Questões de Concursos Públicos - Câmara de Edéia - GO

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Ano: 2015
Banca: Itame
Assunto: Processo Administrativo - Lei nº 9.784 de 1999 e Lei nº 14.210 de 2021

Sobre o processo administrativo, é correto afirmar:
Ano: 2015
Banca: Itame
Matéria: Direito Penal
Assunto: Crimes contra a administração pública

Celedônio, Procurador de Município, teve desavenças pessoais no trabalho contra Runter. Com o desejo de vingar-se do seu desafeto, Celedônio retarda indevidamente um ato de ofício que devia praticar, com o claro objetivo de prejudicar Runter. De acordo com as disposições do Código Penal, essa conduta de Celedônio caracteriza o crime de
Ano: 2015
Banca: Itame
Matéria: Português
Assunto: Morfologia

Quanto nós merecemos?   Lya Luft  O ser humano é um animal que deu errado em várias coisas. A maioria das pessoas que conheço, se fizesse uma terapia, ainda que breve, haveria de viver melhor. Os problemas podiam continuar ali, mas elas aprenderiam a lidar com eles. Sem querer fazer uma interpretação barata ou subir além do chinelo: como qualquer pessoa que tenha lido Freud e companhia, não raro penso nas rasteiras que o inconsciente nos passa e em quanto nos atrapalhamos por achar que merecemos pouco. Pessoalmente, acho que merecemos muito: nascemos para ser bem mais felizes do que somos, mas nossa cultura, nossa sociedade, nossa família não nos contaram essa história direito. Fomos onerados com contos de ogros sobre culpa, dívida, deveres e… mais culpa. Um psicanalista me disse um dia: – Minha profissão ajuda as pessoas a manter a cabeça à tona d‟água. Milagres ninguém faz. Nessa tona das águas da vida, por cima da qual nossa cabeça espia – se não naufragamos de vez, somos assediados por pensamentos nem sempre muito inteligentes ou positivos sobre nós mesmos. As armadilhas do inconsciente, que é onde nosso pé derrapa, talvez nos façam vislumbrar nessa fenda obscura um letreiro que diz: “Eu não mereço ser feliz. Quem sou eu para estar bem, ter saúde, ter alguma segurança e alegria? Não mereço uma boa família, afetos razoavelmente seguros, felicidade em meio aos dissabores”. Nada disso. Não nos ensinaram que “Deus faz sofrer a quem ama”? Portanto, se algo começa a ir muito bem, possivelmente daremos um jeito de que desmorone – a não ser que tenhamos aprendido a nos valorizar. Vivemos o efeito de muita raiva acumulada, muito mal-entendido nunca explicado, mágoas infantis, obrigações excessivas e imaginárias. Somos ofuscados pelo danoso mito da mãe santa e da esposa imaculada e do homem poderoso, pela miragem dos filhos mais que perfeitos, do patrão infalível e do governo sempre confiável. Sofremos sob o peso de quanto “devemos” a todas essas entidades inventadas, pois, afinal, por trás delas existe apenas gente, tão frágil quanto nós. Esses fantasmas nos questionam, mãos na cintura, sobrancelhas iradas: – Ué, você está quase se livrando das drogas, está quase conquistando a pessoa amada, está quase equilibrando sua relação com a família, está quase obtendo sucesso, vive com alguma tranquilidade financeira… será que você merece? Veja lá! Ouvindo isso, assustados réus, num ato nada falho tiramos o tapete de nós mesmos e damos um jeito de nos boicotar – coisa que aliás fazemos demais nesta curta vida. Escolhemos a droga em lugar da lucidez e da saúde; nos fechamos para os afetos em lugar de lhes abrir espaço; corremos atarantados em busca de mais dinheiro do que precisaríamos; se vamos bem em uma atividade, ficamos inquietos e queremos trocar; se uma relação floresce, viramos críticos mordazes ou traímos o outro, dando um jeito de podar carinho, confiança ou sensualidade. Se a gente pudesse mudar um pouco essa perspectiva, e não encarar drogas, bebida em excesso, mentira, egoísmo e isolamento como “proibidos”, mas como uma opção burra e destrutiva, quem sabe poderíamos escolher coisas que nos favorecessem. E não passar uma vida inteira afastando o que poderia nos dar alegria, prazer, conforto ou serenidade. No conflitado e obscuro território do inconsciente, que o velho sábio Freud nos ensinaria a arejar e iluminar, ainda nos consideramos maus meninos e meninas, crianças malcomportadas que merecem castigo, privação, desperdício de vida. Bom, isso também somos nós: estranho animal que nasceu precisando urgente de conserto. Alguém sabe o endereço de uma oficina boa, barata, perto de casa – ah, e que não lide com notas frias? Disponível em: http://reginavolpato.com.br/blog/2008/01/22/quanto-nos-merecemos-texto-lya-luft/. Acesso em: 25 de maio de 2015 Na oração “Não nos ensinaram que Deus faz sofrer a quem ama”? O termo destacado se classifica como:
Q40644 Itame - 2015 - Câmara de Edéia - GO - Procurador Jurídico
Ano: 2015
Banca: Itame
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

De acordo com o texto qual é a tese defendida pela articulista?
Q40643 Itame - 2015 - Câmara de Edéia - GO - Procurador Jurídico
Ano: 2015
Banca: Itame
Matéria: Português
Assunto: Sintaxe

No trecho “A maioria das pessoas que conheço, se fizesse uma terapia, ainda que breve, haveria de viver melhor.” A expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por
Q40642 Itame - 2015 - Câmara de Edéia - GO - Procurador Jurídico
Ano: 2015
Banca: Itame
Matéria: Português
Assunto: Sintaxe

No trecho “Se a gente pudesse mudar um pouco essa perspectiva, e não encarar drogas, bebida em excesso, mentira, egoísmo e isolamento como 'proibidos,' mas como uma opção burra e destrutiva, quem sabe poderíamos escolher coisas que nos favorecessem.” A palavra sublinhada apresenta uma ideia de:
Q40641 Itame - 2015 - Câmara de Edéia - GO - Procurador Jurídico
Ano: 2015
Banca: Itame
Matéria: Português
Assunto: Morfologia

Na oração “Não nos ensinaram que Deus faz sofrer a quem ama”? O termo destacado se classifica como:
Q40640 Itame - 2015 - Câmara de Edéia - GO - Procurador Jurídico
Ano: 2015
Banca: Itame
Matéria: Português
Assunto: Sintaxe

O Período “No conflitado e obscuro território do inconsciente, que o velho sábio Freud nos ensinaria a arejar e iluminar, ainda nos consideramos maus meninos e meninas, crianças malcomportadas que merecem castigo, privação, desperdício de vida.” É composto por quantas orações?
Q40639 Itame - 2015 - Câmara de Edéia - GO - Procurador Jurídico
Ano: 2015
Banca: Itame
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

De acordo com o contexto o poeta considera-se um evadido porque
Q40638 Itame - 2015 - Câmara de Edéia - GO - Procurador Jurídico
Ano: 2015
Banca: Itame
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

No primeiro verso da estrofe abaixo há um recurso criativo e linguístico que confere ao usuário da língua a possibilidade de se expressar com mais eficácia nos diversos contextos comunicativos. De acordo com essa afirmação, o verso destacado na estrofe apresenta qual figura de linguagem?“Sou um evadidoLogo que nasciFecharam me em mim,Ah, mas eu fugi.”(...)