Questões de Concursos Públicos - EBSERH
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Q229420
FGV - 2024 - EBSERH - Pré-Requisito - Urologia
Um paciente de 35 anos foi submetido a apendicectomia
videolaparoscópica por diagnóstico de apendicite aguda. Durante
o intraoperatório, foi visto tumor de ponta de apêndice, cujo
resultado histopatológico foi tumor carcinoide de 1,5 cm com
margens livres de doença neoplásica.
A melhor conduta nesse caso é:
Q229419
FGV - 2024 - EBSERH - Pré-Requisito - Urologia
Um paciente 50 anos, cirrótico, dá entrada no pronto-socorro por
restrição ventilatória por ascite volumosa, sendo indicada
paracentese de alívio.
Nesse caso, é correto afirmar que:
Q229418
FGV - 2024 - EBSERH - Pré-Requisito - Urologia
Um paciente de 60 anos, portador de cirrose hepática por vírus C
(Child B), evoluiu com nódulo de 2,5 cm em segmento V do fígado
e outro de 2 cm em segmento II, ambos com características
radiológicas de hepatocarcinoma. A alfa-fetoproteína sérica
estava em 840 ng/mL.
A melhor terapêutica nesse caso é:
Q227909
FGV - 2024 - EBSERH - Pré-Requisito - Gastroenterologia
Na investigação de ascite, a paracentese diagnóstica foi realizada. O gradiente soro ascite de albumina foi calculado com valor de 1,5 g/dl. No entanto, o paciente apresentou proteína do líquido ascítico em valores baixos (1,8 g/dl), ou seja, menores que 2,5 g/dl.
Uma causa para essa ascite é:
Q227908
FGV - 2024 - EBSERH - Pré-Requisito - Gastroenterologia
Uma paciente de 54 anos foi internada por tosse, desconforto respiratório e aumento do volume abdominal. Está em acompanhamento conjunto com a equipe de cuidados paliativos realizando paracentese de alívio devido à ascite. É portadora de câncer de ovário com metástases para peritônio. Após a realização de tomografia de tórax e abdômen com contraste para avaliar trombose de veias abdominais, observou-se trombo em tronco da artéria pulmonar esquerda de aspecto recente. A equipe médica não teve dúvida quanto à melhor condução do caso, após a análise do exame laboratorial: anemia: Hb 8,5 g/dl, leucócitos e coagulograma normais, plaquetas: 85 mil e função renal normal. A paciente estava estável e era eutrófica, não havendo histórico de sangramento recente.
Prontamente, a equipe realizou:
Q227907
FGV - 2024 - EBSERH - Pré-Requisito - Gastroenterologia
Uma paciente de 45 anos com sobrepeso foi internada na clínica médica por extensão de trombose venosa antiga com sinais de trombo recente em veia ilíaca direita em ultrassonografia com doppler. Ela havia sido submetida a cirurgia videolaparoscópica dois meses antes devido à colecistectomia (colecistite aguda). Na ocasião, retornou 1 semana depois da alta por trombose venosa profunda em femoral direita. Apesar da anticoagulação com warfarina, houve recorrência da trombose. Não houve qualquer sintoma no período, exceto por dor e sensação de peso na perna afetada. Na primeira trombose venosa profunda (TVP), além do procedimento cirúrgico, ficou mais tempo deitada e usava anticoncepcional, suspenso quando foi diagnosticada a TVP. Há história familiar de trombose.
Diante desse quadro, a condução mais acertada é:
Q227906
FGV - 2024 - EBSERH - Pré-Requisito - Gastroenterologia
Uma paciente de 26 anos procurou atendimento médico pois tem apresentado febre baixa há aproximadamente uma semana. Além disso, observou a presença de nódulos dolorosos e avermelhados na região anterior das pernas que surgiram nesse período. Negou outros sintomas ou doenças prévias. Há aproximadamente um mês, iniciou um contraceptivo oral prescrito por sua ginecologista. Em exame clínico, verificaram-se apenas nódulos de aproximadamente 3 cm de diâmetro, eritematosos, dolorosos à palpação e localizados na região anterior das pernas bilateralmente. A médica que atendeu essa paciente suspeitou de que o quadro estivesse relacionado ao uso de contraceptivo oral.
Nesse sentido, a principal hipótese para o caso é:
Q227905
FGV - 2024 - EBSERH - Pré-Requisito - Gastroenterologia
Um paciente de 69 anos foi admitido no hospital com síndrome de insuficiência cardíaca, aumento significativo do volume abdominal e edema de membros inferiores. Vinha em uso irregular de carvedilol e valsartan. Negou história de consumo de bebida alcoólica e hemotransfusão. O exame clínico indicava turgência jugular patológica, discretos estertores crepitantes bibasais e ritmo cardíaco regular. O abdômen se encontrava ascítico, tenso e com presença do sinal de piparote. Além da abordagem relacionada à insuficiência cardíaca, optou-se pela realização de paracentese.
Diante da hipótese de ascite provocada por hepatopatia congestiva, são esperados os seguintes resultados:
Q227904
FGV - 2024 - EBSERH - Pré-Requisito - Gastroenterologia
Um paciente de 29 anos foi levado para o pronto-socorro por seus familiares por apresentar dificuldade em movimentar os membros inferiores ao acordar e impossibilidade de deambulação. Relatou ser previamente hígido. No dia anterior, realizou exercício físico intenso e extenuante. Disse ter se hidratado adequadamente e à noite, antes de se deitar, comeu grande quantidade de uma refeição rica em carboidrato. Ao exame físico, foi observada uma redução da força proximal em membros inferiores, mas sem outras alterações ao exame. Sinais vitais estavam normais. Nos exames laboratoriais coletados no pronto-socorro foram obtidos os seguintes resultados: sódio: 138 mEq/L, cálcio: 8,9 mEq/L, potássio: 2,2 mEq/L, magnésio: 1,9 mEq/L e glicemia: 86 mEq/L. Foi realizada reposição de potássio no pronto-socorro, e o paciente encaminhado para avaliação ambulatorial. Se for confirmada a hipótese de paralisia periódica hipocalêmica, a orientação para prevenção de novos episódios de fraqueza em membros inferiores é:
Q227903
FGV - 2024 - EBSERH - Pré-Requisito - Gastroenterologia
Uma paciente de 39 anos procurou o ambulatório com queixas
de sonolência diurna e fadiga. Durante a anamnese, ela
comentou que vinha dormindo mal à noite. Ela acreditava que
seu sono estivesse sendo prejudicado por uma sensação de
“inquietude” e desconforto nas pernas quando deitava na cama à
noite. Isso gerava uma forte necessidade de movimentá-las, o
que provocava alívio parcial do desconforto. Negou fazer uso de
medicações ou ter doenças prévias. O exame físico estava sem
alterações. O médico que estava atendendo suspeitou de
síndrome das pernas inquietas.
Entre as alternativas abaixo, a conduta mais indicada para essa
paciente é: