Questões de Concursos Públicos - DPE-RR

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Q51329 FCC - 2015 - DPE-RR - Secretária Executiva
Ano: 2015
Órgão: DPE-RR
Banca: FCC
Assunto: Defensoria Pública do Estado de Roraima

Considere os itens abaixo. I. Assistência jurídica célere. II. Assistência jurídica gratuita. III. Assistência jurídica integral. Integra a Visão da Defensoria Pública do Estado de Roraima o que consta em
Q51328 FCC - 2015 - DPE-RR - Secretária Executiva
Ano: 2015
Órgão: DPE-RR
Banca: FCC
Assunto: Funções Essenciais à Justiça

A Defensoria Pública é um órgão criado pela Constituição Federal, recepcionado pelas Constituições Estaduais, para defender
Q51327 FCC - 2015 - DPE-RR - Secretária Executiva
Ano: 2015
Órgão: DPE-RR
Banca: FCC
Matéria: Inglês
Assunto: Verbos | Verbs

Os verbos que preenchem corretamente as lacunas I, II e III são, correta e respectivamente:
Q51326 FCC - 2015 - DPE-RR - Secretária Executiva
Ano: 2015
Órgão: DPE-RR
Banca: FCC
Matéria: Inglês
Assunto: Interpretação de texto | Reading comprehension

De acordo com o texto,
Q51325 FCC - 2015 - DPE-RR - Secretária Executiva
Ano: 2015
Órgão: DPE-RR
Banca: FCC
Matéria: Inglês
Assunto: Interpretação de texto | Reading comprehension

A recomendação NÃO mencionada no texto é:
Q51324 FCC - 2015 - DPE-RR - Secretária Executiva
Ano: 2015
Órgão: DPE-RR
Banca: FCC
Matéria: Inglês
Assunto: Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions

A palavra que preenche corretamente a lacuna I é
Q51323 FCC - 2015 - DPE-RR - Secretária Executiva
Ano: 2015
Órgão: DPE-RR
Banca: FCC
Matéria: Inglês
Assunto: Interpretação de texto | Reading comprehension

De acordo com o texto,
Ano: 2015
Órgão: DPE-RR
Banca: FCC
Matéria: Português
Assunto: Morfologia

Por volta de 1968, impressionado com a quantidade de bois que Guimarães Rosa conduzia do pasto ao sonho, julguei que o bom mineiro não ficaria chateado comigo se usasse um deles num poema cabuloso que estava precisando de um boi, só um boi. Mas por que diabos um poema panfletário de um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? Não podia então ter pensado naqueles bois que puxavam as grandes carroças de lixo que chegara a ver em sua infância? O fato é que na época eu estava lendo toda a obra publicada de Guimarães Rosa, e isso influiu direto na minha escolha. Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos. Mas você disse que era um poema panfletário; o que é que um boi pode fazer num poema panfletário? Vamos, confesse. Confesso. Eu queria um boi perdido no asfalto; sei que era exatamente isso o que eu queria; queria que a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi de Guimarães Rosa e desfilar sua solidão bovina num mundo completamente estranho para ele, sangrando a língua sem encontrar senão o chão duro e escaldante, perplexo diante dos homens de cabeça baixa, desviando-se dos bêbados e dos carros, sem saber muito bem onde ele entrava nessa história toda de opressores e oprimidos; no fundo, dentro do meu egoísmo libertador, eu queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse no berro imenso desse boi de literatura, e o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência. Fez muito sucesso, entre os colegas, o meu boi no asfalto; sei até onde está o velho caderno com o velho poema. Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, transformado em minha própria estrela Alterando-se as orações justapostas no segmento Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda... (2º parágrafo), de modo que se obtenha uma subordinação que mantenha, em linhas gerais, o sentido original, deve-se usar a conjunção
Ano: 2015
Órgão: DPE-RR
Banca: FCC
Matéria: Português
Assunto: Morfologia - Verbos

Por volta de 1968, impressionado com a quantidade de bois que Guimarães Rosa conduzia do pasto ao sonho, julguei que o bom mineiro não ficaria chateado comigo se usasse um deles num poema cabuloso que estava precisando de um boi, só um boi. Mas por que diabos um poema panfletário de um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? Não podia então ter pensado naqueles bois que puxavam as grandes carroças de lixo que chegara a ver em sua infância? O fato é que na época eu estava lendo toda a obra publicada de Guimarães Rosa, e isso influiu direto na minha escolha. Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos. Mas você disse que era um poema panfletário; o que é que um boi pode fazer num poema panfletário? Vamos, confesse. Confesso. Eu queria um boi perdido no asfalto; sei que era exatamente isso o que eu queria; queria que a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi de Guimarães Rosa e desfilar sua solidão bovina num mundo completamente estranho para ele, sangrando a língua sem encontrar senão o chão duro e escaldante, perplexo diante dos homens de cabeça baixa, desviando-se dos bêbados e dos carros, sem saber muito bem onde ele entrava nessa história toda de opressores e oprimidos; no fundo, dentro do meu egoísmo libertador, eu queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse no berro imenso desse boi de literatura, e o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência. Fez muito sucesso, entre os colegas, o meu boi no asfalto; sei até onde está o velho caderno com o velho poema. Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, transformado em minha própria estrela Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, transformado em minha própria estrela. (último parágrafo) Atribuindo-se caráter hipotético ao trecho acima, os verbos sublinhados devem assumir a seguinte forma:
Ano: 2015
Órgão: DPE-RR
Banca: FCC
Assunto: Lei Complementar nº 80 de 1994 e Lei Complementar nº 132 de 2009

Considere: I. Receber intimação pessoal em qualquer processo e grau de jurisdição, contando-se-lhe em dobro os prazos. II. Não ser preso, salvo em flagrante, caso em que a autoridade fará imediata comunicação ao Defensor Público-Geral. III. Examinar, em qualquer repartição, autos de flagrante, inquérito e processos. IV. Ser ouvido como testemunha, em qualquer processo ou procedimento, em dia, hora e local previamente ajustados com a autoridade competente. Nos termos da Lei Complementar no 84/94, é prerrogativa dos membros da Defensoria Pública do Estado o que consta APENAS em