria organização, em diversos sistemas que registram os tipos de relação que se instauram entre as formas (morfologia), suas combinações (sintaxe) e o sentido, mais ou menos estável e prototípico de que essas formas são portadoras segundo suas redes de relações (semântica). Descrever a língua é, de um modo ou de outro, descrever regras de conformidade, a serem repertoriadas em gramáticas e em dicionários. Já o discurso está sempre voltado para outra coisa além das regras de uso da língua. Resulta da combinação das circunstâncias em que se fala ou escreve (a identidade daquele que fala e daquele a quem este se dirige, a relação de intencionalidade que os liga e as condições físicas da troca) com a maneira pela qual se fala. É, pois, a imbricação das condições extradiscursivas e das realizações intradiscursivas que produzem sentido. CHARAUDEAU, Patrick. “Informação como discurso”. _ Discurso das mídias. Tradução Ângela S. M. Corrêa. 2ed. São Paulo: Contexto, 2012 – p. 40 (fragmento de texto adaptado). A partir do texto 2, depreende-se que discurso é uma prática de linguagem
Q67929 FCM - 2016 - Prefeitura de Barbacena - MG - Enfermeiro
Ano: 2016
Banca: FCM
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

INSTRUÇÃO: Leia o texto 2, a seguir, para responder às questões (06) a (08). Texto 2 O discurso não é a língua, embora seja com ela que se fabrique discurso e que este, num efeito de retorno, modifique-a. A língua é voltada para sua própria organização, em diversos sistemas que registram os tipos de relação que se instauram entre as formas (morfologia), suas combinações (sintaxe) e o sentido, mais ou menos estável e prototípico de que essas formas são portadoras segundo suas redes de relações (semântica). Descrever a língua é, de um modo ou de outro, descrever regras de conformidade, a serem repertoriadas em gramáticas e em dicionários. Já o discurso está sempre voltado para outra coisa além das regras de uso da língua. Resulta da combinação das circunstâncias em que se fala ou escreve (a identidade daquele que fala e daquele a quem este se dirige, a relação de intencionalidade que os liga e as condições físicas da troca) com a maneira pela qual se fala. É, pois, a imbricação das condições extradiscursivas e das realizações intradiscursivas que produzem sentido. CHARAUDEAU, Patrick. “Informação como discurso”. _ Discurso das mídias. Tradução Ângela S. M. Corrêa. 2ed. São Paulo: Contexto, 2012 – p. 40 (fragmento de texto adaptado). O fragmento do texto 1 que ilustra o conceito de discurso, presente no texto 2, é
Q67928 FCM - 2016 - Prefeitura de Barbacena - MG - Enfermeiro
Ano: 2016
Banca: FCM
Matéria: Português
Assunto: Morfologia

INSTRUÇÃO: Leia o texto 2, a seguir, para responder às questões (06) a (08). Texto 2 O discurso não é a língua, embora seja com ela que se fabrique discurso e que este, num efeito de retorno, modifique-a. A língua é voltada para sua própria organização, em diversos sistemas que registram os tipos de relação que se instauram entre as formas (morfologia), suas combinações (sintaxe) e o sentido, mais ou menos estável e prototípico de que essas formas são portadoras segundo suas redes de relações (semântica). Descrever a língua é, de um modo ou de outro, descrever regras de conformidade, a serem repertoriadas em gramáticas e em dicionários. Já o discurso está sempre voltado para outra coisa além das regras de uso da língua. Resulta da combinação das circunstâncias em que se fala ou escreve (a identidade daquele que fala e daquele a quem este se dirige, a relação de intencionalidade que os liga e as condições físicas da troca) com a maneira pela qual se fala. É, pois, a imbricação das condições extradiscursivas e das realizações intradiscursivas que produzem sentido. CHARAUDEAU, Patrick. “Informação como discurso”. _ Discurso das mídias. Tradução Ângela S. M. Corrêa. 2ed. São Paulo: Contexto, 2012 – p. 40 (fragmento de texto adaptado). No trecho: “É, pois, a imbricação das condições extradiscursivas e das realizações intradiscursivas que produzem sentido.”, a conjunção grifada tem o valor semântico de